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Baixar áudioA instabilidade prevista para esta sexta-feira (30) em Brasília não deve se concentrar em um único turno: o Inmet projeta pancadas de chuva nos três períodos do dia. A tendência apontada pelo instituto é de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima, ou seja, sem oscilação significativa nos termômetros em relação ao restante do horizonte de previsão.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet projeta a mesma nebulosidade elevada, agora com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir no mesmo padrão, com muitas nuvens, chuva em pancadas e trovoadas pontuais. A mínima prevista para o dia é de 19°C e a máxima, de 27°C.
A umidade relativa do ar acompanha o cenário úmido típico da primavera. A previsão indicava índice máximo de 95% durante a madrugada, enquanto a mínima prevista para a tarde é de 70%. Os ventos devem soprar fracos, com direção noroeste.
O sol nasceu às 05h37 e se põe às 18h15, o que resulta em pouco mais de doze horas e meia de claridade. Em dias com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, a recomendação é levar guarda-chuva, evitar áreas abertas durante as descargas elétricas e redobrar a atenção no trânsito, já que a pista molhada aumenta o tempo de frenagem.
Para os próximos dias, o horizonte segue instável. No sábado (31), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 27°C. No domingo (1º), as pancadas de chuva e trovoadas devem ganhar abrangência, com temperaturas entre 21°C e 27°C. Já na segunda-feira (2), o céu continua com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada, com mínima de 21°C e máxima de 28°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioBrasília vai receber cerca de R$ 8,5 milhões na terceira e última parcela do FPM de outubro de 2026. O montante será depositado integralmente como parcela, sem reserva de recursos vinculada ao repasse, e vai compor o caixa da capital federal ainda dentro do mês de referência.
Com esse depósito, o acumulado do FPM em outubro chega a aproximadamente R$ 21,8 milhões, somando os três decêndios do mês. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste crédito, as transferências do fundo somam perto de R$ 378 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até a data deste repasse é de cerca de R$ 294 milhões, ante aproximadamente R$ 278 milhões no mesmo intervalo de 2025. A variação entre os dois períodos é de 5,89%.
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União e repassados a estados e municípios. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último do período.
Os coeficientes que definem quanto cada ente recebe são calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base nos dados populacionais oficiais. O recurso é de livre aplicação, respeitados os percentuais mínimos constitucionais para áreas como saúde e educação.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil imediatamente anterior. Os valores podem ser consultados nos relatórios oficiais de transferências constitucionais.
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Baixar áudioBrasília recebeu cerca de R$ 3,9 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026, em recurso transferido pela União nesta semana. O montante corresponde à cota do fundo distribuída no período.
No mês de outubro, as transferências do fundo já somam cerca de R$ 13,3 milhões, considerando os repasses creditados até a última parcela. Nos doze meses encerrados nessa mesma data, o acumulado chega a cerca de R$ 377 milhões.
No acumulado do ano, até o último crédito, o FPM somou cerca de R$ 286 milhões, ante cerca de R$ 270 milhões no mesmo período de 2025. A variação entre os dois períodos é de 6,01%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população. O pagamento é dividido em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, conforme o calendário de transferências constitucionais.
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Baixar áudioA última rodada da pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política, divulgada antes do segundo turno das eleições no Distrito Federal, aponta a vitória da candidata Celina Leão (PP) na disputa pelo Palácio do Buriti. No levantamento de votos válidos, a governadora, que concorre à reeleição, aparece com 59,3% das intenções de voto, contra 40,7% de Leandro Grass (PT).
Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Celina registra 50,1% das intenções de voto, enquanto Grass tem 34%. Outros 0,4% mencionaram outro candidato, 7,1% afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum dos concorrentes, e 8,5% não souberam responder.
Os dados também indicam que a maioria dos eleitores já definiu seu voto. Entre os que apoiam Celina, 89,2% disseram que a decisão é definitiva. Outros 10,1% admitiram a possibilidade de mudar de candidato, enquanto 0,7% não souberam dizer se poderiam rever a escolha.
Entre os eleitores de Leandro Grass, o índice de convicção é ainda maior: 94,2% afirmaram que não pretendem mudar de voto, enquanto 5,8% disseram que ainda podem reconsiderar a decisão.
A pesquisa também questionou os entrevistados sobre o número dos candidatos na urna eletrônica. Entre os eleitores de Celina Leão, 80% souberam identificar o número 11, pelo qual a candidata concorre. Outros 17,1% não souberam informar o número, enquanto 2,1% mencionaram outro algarismo. Desse último grupo, 1,7% apontaram o número 22.
No caso de Leandro Grass, 83,7% dos eleitores identificaram corretamente o número 13, do candidato petista. Outros 15,3% não souberam informar o número, enquanto 0,7% mencionaram o 11 e 0,3%, o 22.
A identificação correta dos números ganha relevância diante do resultado do primeiro turno, quando mais de 26 mil eleitores digitaram o número 22, em vez do 11 de Celina Leão, e acabaram anulando o voto.
O levantamento também avaliou a percepção dos eleitores sobre a administração de Celina Leão à frente do Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo a pesquisa, 51,9% dos entrevistados aprovam a gestão, enquanto 37,5% desaprovam. Outros 9,6% não souberam avaliar, e 0,9% preferiram não responder.
Na avaliação qualitativa da administração, 29,8% classificaram a gestão como ótima ou boa. Para 35,5%, o governo é regular, enquanto 28,4% consideram a administração ruim ou péssima.
A pesquisa Correio-Opinião Inteligência Política ouviu presencialmente 1.006 pessoas em 31 regiões administrativas no Distrito Federal, entre os dias 16 e 19 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-08851/2026.
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Baixar áudioA candidata Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo Governo do Distrito Federal com 59% dos votos válidos, contra 41% de Leandro Grass (PT), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença entre os dois candidatos é de 18 pontos percentuais, a cinco dias do segundo turno das eleições, marcado para domingo (25).
Na pesquisa estimulada, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Celina aparece com 53% das intenções de voto, enquanto Grass registra 37%. Outros 8% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Celina tem 50% das intenções de voto, contra 36% de Grass. Nesse cenário, 10% declaram voto branco ou nulo, e 4% não sabem ou não responderam.
O levantamento mostra que Celina Leão está à frente de Leandro Grass em todos os grupos de idade analisados. A maior vantagem da candidata do PP aparece entre os eleitores com 60 anos ou mais, grupo em que registra 58% das intenções de voto, contra 30% do petista.
Entre os eleitores de 35 a 59 anos, Celina tem 55%, enquanto Grass aparece com 38%.
A disputa é mais equilibrada entre os jovens de 16 a 34 anos. Nessa faixa etária, Celina registra 46% das intenções de voto, contra 41% de Grass. A diferença é de cinco pontos percentuais.
Entre os homens, Celina Leão aparece com 54%, contra 34% de Leandro Grass, uma vantagem de 20 pontos percentuais. Entre as mulheres, a diferença diminui para 12 pontos: Celina tem 52% e Grass, 40%.
No recorte por renda, a candidata do PP apresenta sua maior vantagem entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos. Nesse grupo, Celina registra 57% das intenções de voto, contra 32% de Grass.
Entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos, os percentuais são de 56% para Celina e 34% para Grass.
Já entre aqueles que recebem mais de cinco salários mínimos, a disputa é mais apertada. Celina aparece com 49%, enquanto Grass alcança 42%, uma diferença de sete pontos percentuais.
Apesar da vantagem de Celina Leão nas intenções de voto, os dois candidatos apresentam índices de rejeição próximos.
Segundo o levantamento, 23% dos entrevistados afirmam que não votariam em Celina Leão, enquanto 22% rejeitam Leandro Grass.
Outros 23% dizem rejeitar os dois candidatos. Já 32% afirmam não rejeitar nenhum deles.
Os números mostram que, embora Celina lidere a disputa, a rejeição individual aos dois concorrentes está praticamente no mesmo patamar.
A pesquisa também indica um cenário de pouca disposição para mudanças na reta final da campanha. Segundo o Real Time Big Data, 93% dos entrevistados afirmam que já decidiram em quem votar. Apenas 7% dizem que o voto ainda não está definido.
Entre os eleitores de Celina Leão, 90% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 6% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 4% admitem a possibilidade de votar em Leandro Grass.
O cenário é semelhante entre os eleitores do petista. Nesse grupo, 88% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum, 8% dizem que dificilmente mudariam e 4% admitem a possibilidade de votar em Celina.
O levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Distrito Federal entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026.
A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-01691/2026.
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Baixar áudioA quinta rodada da pesquisa Opinião Inteligência Política, contratada pelo jornal Correio Braziliense, mostra a governadora Celina Leão (PP) com 53,1% dos votos válidos na disputa pelo Governo do Distrito Federal. Leandro Grass (PT) aparece em segundo lugar, com 27,5%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 9,7%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30).
Ainda no recorte de votos válidos, que exclui votos brancos, nulos e eleitores indecisos, Ricardo Cappelli (PSB) tem 3,5%, Kiko Caputo (Novo), 2,8%, e Samara Mineiro (UP), 1,5%. Os demais candidatos registram menos de 1% cada.
Considerando todos os entrevistados no cenário estimulado — quando os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor — Celina Leão aparece com 42,2% das intenções de voto, contra 21,9% de Leandro Grass e 7,7% de Paula Belmonte.
Na sequência estão Ricardo Cappelli, com 2,8%, e Kiko Caputo, com 2,2%. Os demais candidatos têm percentuais inferiores a 2%.
Na pesquisa espontânea, 30,9% ainda estão indecisos
Quando os entrevistados são questionados sem receber uma lista de candidatos, Celina Leão aparece com 31,3% das citações, enquanto Leandro Grass registra 17,4% e Paula Belmonte, 3,9%.
José Roberto Arruda (PSD), que teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ainda é citado espontaneamente por 2,5% dos entrevistados. Ricardo Cappelli tem 1,7% e Kiko Caputo, 1,3%.
O levantamento mostra ainda 30,9% de eleitores indecisos na pesquisa espontânea, enquanto 10,6% afirmam que pretendem votar branco ou nulo.
A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Celina Leão e Leandro Grass. Nesse cenário, Celina aparece com 50,8% das intenções de voto, contra 32,9% de Grass. Brancos e nulos somam 10,6% e 3,6% não souberam avaliar.
No índice de rejeição, quando o eleitor aponta em quem não votaria de jeito nenhum, Leandro Grass aparece com 32,1%, em empate técnico com Celina Leão, que registra 31,2%.
Kiko Caputo tem 7,4% de rejeição; Ricardo Cappelli, 6,1%; e Paula Belmonte, 5,7%.
Na disputa por duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) aparece com 23% das intenções de voto na pesquisa estimulada.
A segunda posição registra uma diferença inferior à margem de erro: Leila do Vôlei (PDT) tem 17,7% e Bia Kicis (PL), 17,3%. A candidata Érika Kokay (PT) aparece logo atrás, com 14,4%. Sebastião Coelho (Novo) soma 2,3%, enquanto os demais candidatos têm 1% ou menos cada.
A margem de erro da pesquisa é de 2,9 pontos percentuais. Com isso, as diferenças entre Leila, Bia e Érika precisam ser interpretadas dentro da faixa de variação do levantamento.
Na pesquisa espontânea, Michelle Bolsonaro tem 16%, seguida por Bia Kicis, com 11,6%, Leila do Vôlei, com 9,9%, e Érika Kokay, com 8,8%. O levantamento mostra que 35,9% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar.
Para as oito cadeiras do Distrito Federal na Câmara dos Deputados, Fábio Félix (PSOL) é o candidato mais citado na pesquisa espontânea, com 5,06% das intenções de voto.
Rafael Prudente (MDB) aparece em seguida, com 3,1%, e Alberto Fraga (PL) tem 3,02%. Julio Cesar (Republicanos) registra 2,78%, enquanto Izalci Lucas (PL) aparece com 2,29%.
Também estão entre os dez nomes mais citados Fred Linhares (Republicanos), com 1,96%; Rodrigo Rollemberg (PSB), com 1,31%; Carlos Dalvan (União), com 1,06%; Professor Reginaldo Veras (PV), com 0,98%; e Zé Humberto (MDB), com 0,9%.
Na disputa pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Max Maciel (PSOL) aparece com 3,02% das intenções de voto na pesquisa espontânea.
Jaqueline Silva (MDB) tem 2,37%, seguida por Rogério Morro da Cruz (PSD), com 2,20%, Joaquim Roriz Neto (PL), com 1,96%, e Eduardo Pedrosa (União), com 1,88%.
Também aparecem entre os mais citados Chico Vigilante (PT), com 1,47%; Rôney Nemer (PP), com 1,39%; Pepa (PP), com 1,39%; Martins Machado (Republicanos), Robério Negreiros (Podemos) e André Kubitschek (PL), todos com 1,22%.
A pesquisa ouviu 1.225 eleitores com 16 anos ou mais, presencialmente, em 31 das 33 regiões administrativas do Distrito Federal, entre os dias 26 e 28 de setembro de 2026.
A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número DF-00922/2026.
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Baixar áudioBrasília recebeu cerca de R$ 25,3 milhões no primeiro decêndio de setembro de 2026. O crédito foi efetivado em 10 de setembro, uma quinta-feira, conforme os dados oficiais de distribuição do fundo.
Como este foi o primeiro repasse de setembro, o acumulado do mês coincide com o valor desta parcela e soma cerca de R$ 25,3 milhões. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste crédito, o montante transferido chega a aproximadamente R$ 374 milhões.
No terceiro trimestre de 2026, até a data do repasse, os valores somam cerca de R$ 89,1 milhões, contra aproximadamente R$ 78,6 milhões no mesmo intervalo de dias do terceiro trimestre de 2025, uma variação de 13,41%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — e este foi o primeiro do mês de setembro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioA previsão desta terça-feira, 15 de setembro, é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que indica tendência de estabilidade tanto na temperatura máxima quanto na mínima em relação aos dias anteriores. O quadro se desenha nos últimos dias do inverno, período em que a nebulosidade e as primeiras chuvas já aparecem com mais frequência na capital.
Ao longo do dia, o céu segue com muitas nuvens durante a manhã. À tarde, a nebulosidade se mantém e surge a possibilidade de chuva isolada. Já na noite, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, cenário que pede atenção de quem estiver na rua no fim do dia. A mínima prevista é de 21°C e a máxima chega a 33°C.
A umidade relativa do ar oscila entre 70%, valor máximo registrado nas primeiras horas do dia, e 30%, índice mínimo esperado no período da tarde, quando o calor é mais intenso. O vento sopra de fraco a moderado, com direção predominante entre oeste e sudoeste.
O nascer do sol em Brasília ocorre às 06h08 e o pôr do sol, às 18h07. Com a máxima de 33°C e a umidade caindo à tarde, a recomendação usual é reforçar a ingestão de líquidos e evitar exposição prolongada ao sol nos horários de maior calor.
Para os próximos dias, a tendência é de manutenção da nebulosidade com chuva na capital. Na quarta-feira (16), a previsão é de muitas nuvens com chuva isolada, mínima de 21°C e máxima de 30°C. Na quinta-feira (17), o cenário é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com os mesmos 21°C de mínima e 30°C de máxima.
Na sexta-feira (18), o céu segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com leve recuo das temperaturas: a mínima prevista é de 19°C e a máxima, de 28°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA ampliação do acesso à internet em Unidades Básicas de Saúde do Distrito Federal deve acelerar atendimentos, consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Até 6 UBS locais poderão receber conexão de qualidade por meio de um edital lançado pelos ministérios das Comunicações e da Saúde com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida busca ampliar a telessaúde no SUS em regiões que enfrentam dificuldades de acesso a médicos especialistas e outros serviços de saúde.
“O Governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. A saúde pública necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento mais ágil. Esse edital vai priorizar as UBS para garantir que médicos, enfermeiros, equipes de saúde e pacientes tenham acesso a uma infraestrutura digital moderna”, destacou.
“A internet precisa estar onde a vida das pessoas acontece de verdade. Hoje, o governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. De um lado, a saúde pública, que necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento digital. Do outro lado, a inclusão de uma condição fundamental para o acesso a direitos, serviços públicos e oportunidades de cidadania", complementou o ministro.
A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, criado para acelerar diagnósticos, reduzir filas e ampliar os atendimentos especializados na rede pública. Segundo o Ministério da Saúde, a expansão da telessaúde pode reduzir em até 30% o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da conectividade nas unidades básicas deve melhorar a integração de dados entre equipes médicas, facilitar o acesso aos prontuários dos pacientes e ampliar o atendimento remoto em municípios com dificuldade para acesso a especialistas. Segundo ele, a parceria também vai garantir a estrutura tecnológica necessária para o funcionamento dos serviços de telessaúde nas UBS.
“Essa parceria com o Ministério das Comunicações vai garantir para as Unidades Básicas de Saúde não só a conexão com a internet, mas também toda a estrutura interna necessária para permitir a integração dos dados e a comunicação das equipes”, afirmou.
"Quero agradecer por todo o esforço feito pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, para garantir internet para telecirurgia, que nós, cada vez mais, trouxemos para do SUS, e pelo trabalho e prioridade que está sendo dada para que essa conexão chegue também às Unidades Básicas de Saúde", enfatizou Padilha.
Além das teleconsultas e dos diagnósticos à distância, a conectividade também deve facilitar o agendamento de consultas, a troca de informações entre profissionais da saúde e a gestão de medicamentos nas unidades.
Com investimento de R$ 104 milhões, o edital do Fust prevê conectar até 3,8 mil UBS em todo o país. As propostas apresentadas por empresas e provedores deverão incluir conexão por fibra óptica ou satélite e a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde.
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Baixar áudioO projeto de concessão da BR-020, no trecho entre Brasília (DF) e Barreiras (BA), está atualmente em fase de estruturação, com previsão de conclusão dos estudos no segundo semestre de 2026.
De acordo com o Ministério dos Transportes, ainda não é possível detalhar o quantitativo de obras previstas ou o volume de investimentos estimados. A pasta informou que essas definições dependem da modelagem a ser desenvolvida pela Secretaria Nacional de Transporte Rodoviário (SNTR), após a conclusão dos estudos do estruturador.
A estimativa é de que o leilão seja realizado em agosto de 2027. Contudo, o deputado federal José Nelto (UNIÃO-GO), articulador do projeto, afirma que há chances de antecipação para março do próximo ano.
“A BR-020 é a espinha dorsal do escoamento agrícola e do transporte de passageiros entre Goiás e a Bahia. Não descansarei até que as máquinas estejam na pista, garantindo segurança e progresso para as famílias da nossa região”, pontuou José Nelto.
“Hoje, é considerada a BR da morte. É um trânsito violento, pesado. Como relator da infraestrutura no Brasil, meu relatório foi acertado com toda a equipe do governo. Fizemos o orçamento e era a necessidade do Brasil”, complementou.
No último dia 13 de maio, o parlamentar participou de audiência no Ministério dos Transportes com o ministro George Santoro. O encontro contou com a presença de prefeitos de cidades goianas, como Planaltina de Goiás, Alvorada do Norte, Colinas do Sul e Guarani de Goiás.
A pauta central foi a duplicação e adequação de 1.395,4 km de rodovias, abrangendo os estados de Goiás e Bahia, além de trechos no Tocantins e no Distrito Federal (BR-020 e BR-242).
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Com apoio do comunicador da rádio Cultura de Luís Eduardo Magalhães (BA), André Luís, o Brasil 61 ouviu o morador da cidade Diego Alves, de 38 anos, contador. Residente no bairro Florias leia, ele relata que o tráfego na BR-020 é intenso, com registros frequentes de acidentes. Diante disso, acredita que a concessão pode ajudar a reverter esse cenário, além de dar mais agilidade ao trânsito.
“A gente levava em torno de uma hora para chegar em Barreiras. Hoje, a gente leva em torno de uma hora e meia, duas horas para rodar 90 quilômetros. Então, para nós, vai ter um grande benefício aqui na nossa cidade. Se isso realmente acontecer, a gente vê que vai trazer esse grande benefício e, claro, vai também preservar muitas vidas”, afirmou.
Outras cidades que devem ser beneficiadas com a concessão são Sobradinho (DF), Planaltina (DF), Formosa (GO), Alvorada do Norte (GO), Vila Boa (GO) e Posse (GO).
A BR-020 é uma rodovia de aproximadamente 2 mil quilômetros de extensão, entre Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A estrada é considerada estratégica, pois também funciona como eixo de ligação entre diversos estados do Nordeste.
Ao longo do percurso, alguns trechos têm passado por revitalização após um tempo sem manutenção. Um dos exemplos liga o município de Campo Alegre de Lourdes (BA) a São Raimundo Nonato (PI).
Quase 12 quilômetros de rodovia passam por pavimentação. Em fevereiro deste ano, o empreendimento estava com 76% de execução. Os investimentos chegam a R$ 32,5 milhões, por meio do Novo PAC.
A previsão era de que a obra fosse concluída no primeiro semestre de 2026. O Brasil 61 tentou contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para atualização do andamento do empreendimento, mas não obteve retorno até o fechamento da reportagem.
Apesar disso, outros trechos da BR-020 seguem em situação crítica, como uma rota de aproximadamente 80 km dentro do município de São Raimundo Nonato (PI).
Segundo a assessoria da prefeitura, há asfalto nesse trecho há pelo menos 13 anos. No entanto, o município ainda considera o estado da pista “caótico”. A informação é de que algumas marcações já estão sendo feitas no asfalto, indicando uma possível etapa preliminar de recapeamento.
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