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Baixar áudioA Transnordestina Logística S.A. (TLSA), controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), propôs ao Ministério dos Transportes que a conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul deixe de ocorrer em Porto Franco (MA) e passe a ser feita em Guaraí (TO). Segundo a pasta, a proposta está em análise e dependerá da conclusão de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental.
A possibilidade de alteração do traçado da ferrovia já mobiliza governos locais, moradores e representantes do setor produtivo diante dos impactos que poderá gerar sobre investimentos, logística e desenvolvimento regional.
O projeto da concessionária pode alterar um dos principais projetos ferroviários em andamento no país. Pela proposta apresentada pela TLSA, o novo trecho partiria de Eliseu Martins (PI) e seguiria até o Terminal de Guaraí (TO), localizado no município de Tupirama e conectado à Ferrovia Norte-Sul. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), o percurso teria cerca de 654 quilômetros, 34 quilômetros a mais que a alternativa atualmente prevista via Porto Franco (MA).
Em resposta ao Brasil 61, o ministério confirmou que recebeu da TLSA informações técnicas propondo o traçado via Guaraí. No entanto, a pasta ressaltou que a proposta da empresa está sendo analisada e ainda não há definição sobre o traçado definitivo.
Segundo o ministério, o projeto de ligação entre a Malha Nordeste e a Ferrovia Norte-Sul permanece em fase de estruturação e que a Infra S.A. elabora a documentação necessária para contratar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA).
“A definição de aspectos como investimentos, demanda, alternativas de traçado, cronograma e demais características do empreendimento dependerá da conclusão dos estudos e das análises técnicas correspondentes”, diz um trecho da nota encaminhada ao Brasil 61.
Caso a proposta seja aprovada, Porto Franco (MA) poderá deixar de receber um dos principais investimentos logísticos previstos para o sul do Maranhão.
De acordo com a Prefeitura de Porto Franco (MA), o município acompanha a análise da proposta com atenção e defende a manutenção da conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul no município maranhense, por considerar que o projeto é estratégico para o desenvolvimento da região.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Franco afirma que a mudança preocupa o setor produtivo local por retirar da região uma oportunidade estratégica de desenvolvimento da região Sul do estado.
Em nota, o presidente CDL, Higor Machado Oliveira, aponta que a conexão original da ferrovia ao município fortaleceria a integração logística, ampliaria a competitividade das empresas, reduziria custos de transporte e atrairia novos investimentos.
“Caso a alteração seja aprovada, entendemos que Porto Franco e diversos municípios do entorno poderão perder oportunidades estratégicas de crescimento econômico, comprometendo expectativas de expansão do comércio, da indústria, da prestação de serviços e do setor logístico, que vêm se preparando para aproveitar os benefícios da implantação desse importante corredor ferroviário”, salienta Machado Oliveira.
A entidade maranhense defende que a definição do traçado seja baseada em estudos técnicos consistentes, considerando não apenas aspectos operacionais, mas também os impactos sociais, econômicos e o desenvolvimento regional equilibrado.
A possível mudança também repercute entre moradores de Porto Franco. Comunicadora local e residente no município, Karoll Polino afirma que a proposta tem gerado preocupação na cidade que, segundo ela, sempre foi vista como um importante polo logístico da região.
“Caso a ligação da Ferrovia Transnordestina realmente deixe de passar por Porto Franco, o município pode perder oportunidades de atração de empresas, geração de empregos e fortalecimento da economia local”, avalia Polino.
Já no Tocantins, a avaliação do setor produtivo é de que a mudança pode ampliar a competitividade da economia estadual.
Para o assessor da Presidência da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), José Roberto Fernandes, a proposta poderá fortalecer a logística, ampliar a industrialização do estado, fortalecer a cadeia de alimentos, além de atrair investimentos e aumentar a geração de empregos.
“A alteração do ponto de intersecção da ferrovia transnordestina com a ferrovia norte-sul de Porto Franco no Maranhão para Guaraí, propicia um posicionamento mais centralizado do macrossistema de transporte e logística na região do Matopiba. Isso facilitará a conexão com os polos produtores de bens primários agrícolas, barateando sua captação e concentração em relação ao projeto original”, destaca Fernandes.
Na avaliação da FIETO, não há impactos negativos diretos para a indústria do estado caso a mudança seja aprovada, desde que a decisão seja baseada em estudos técnicos, econômicos e socioambientais.
A Ferrovia Transnordestina é considerada um dos principais projetos de infraestrutura logística do país. Com aproximadamente 1.750 quilômetros de extensão, conforme o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR), a Transnordestina tem potencial para ampliar o escoamento de minérios estratégicos e commodities agrícolas pela região portuária.
A ferrovia Transnordestina, construída pela CSN e pelo Governo Federal, transportará grãos, fertilizantes, cimento, combustíveis, minério, entre outros produtos. As obras seguem em execução em diferentes trechos da ferrovia considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola, mineral e industrial do Nordeste.
Segundo a Abifer e o MDIR, a primeira fase da Transnordestina, com 1.206 quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE), possui investimento de cerca de R$ 15 bilhões. Conforme o MDIR, são calculados R$ 7 bilhões para a entrega completa da obra.
Atualmente, a Fase 1 do projeto, que liga o Porto de Pecém (CE) ao sertão do Piauí, está com cerca de 75% de execução e tem previsão de ser finalizada em 2027. Já a entrega da Fase 2 deve ocorrer em 2029.
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Baixar áudioOs casos de vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de bronquiolite em crianças pequenas, apresentam tendência de redução em grande parte do Brasil. No entanto, a circulação do vírus ainda permanece elevada em diversos estados, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento também aponta queda nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de curto e longo prazo, considerando a Semana Epidemiológica 27, entre os dias 5 e 11 de julho.
A análise mostra que a diminuição das hospitalizações por SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada, principalmente, pela redução dos casos associados ao VSR. Já entre jovens, adultos e idosos, a queda está relacionada à diminuição das internações por influenza A, enquanto, na faixa etária de 5 a 14 anos, a redução ocorre sobretudo em razão da menor circulação do rinovírus.
Apesar do cenário mais favorável, os pesquisadores alertam que o VSR ainda provoca elevado número de casos graves em diversos estados. O crescimento das infecções permanece concentrado na Região Sul, além de Minas Gerais e Maranhão. Em outras unidades da Federação, embora haja sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do vírus seguem elevados.
No panorama nacional, cinco estados apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outras 17 unidades da Federação continuam registrando incidência elevada de SRAG, porém sem crescimento sustentado.
O boletim também aponta um leve aumento das hospitalizações por Covid-19 no Amazonas, embora a incidência permaneça baixa. Em relação à influenza A, os casos graves continuam elevados em Minas Gerais, Paraná e Roraima, mesmo após o período de sazonalidade da doença em grande parte do país.
Outro destaque do levantamento é o impacto desigual das doenças respiratórias conforme a idade. A maior incidência de SRAG continua concentrada em crianças de até 2 anos, principalmente em decorrência do VSR. Já a maior mortalidade é registrada entre pessoas com 65 anos ou mais, tendo a influenza A como principal agente associado.
Em 2026, o Brasil já contabiliza 115.203 casos de SRAG. Entre as amostras com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, o VSR responde pela maior parcela dos registros, seguido por rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.
Diante do cenário, a Fiocruz reforça a importância de manter a vacinação em dia e adotar medidas de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios e utilizar máscara caso seja necessário sair de casa.
Para acompanhar as próximas semanas epidemiológicas, acesse o Calendário Epidemiológico do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (23), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres no Amazonas, Bahia, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Na Bahia, Salvador recebeu o reconhecimento de situação de emergência por derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho. Os municípios baianos de Remanso e Bom Jesus da Serra, e Assunção, na Paraíba, passam por um período de estiagem.
São Miguel e Campo Redondo, no Rio Grande do Norte, e Caracol, no Piauí, sofrem com a seca, que é um período de ausência de chuvas mais longo que a estiagem.
No Amazonas, a cidade de Careiro da Várzea sofre com inundações e e Rio Preto da Eva enfrenta chuvas intensas. Em Minas Gerais, Santa Vitória recebeu o reconhecimento de situação de emergência por granizo, ao passo que Brasília de Minas passa por um período de seca.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil. Os pedidos devem ser feitos por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.
Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (19), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.
Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioA ampliação do acesso à internet em Unidades Básicas de Saúde do Maranhão deve acelerar atendimentos, consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em municípios mais afastados dos grandes centros.
Até 367 UBS do estado poderão receber conexão de qualidade por meio de um edital lançado pelos ministérios das Comunicações e da Saúde com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust). No Maranhão, serão atendidos 123 municípios.
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida busca ampliar a telessaúde no SUS em regiões que enfrentam dificuldades de acesso a médicos especialistas e outros serviços de saúde.
“O Governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. A saúde pública necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento mais ágil. Esse edital vai priorizar as UBS para garantir que médicos, enfermeiros, equipes de saúde e pacientes tenham acesso a uma infraestrutura digital moderna”, destacou.
“A internet precisa estar onde a vida das pessoas acontece de verdade. Hoje, o governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. De um lado, a saúde pública, que necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento digital. Do outro lado, a inclusão de uma condição fundamental para o acesso a direitos, serviços públicos e oportunidades de cidadania", complementou o ministro.
A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, criado para acelerar diagnósticos, reduzir filas e ampliar os atendimentos especializados na rede pública. Segundo o Ministério da Saúde, a expansão da telessaúde pode reduzir em até 30% o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da conectividade nas unidades básicas deve melhorar a integração de dados entre equipes médicas, facilitar o acesso aos prontuários dos pacientes e ampliar o atendimento remoto em municípios com dificuldade para acesso a especialistas. Segundo ele, a parceria também vai garantir a estrutura tecnológica necessária para o funcionamento dos serviços de telessaúde nas UBS.
“Essa parceria com o Ministério das Comunicações vai garantir para as Unidades Básicas de Saúde não só a conexão com a internet, mas também toda a estrutura interna necessária para permitir a integração dos dados e a comunicação das equipes”, afirmou.
"Quero agradecer por todo o esforço feito pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, para garantir internet para telecirurgia, que nós, cada vez mais, trouxemos para do SUS, e pelo trabalho e prioridade que está sendo dada para que essa conexão chegue também às Unidades Básicas de Saúde", enfatizou Padilha.
Além das teleconsultas e dos diagnósticos à distância, a conectividade também deve facilitar o agendamento de consultas, a troca de informações entre profissionais da saúde e a gestão de medicamentos nas unidades.
Com investimento de R$ 104 milhões, o edital do Fust prevê conectar até 3,8 mil UBS em todo o país. As propostas apresentadas por empresas e provedores deverão incluir conexão por fibra óptica ou satélite e a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde.
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Baixar áudioA partir deste domingo, 1º de fevereiro, moradores do Amazonas (AM), Amapá (AP), Maranhão (MA), Pará (PA) e Roraima (RR) contarão com tarifas de chamada local para ligações de telefonia fixa entre cidades com o mesmo código DDD. A mudança foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) por meio da Resolução nº 768/2024.
A alteração contempla os seguintes DDDs: 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98 e 99.
Com a mudança, as ligações nessas localidades que usam o mesmo DDD deixarão de ser consideradas chamadas de longa distância. Na prática, as áreas locais da telefonia fixa serão ampliadas, contemplando todos os municípios com o mesmo código nacional (CN). O número de áreas locais da telefonia fixa será reduzido de 4.118 para 67 áreas.
A medida tem potencial para reduzir os custos das chamadas de telefonia fixa, já que contará com tarifas de chamada local.
Os usuários do serviço de telefonia fixa terão a discagem simplificada. Para telefones fixos com o mesmo código DDD será necessário apenas ligar para o número do usuário de destino, sem precisar discar o código de operadora de longa distância e o DDD.
Segundo a Anatel, a modernização deve simplificar as regras do setor, além de estimular a harmonização e convergência de serviços de telecomunicações. A Agência também avalia que a mudança também deve estimular a competição e ampliar a transparência para o consumidor.
A Anatel alerta que a mudança das áreas locais não implica em alteração do número telefônico do usuário.
O objetivo é implementar a mudança em todo o país até junho de 2026. Para a transição, a Anatel definiu a implantação das novas Áreas Locais do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) em nove etapas sucessivas, estabelecidas em cronograma, com base nos Códigos DDD.
Confira o cronograma de implementação das Novas Áreas Locais do STFC:
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Baixar áudioO Ministério das Comunicações anunciou, nesta terça-feira (27), um conjunto de investimentos para ampliar a conectividade no Maranhão, com destaque para a implantação de redes de fibra óptica, reforço do sinal de telefonia móvel e expansão da internet em escolas públicas. Os anúncios foram feitos em São Luís, durante cerimônia no Palácio Henrique de La Rocque.
O principal projeto é a implantação da Infovia Maranhão, que prevê a construção de redes metropolitanas e trechos de longa distância em fibra óptica, integrando municípios ao backbone da Telebras. O investimento total é de R$113,6 milhões, com previsão de mais de 6 mil quilômetros de cabos e impacto em cerca de 20 municípios.
Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, o projeto vai além de um simples anúncio de investimentos e representa um passo para inserir o Maranhão no Brasil digital: “Estamos falando de desenvolvimento, de oportunidade, de acesso a serviços públicos e de um futuro mais justo. Isso significa levar sinal onde antes havia silêncio. Significa que produtores rurais, famílias, escolas e postos de saúde poderão se comunicar, acessar serviços, buscar informação e gerar renda.”
O governador do Maranhão, Carlos Brandão, afirma que o estado irá viver uma nova fase tecnológica. “Esse salto que estamos dando aqui no nosso estado é um marco histórico”, disse o governador.
Além da expansão da infraestrutura de internet, o ministério anunciou a ampliação da cobertura de telefonia móvel em rodovias e áreas rurais, com a entrega de novas torres e o fortalecimento do sinal ao longo da Rota das Emoções, trecho turístico entre São Luís e os Lençóis Maranhenses. A iniciativa também inclui a conexão de milhares de escolas públicas a partir de 2026, por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas.
● Inserção de 135 antenas de telefonia móvel em áreas rurais
● Ampliação do sinal ao longo de 184 km da Rota das Emoções
● Conexão em mais de 2 mil escolas em 2026
● Benefício potencial a cerca de 5 milhões de pessoas
O projeto da Infovia Maranhão prevê a implantação de redes de fibra óptica divididas em três lotes de municípios:
| Lote | Investimento | Municípios beneficiados |
|---|---|---|
| Lote 1 | R$ 5,19 milhões | Governador Edison Lobão (Ribeirãozinho), Ribamar Fiquene |
| Lote 2 | R$ 19,5 milhões | Lago da Pedra, Lago do Junco, Lago dos Rodrigues, Paulo Ramos, Pedreiras |
| Lote 3 | R$ 88,94 milhões | Altamira do Maranhão, Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Campestre do Maranhão, Carolina, Lajeado Novo, Mirador, Paraibano, Pastos Bons, Santa Luzia, São Domingos do Azeitão, São Raimundo das Mangabeiras, Sucupira do Norte |
Fonte: MCom
Os investimentos fazem parte de projetos de infovias estaduais vinculados ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e buscam ampliar o acesso à internet e aos serviços digitais em diferentes regiões do estado.
As informações são do Ministério das Comunicações.
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Baixar áudioOs 61 municípios da Macrorregião Leste de saúde do Maranhão – entre eles Codó, Colinas, Presidente Dutra, Santo Antônio dos Lopes – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais na macrorregião preocupam. Vacinas como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Para enfrentar esse cenário e ampliar a proteção da população, a Secretaria de Estado da Saúde tem intensificado as ações em todo o território. A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis da SES, Halice Figueiredo, destaca as principais estratégias previstas para os próximos meses.
“As prioridades nos próximos meses são manter e ampliar as coberturas vacinais. Intensificar a vacinação nas escolas. Orientar os municípios sobre a comunicação e ampliação dos pontos de vacinação. Fortalecer os comitês municipais de microplanejamento e reforçar a vigilância epidemiológica para evitar o retorno de doenças já controladas.”
As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!
O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Maranhão! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioOs 62 municípios da Macrorregião Sul de saúde do Maranhão – entre eles Balsas, Barra do Corda, Estreito, Grajaú, Imperatriz e São Raimundo das Mangabeiras – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Em Imperatriz, quem reconhece a importância da proteção é a moradora Mayara Noleto, de 35 anos, da Vila Redenção. Ela faz questão de manter a caderneta do filho Mateus, de 9 anos, sempre atualizada.
“Na minha percepção, a vacinação é importante porque protege todos nós. Evita surtos, reduz mortes, também hospitalizações e ajuda a eliminar doenças da população. É uma forma segura e eficaz de prevenir problemas de saúde.”
A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Estado da Saúde, Halice Figueiredo, destaca as ações previstas para ampliar a proteção no estado.
“As prioridades nos próximos meses é manter e ampliar as coberturas vacinais. Intensificar a vacinação nas escolas. Orientar os municípios sobre a comunicação e ampliação dos pontos de vacinação. Fortalecer os comitês municipais de microplanejamento e reforçar a vigilância epidemiológica para evitar o retorno de doenças já controladas.”
O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Maranhão! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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Baixar áudioOs 127 municípios da Macrorregião Norte de Saúde do Maranhão – entre eles Bacabal, Cururupu, Pinheiro, Rosário, Santa Inês e São Luís – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.
As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
Para mudar esse cenário, os municípios reforçam ações junto às comunidades. Em Cururupu, equipes montam pontos estratégicos em áreas de grande circulação. Foi em uma delas, no bairro de Taguatinga, que a moradora Maria Francilene, de 56 anos, atualizou a caderneta de vacinação da neta Maria Helena, de 6 anos.
“Como avó, tenho a preocupação de manter [a caderneta de vacinação da neta] atualizada. Devido a determinadas doenças que estão ‘sendo avançadas’.”
A mobilização para aumentar as taxas vacinais segue no estado. A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Estado da Saúde, Halice Figueiredo, detalha.
“As prioridades nos próximos meses é manter e ampliar as coberturas vacinais. Intensificar a vacinação nas escolas. Orientar os municípios sobre a comunicação e ampliação dos pontos de vacinação. Fortalecer os comitês municipais de microplanejamento e reforçar a vigilância epidemiológica para evitar o retorno de doenças já controladas.”
O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Maranhão! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.
Saiba mais em gov.br/vacinacao.
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