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Baixar áudioO período mais crítico desta sexta-feira (30) em Florianópolis deve ser a tarde, quando as trovoadas isoladas entram no cenário projetado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas seguem em tendência de queda: a máxima prevista aparece em declínio e a mínima, em ligeiro declínio — uma faixa estreita de variação ao longo do dia.
Para esta manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet projeta a mesma nebulosidade elevada, agora com pancadas de chuva e trovoadas isoladas — o período de maior instabilidade do dia. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva isoladas.
A umidade relativa do ar acompanha o cenário úmido: a previsão indicava máxima de 95% na madrugada, enquanto a mínima prevista para esta tarde é de 75%. O vento sopra de fraco a moderado, com direção predominante do sul (S).
O sol nasceu às 05h26 e se põe às 18h31, em um dia de primavera marcado pela nebulosidade. Com chuva prevista em todos os períodos, convém manter o guarda-chuva por perto e redobrar a atenção no trânsito, já que as pancadas podem reduzir a visibilidade e deixar o piso escorregadio.
Para os próximos dias, o sábado (31) deve ter muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, mínima de 18°C e máxima de 21°C. No domingo (1º), a previsão se mantém com muitas nuvens e chance de chuva isolada, entre 19°C e 23°C. Já a segunda-feira (2) tende a ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, mínima de 20°C e máxima de 26°C, no dia mais quente do horizonte de previsão.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA noite desta quinta-feira (29) em Florianópolis tem previsão de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, condição que encerra um dia de instabilidade do começo ao fim. Em relação ao dia anterior, a tendência apontada pelo Inmet é de ligeiro declínio na temperatura máxima e de elevação na mínima.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Para a tarde, já encerrada, o cenário previsto era de nebulosidade elevada acompanhada de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Para esta noite, a previsão mantém a mesma configuração, com muitas nuvens e novas pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
A umidade relativa do ar deve se manter alta durante todo o período. A previsão indicava máxima de 95% na madrugada, enquanto a mínima prevista para a tarde era de 75%. Os ventos previstos são calmos a fracos, com direção predominante de noroeste para sudeste.
As temperaturas previstas para esta quinta-feira ficam entre a mínima de 19°C e a máxima de 23°C. O sol nasceu às 05h27 e se pôs às 18h30, com 13 horas e 3 minutos de claridade.
Nos próximos dias, a instabilidade continua. A sexta-feira (30) deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 16°C e máxima de 20°C. No sábado (31), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, entre 18°C e 21°C. No domingo (1º), o tempo segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas de 19°C a 23°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioFlorianópolis receberá cerca de R$ 6,8 milhões na terceira e última distribuição do FPM referente a outubro de 2026. O montante integra o repasse que a União faz aos municípios brasileiros a cada dez dias e fecha o ciclo de transferências do mês para o caixa municipal.
No rateio desta parcela, Florianópolis aparece na 1ª posição entre os 295 municípios de Santa Catarina. O critério de distribuição é populacional, o que coloca as cidades mais populosas nas primeiras colocações da lista estadual.
Considerando as três parcelas de outubro, o município soma aproximadamente R$ 17,4 milhões em repasses do fundo no mês. Já nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total transferido chega a cerca de R$ 288 milhões.
No acumulado de 2026, até 30 de outubro, os repasses somam perto de R$ 235 milhões, ante cerca de R$ 211 milhões no mesmo período de 2025, o que representa variação de 11,58%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A partir desse montante, o Tribunal de Contas da União (TCU) define os coeficientes de cada cidade com base na população, e a transferência é feita em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o repasse do terceiro decêndio de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior. Os valores são brutos, antes das deduções constitucionais aplicadas pela Secretaria do Tesouro Nacional.
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Baixar áudioFlorianópolis contabilizou cerca de R$ 3,1 milhões em recursos do FPM nesta segunda remessa do mês de outubro de 2026, a segunda das três transferências previstas no calendário do período. O montante entra no caixa municipal sem destinação prévia e pode ser aplicado conforme as prioridades definidas pela administração local, respeitados os percentuais constitucionais mínimos de saúde e educação.
No comparativo estadual, Florianópolis ficou na 1ª posição entre os 295 municípios de Santa Catarina neste decêndio, ou seja, recebeu o maior valor do estado na transferência. A ordem de classificação acompanha os coeficientes populacionais aplicados a cada cidade, o que explica a presença das maiores populações catarinenses no topo da lista.
Somadas as transferências já creditadas em outubro, o município acumula aproximadamente R$ 10,6 milhões no mês. Na janela dos últimos doze meses, encerrada na data deste crédito, o total transferido pelo fundo a Florianópolis chega a cerca de R$ 288 milhões.
No recorte anual, de 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026, o município soma perto de R$ 229 milhões em repasses do FPM, contra algo próximo de R$ 204 milhões no mesmo intervalo de 2025. A variação entre os dois períodos é de 11,88%, segundo os dados oficiais da distribuição.
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União. A divisão entre as cidades segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada município e nas faixas definidas em lei. As transferências ocorrem em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil imediatamente anterior, prática adotada para não interromper o fluxo de caixa das prefeituras.
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Baixar áudioChuvas intensas e temporais afetaram 2,2 milhões de pessoas na Região Sul do Brasil entre julho e setembro de 2026. No mesmo período, 419 municípios decretaram situação de anormalidade. Os prejuízos chegaram a R$ 1,8 bilhão. As informações foram divulgadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Os dados constam da segunda edição do Boletim El Niño 2026/2027, referente ao período de 1º de julho a 30 de setembro. O levantamento registra ocorrências de deslizamentos, alagamentos, inundações, vendavais e granizo, além de um tornado na região.
No Paraná, o documento aponta impactos em áreas do norte e do noroeste do estado. O Vale do Ribeira também registra ocorrências. Em Santa Catarina, houve danos no Planalto Norte e o Meio-Oeste. Já no Rio Grande do Sul, o boletim menciona registros em diferentes áreas do território estadual, sem especificar os municípios.
O Sul apresentou o terceiro maior volume de prejuízos entre as regiões brasileiras, atrás do Nordeste, com R$ 5,7 bilhões, e do Sudeste, com R$ 4 bilhões.
Considerando os valores arredondados divulgados pela CNM, o R$ 1,8 bilhão estimado para o Sul representa aproximadamente 14% do total nacional, de R$ 12,6 bilhões.
As 2,2 milhões de pessoas afetadas na região correspondem a cerca de 32% do total de 6,9 milhões registrado em todo o país. Esse indicador não deve ser confundido com o número de pessoas que precisaram deixar suas casas, estimado em 87,7 mil no balanço nacional.
O resumo regional não detalha a distribuição dos prejuízos entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nem informa quantas moradias foram atingidas exclusivamente na Região Sul.
Para melhorar a preparação diante de novos desastres, a CNM recomenda revisar os planos municipais de contingência, organizar abrigos e definir rotas de evacuação.
A Nota Técnica nº 12, publicada em maio de 2026, também orienta os gestores a mapear áreas de risco e aprimorar a comunicação com a população.
Copiar o textoCotações do boi gordo, frango e suíno registram valorização no mercado atacadista
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta leve alta de 0,08% nesta quarta-feira (7). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 373,25.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 373,25 | 0,08% | 2,46% | 74,95 |
| 05/10/2026 | 372,95 | 0,82% | 2,37% | 74,80 |
| 02/10/2026 | 369,90 | 0,93% | 1,54% | 70,90 |
| 01/10/2026 | 366,50 | 0,60% | 0,60% | 70,24 |
| 30/09/2026 | 364,30 | 0,34% | 5,78% | 70,42 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,32 e o do resfriado a R$ 8,33.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 8,32 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,32 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,33 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,30 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,30 | -0,12% | 13,39% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 8,33 | 0,00% | 0,24% |
| 05/10/2026 | 8,33 | -0,12% | 0,24% |
| 02/10/2026 | 8,34 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,31 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,31 | 0,36% | 13,99% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 5,80% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 9,12.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 5,56.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | 9,12 | 5,80% | 7,29% |
| 05/10/2026 | 8,62 | 3,11% | 1,41% |
| 02/10/2026 | 8,36 | -1,65% | -1,65% |
| 01/10/2026 | 8,50 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,50 | 0,00% | 16,28% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 06/10/2026 | MG - posto | 6,34 | 0,79% | 3,26% |
| 06/10/2026 | PR - a retirar | 5,63 | 1,81% | 4,84% |
| 06/10/2026 | RS - a retirar | 5,59 | 1,27% | 6,07% |
| 06/10/2026 | SC - a retirar | 5,56 | 1,28% | 5,90% |
| 06/10/2026 | SP - posto | 6,31 | 3,27% | 9,17% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores
Copiar o textoBoi gordo abre a semana em alta em São Paulo, enquanto a carcaça suína recua no atacado paulista
Baixar áudioO preço do boi gordo apresenta alta de 0,93% nesta segunda-feira (5). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 369,90.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/10/2026 | 369,90 | 0,93% | 1,54% | 70,90 |
| 01/10/2026 | 366,50 | 0,60% | 0,60% | 70,24 |
| 30/09/2026 | 364,30 | 0,34% | 5,78% | 70,42 |
| 29/09/2026 | 363,05 | 0,86% | 5,42% | 69,60 |
| 28/09/2026 | 359,95 | 0,32% | 4,52% | 68,97 |
No mercado de frango, as cotações nas regiões da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado registram o quilo do produto congelado a R$ 8,33 e o do resfriado a R$ 8,34.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/10/2026 | 8,33 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,30 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,30 | -0,12% | 13,39% |
| 29/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
| 28/09/2026 | 8,31 | 0,00% | 13,52% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/10/2026 | 8,34 | 0,36% | 0,36% |
| 01/10/2026 | 8,31 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,31 | 0,36% | 13,99% |
| 29/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
| 28/09/2026 | 8,28 | 0,00% | 13,58% |
A carcaça suína especial apresenta baixa de 1,65% nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 8,36.
Entre os estados analisados, o suíno vivo registra o menor preço no Rio Grande do Sul, onde o animal é comercializado a R$ 5,33.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 02/10/2026 | 8,36 | -1,65% | -1,65% |
| 01/10/2026 | 8,50 | 0,00% | 0,00% |
| 30/09/2026 | 8,50 | 0,00% | 16,28% |
| 29/09/2026 | 8,50 | 0,35% | 16,28% |
| 28/09/2026 | 8,47 | 2,79% | 15,87% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 02/10/2026 | MG - posto | 6,18 | 0,00% | 0,65% |
| 02/10/2026 | PR - a retirar | 5,47 | 0,55% | 1,86% |
| 02/10/2026 | RS - a retirar | 5,33 | 0,95% | 1,14% |
| 02/10/2026 | SC - a retirar | 5,36 | 0,56% | 2,10% |
| 02/10/2026 | SP - posto | 5,88 | 0,68% | 1,73% |
Os dados são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.
Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um aviso meteorológico de severidade "Perigo" para tempestades que atingem com intensidade os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ao longo desta terça-feira (29). O alerta começou a valer às 9h29 e permanece vigente até às 23h59.
A previsão indica chuva volumosa, com acumulados que podem variar entre 30 e 60 mm/h ou alcançar de 50 a 100 mm ao longo do dia, além de rajadas de vento entre 60 e 100 km/h e queda de granizo. Os volumes divulgados representam estimativas meteorológicas e demandam acompanhamento contínuo dos órgãos oficiais.
Os acumulados projetados mantêm o risco elevado de alagamentos, enxurradas, transtornos na rede elétrica e queda de galhos ou árvores. As regiões cobertas pelo aviso incluem:
Durante o período de rajadas de vento, a Defesa Civil recomenda não se abrigar debaixo de árvores e evitar estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou painéis publicitários. Se houver risco de descargas elétricas ou alagamentos, a orientação é desligar aparelhos das tomadas ou o quadro geral de energia.
Acompanhe as atualizações de boletins e alertas específicos por município e bacia hidrográfica junto à Defesa Civil pelo telefone 199 ou ao Corpo de Bombeiros pelo 193.
Variações súbitas da velocidade do vento em curtos intervalos de tempo, capazes de elevar temporariamente a intensidade do escoamento. Seus efeitos vão desde a simples agitação da folhagem até queda de árvores e destelhamentos, a depender da intensidade.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) monitora a evolução de um sistema de baixa pressão que pode dar origem a um ciclone extratropical intenso, conhecido popularmente como ciclone bomba, entre a Argentina, o Uruguai, o Sul do Brasil e o Oceano Atlântico. A confirmação do fenômeno dependerá da evolução das condições meteorológicas nos próximos dias.
De acordo com o instituto, o sistema começou a se organizar nesta quinta-feira (6) e deve ganhar força rapidamente, atingindo o pico de intensidade no sábado (8), antes de avançar para o Oceano Atlântico.
Os principais impactos estão previstos entre os dias 6 e 8 de agosto, principalmente na Região Sul. A formação do ciclone favorece o avanço de uma frente fria, com possibilidade de chuvas intensas, temporais, descargas elétricas, granizo e rajadas de vento. No oceano, os ventos podem superar 100 km/h, enquanto áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem registrar rajadas acima de 60 km/h.
Após a passagem do sistema, uma massa de ar frio deve avançar sobre o Centro-Sul do país, provocando queda acentuada das temperaturas no Sul e reflexos também em áreas do Centro-Oeste e do Sudeste nos dias seguintes.
O INMET mantém avisos meteorológicos para áreas do Centro-Sul do Brasil e recomenda que a população acompanhe as atualizações da previsão do tempo, já que a intensidade e a trajetória do sistema ainda podem sofrer alterações conforme novos dados forem incorporados aos modelos meteorológicos.
Sistema de baixa pressão que se forma sobre águas tropicais, impulsionado por altas temperaturas e elevada umidade, apresentando circulação organizada. Conforme a intensidade dos ventos sustentados na superfície, classifica-se como perturbação tropical, depressão tropical, tempestade tropical e, nos estágios mais intensos, furacão (Atlântico e Pacífico Nordeste) ou tufão (Pacífico Noroeste).
Extremidade dianteira de uma massa de ar frio em avanço, que desloca o ar quente à sua frente. A passagem de uma frente fria costuma provocar queda de temperatura e umidade, elevação da pressão e mudança na direção do vento (no Hemisfério Norte, geralmente de sudoeste para noroeste; no Hemisfério Sul, o padrão típico é de noroeste/oeste para sudoeste/sul). A precipitação pode anteceder ou suceder a frente e, por vezes, uma linha de instabilidade intensa se forma antes de sua chegada.
Variações súbitas da velocidade do vento em curtos intervalos de tempo, capazes de elevar temporariamente a intensidade do escoamento. Seus efeitos vão desde a simples agitação da folhagem até queda de árvores e destelhamentos, a depender da intensidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs casos de vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de bronquiolite em crianças pequenas, apresentam tendência de redução em grande parte do Brasil. No entanto, a circulação do vírus ainda permanece elevada em diversos estados, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento também aponta queda nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de curto e longo prazo, considerando a Semana Epidemiológica 27, entre os dias 5 e 11 de julho.
A análise mostra que a diminuição das hospitalizações por SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada, principalmente, pela redução dos casos associados ao VSR. Já entre jovens, adultos e idosos, a queda está relacionada à diminuição das internações por influenza A, enquanto, na faixa etária de 5 a 14 anos, a redução ocorre sobretudo em razão da menor circulação do rinovírus.
Apesar do cenário mais favorável, os pesquisadores alertam que o VSR ainda provoca elevado número de casos graves em diversos estados. O crescimento das infecções permanece concentrado na Região Sul, além de Minas Gerais e Maranhão. Em outras unidades da Federação, embora haja sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do vírus seguem elevados.
No panorama nacional, cinco estados apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outras 17 unidades da Federação continuam registrando incidência elevada de SRAG, porém sem crescimento sustentado.
O boletim também aponta um leve aumento das hospitalizações por Covid-19 no Amazonas, embora a incidência permaneça baixa. Em relação à influenza A, os casos graves continuam elevados em Minas Gerais, Paraná e Roraima, mesmo após o período de sazonalidade da doença em grande parte do país.
Outro destaque do levantamento é o impacto desigual das doenças respiratórias conforme a idade. A maior incidência de SRAG continua concentrada em crianças de até 2 anos, principalmente em decorrência do VSR. Já a maior mortalidade é registrada entre pessoas com 65 anos ou mais, tendo a influenza A como principal agente associado.
Em 2026, o Brasil já contabiliza 115.203 casos de SRAG. Entre as amostras com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, o VSR responde pela maior parcela dos registros, seguido por rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.
Diante do cenário, a Fiocruz reforça a importância de manter a vacinação em dia e adotar medidas de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios e utilizar máscara caso seja necessário sair de casa.
Para acompanhar as próximas semanas epidemiológicas, acesse o Calendário Epidemiológico do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
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