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Baixar áudioA previsão não indica chuva em São Luís nesta sexta-feira (30), e o padrão do céu deve variar pouco: a nebulosidade elevada aparece nos três períodos do dia. A amplitude térmica prevista é de cinco graus, e o valor mais alto deve ser alcançado nas horas da tarde, quando a umidade relativa do ar também deve cair ao menor patamar do dia, em um cenário típico de primavera na cidade.
Para a manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens. Para esta tarde, a expectativa também é de nebulosidade elevada, período em que a temperatura deve se aproximar do valor máximo previsto, de 32°C. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, sem mudança significativa no padrão do céu.
A previsão para a madrugada indicava umidade relativa do ar máxima de 90%, enquanto o menor valor esperado para o dia é de 45%, nas horas mais quentes da tarde. O vento deve soprar entre fraco e moderado, com direção predominante de nordeste para leste.
O sol nasceu às 05h36 e se põe às 17h48, totalizando pouco mais de doze horas de claridade. Para esta sexta-feira, as tendências apontadas pelo Inmet são de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima.
No sábado (31), a previsão mantém o céu com muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 33°C. No domingo (1º), a nebulosidade deve diminuir, com poucas nuvens e temperaturas entre 26°C e 32°C. Na segunda-feira (2), a previsão também é de poucas nuvens, com mínima de 27°C e máxima de 33°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA capital maranhense receberá cerca de R$ 26,4 milhões no terceiro decêndio de outubro, montante formado integralmente pela parcela do fundo, sem reserva adicional neste repasse.
Com esse valor, São Luís ocupa a 1ª posição entre os 217 municípios do Maranhão no repasse deste decêndio. A classificação segue a lógica de distribuição do fundo, que considera o porte populacional de cada cidade na definição dos coeficientes.
Somando os três repasses de outubro, o município chega a aproximadamente R$ 68 milhões transferidos no mês. Já no intervalo de doze meses encerrado em 30 de outubro, o total acumulado pela capital é de cerca de R$ 1,14 bilhões.
No acumulado de 2026, até a data deste crédito, as transferências do FPM a São Luís somam perto de R$ 919 milhões, ante cerca de R$ 839 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 9,61%.
O FPM é formado por parte do que a União arrecada com o Imposto de Renda (IR) e com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades obedece a coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada município. Os valores são liberados em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, conforme o calendário de pagamentos das transferências constitucionais.
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Baixar áudioAs pancadas de chuva isoladas previstas para esta quarta-feira (28) em São Luís devem se concentrar da tarde para a noite, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A tendência apontada pelo instituto é de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima, patamar que deve se manter ao longo dos próximos dias.
Para a manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens, sem destaque para precipitação nesse período. Para esta tarde, o cenário previsto é de nebulosidade elevada com pancadas de chuva isoladas, condição que deve se manter à noite, quando o tempo também deve seguir com muitas nuvens e possibilidade de chuva em pontos isolados. Os termômetros devem variar entre a mínima de 26°C e a máxima de 33°C.
A previsão indicava umidade relativa do ar máxima de 90% na madrugada. Para esta tarde, a expectativa é de queda até o índice mínimo de 50%. A previsão indica ainda vento fraco a moderado, com direção predominante de nordeste para leste.
O sol nasceu às 05h36 e se põe às 17h48, totalizando pouco mais de doze horas de claridade nesta quarta-feira de primavera. Em dias de pancadas isoladas, a chuva pode ocorrer de forma rápida e concentrada, atingindo apenas alguns pontos da cidade enquanto outros permanecem secos.
Nos próximos dias, a tendência é de redução da chance de chuva, mas com o céu ainda bastante encoberto. Na quinta-feira (29), a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 33°C. Na sexta-feira (30), o tempo segue com muitas nuvens, mínima de 25°C e máxima de 32°C. No sábado (31), a expectativa também é de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA possibilidade de chuva em São Luís nesta sexta-feira, 23 de outubro, se concentra a partir da tarde, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Para as temperaturas, o boletim traz tendência de estabilidade tanto nos valores mínimos quanto nos máximos, sem variação significativa em relação ao previsto para os demais dias do horizonte.
Para esta manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens na cidade, sem indicativo de precipitação nesse intervalo. Para esta tarde, a previsão aponta nebulosidade elevada e possibilidade de chuva isolada, período em que também é esperado o valor mais alto de temperatura do dia. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chance de chuva isolada em pontos da cidade.
A umidade relativa do ar tem variação ampla no período. A previsão indicava índice máximo de 90% durante a madrugada, enquanto para esta tarde o percentual mínimo previsto é de 40%, faixa em que convém reforçar a ingestão de água.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre nordeste e norte. O sol nasceu às 05h37 e se põe às 17h48, o que resulta em pouco mais de doze horas de claridade nesta sexta-feira de primavera.
Para os próximos dias, a tendência é de manutenção do padrão de nebulosidade. No sábado (24), a previsão indica muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 26°C e máxima de 33°C. No domingo (25), o céu deve ficar com muitas nuvens, sem indicativo de chuva, e temperaturas entre 26°C e 32°C. Já na segunda-feira (26), a expectativa é de poucas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 33°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA primavera em São Luís segue marcada por céu carregado, e esta quinta-feira (22) acompanha esse padrão: a chuva prevista pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem caráter isolado, ou seja, pode atingir alguns pontos da cidade e deixar outros sem precipitação, com concentração nas horas mais quentes do dia.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens e chance de chuva isolada. Para esta tarde, a expectativa é de nebulosidade elevada, também com possibilidade de pancadas pontuais. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, sem indicação de chuva no período. As temperaturas previstas vão de mínima de 26°C a máxima de 32°C.
A umidade relativa do ar prevista chega ao valor mais alto na madrugada, de 90%, enquanto o índice mínimo previsto para esta tarde é de 40%. O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre nordeste e leste.
O sol nasceu às 05h37 e se põe às 17h48. A tendência apontada pelo Inmet é de estabilidade na temperatura máxima e de ligeira elevação na mínima nos próximos dias.
Para sexta-feira (23), a previsão é de muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 32°C. No sábado (24), o céu deve seguir com muitas nuvens e os termômetros podem variar entre 26°C e 33°C. No domingo (25), a expectativa também é de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA capital maranhense teve cerca de R$ 12,2 milhões em recursos do FPM na segunda distribuição de outubro de 2026, montante que compõe o caixa municipal ao lado das receitas próprias e de outras transferências federais.
No recorte estadual deste decêndio, São Luís ficou na 1ª posição entre os 217 municípios do Maranhão que recebem o fundo. A ordem da lista acompanha os coeficientes populacionais aplicados a cada cidade.
Considerando todos os créditos já feitos em outubro, o município soma cerca de R$ 41,6 milhões em repasses do fundo no mês. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total transferido chega a cerca de R$ 1,14 bilhão.
No acumulado de 2026, até 20 de outubro, São Luís recebeu cerca de R$ 893 milhões do FPM, ante cerca de R$ 813 milhões no mesmo período de 2025, o que representa variação de 9,85%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão segue coeficientes calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada município, e o dinheiro é liberado em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioTreze locais de votação em nove municípios do Maranhão terão endereço diferente no segundo turno das Eleições 2026, em 25 de outubro. O balanço do TRE-MA, divulgado em 19 de outubro, informa que não houve alteração em São Luís.
As cidades com mudanças são Graça Aranha, Lima Campos, Presidente Vargas, Rosário, Santa Inês, Vargem Grande, Morros, São Mateus do Maranhão e Tutóia. Nos demais locais do estado, os endereços permanecem os mesmos do primeiro turno, segundo o tribunal.
A nota relaciona as transferências por município e seção. Em Graça Aranha, por exemplo, seções da Unidade Integrada Rosário Rolins passam para a UBS Creoli do Sinhá. Em Lima Campos, o atendimento de seções do Centro de Ensino João Epifânio da Silva será na Creche Pingo de Gente. A relação completa deve ser consultada no comunicado oficial.
Segundo o TRE-MA, o estado tem 5.880 locais de votação distribuídos pelos 217 municípios. Reformas, indisponibilidade de instalações, infraestrutura, acessibilidade e reorganização logística são fatores que podem justificar transferências, conforme a situação de cada prédio.
As zonas responsáveis estão reforçando a divulgação, inclusive com faixas nos endereços originais. O eleitor pode confirmar o próprio destino no e-Título, no Autoatendimento Eleitoral, pelo telefone 148 ou pelo WhatsApp (98) 2107-8880. A consulta deve ser feita antes de sair de casa, com atenção ao número da seção e ao endereço completo.
Antes de sair para votar, confira! O Brasil 61 disponibilizou uma ferramenta para ajudar você a verificar se sua seção passou a funcionar em outro endereço.
Informe seu estado, município e seção eleitoral e consulte.
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Baixar áudioDo financiamento de R$ 274 mil para a compra de um veículo comercial a contratos de cerca de R$ 20 mil para microempreendedores e operações voltadas à agricultura familiar, o crédito atendeu diferentes perfis de negócios durante duas exposições agropecuárias no Norte e Nordeste. Os atendimentos foram realizados pelo Banco da Amazônia na 66ª Exposição Agropecuária do Maranhão (Expoema), em São Luís (MA), e na 38ª Exposição Agropecuária de Marabá (Expoama), em Marabá (PA).
Nas duas feiras, produtores rurais, agricultores familiares, trabalhadores autônomos, microempreendedores e empresas buscaram informações sobre financiamento e formalizaram operações de crédito. Na Expoema, o atendimento esteve concentrado em linhas para o agronegócio, o varejo e o microcrédito produtivo orientado.
Em São Luís, um dos momentos de atendimento foi o “Dia D”, realizado em 10 de setembro. Clientes que já haviam passado pela análise de crédito foram à feira para formalizar os contratos.
“A gente tira dúvidas das pessoas interessadas em soluções financeiras, bem como daquelas interessadas em adquirir algum produto do banco”, destacou o superintendente de Rede, Varejo e Microcrédito do Banco da Amazônia, André Vargas.
Segundo o gerente-geral do Banco da Amazônia em São Luís, Jorgeanor Reis, a procura esteve concentrada principalmente em financiamento e informações sobre as modalidades disponíveis. Na avaliação dele, trata-se de uma ação que promove mais conexão entre a instituição e o produtor.
"A participação em eventos como esse, como a Expoema, permite ao Banco estar mais perto da realidade do setor, conhecer as necessidades e também conhecer as demandas que o setor possui. A gente acaba ficando mais perto da realidade", pontuou.
Entre as opções destinadas aos produtores, o financiamento pode ser usado no custeio da produção, na compra de máquinas e equipamentos, na melhoria da estrutura da propriedade ou na ampliação da atividade.
Para Jorgeanor Reis, o custo da operação também precisa ser compatível com a capacidade de geração de renda do produtor.
“Quando o produtor toma um crédito muito caro, muitas vezes acaba comprometendo a própria rentabilidade da atividade. Por isso, é importante que ele tenha acesso a linhas que estejam adequadas à realidade da produção e ao investimento que pretende fazer. O crédito precisa ajudar o produtor a crescer e não se transformar em um peso para a atividade”, orientou.
Parte dos recursos tem como fonte o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). Para o Plano Safra 2026/2027, o Banco da Amazônia prevê R$ 13 bilhões em crédito rural. São R$ 6,2 bilhões para custeio e comercialização e R$ 6,8 bilhões para investimentos.
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Do total, R$ 3 bilhões estão previstos para a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf); R$ 5,1 bilhões para pequenos e médios produtores; e R$ 4,9 bilhões para a agricultura empresarial. A feira foi realizada entre os dias 6 e 13 de setembro, em São Luís.
Segundo o gerente, os financiamentos destinados à agricultura familiar cresceram mais de 50% no Maranhão em 2026, na comparação com o ano anterior. Na área atendida pela agência de São Luís, mais de 2 mil famílias tiveram acesso a essas operações neste ano.
O crédito também alcança trabalhadores autônomos e pequenos empreendedores. No microcrédito produtivo orientado, o atendimento considera a realidade da atividade e pode incluir pessoas que ainda não têm uma empresa formalizada.
“Uma pessoa que vende churrasco, trabalha com artesanato ou possui uma pequena venda, por exemplo, mesmo sem ter uma empresa formalizada, pode ter acesso ao crédito do Banco da Amazônia”, afirmou Reis.
Um exemplo é o de Josielson Teixeira Silva, proprietário de um depósito de água. Ele chegou ao banco por indicação de um amigo e realizou a primeira operação por meio de um grupo solidário formado por cinco pessoas de atividades diferentes. Há três anos, mantém operações de crédito com a instituição.
Segundo Josielson, novos financiamentos foram contratados à medida que as operações anteriores eram quitadas. “Sempre que precisamos, renovamos o crédito, mantendo nosso compromisso em dia. Isso nos permite não apenas manter, mas ampliar nossa capacidade de investimento”, disse.
Em Marabá (PA), a 38ª Exposição Agropecuária também reuniu diferentes perfis de clientes, entre produtores rurais, microempreendedores e empresas.
Na quarta noite de evento, foram formalizados 28 contratos. Houve operações com valores médios na faixa de R$ 20 mil para pessoas jurídicas e microempreendedores individuais, além de financiamentos de maior porte. Entre eles, um crédito de R$ 274 mil para a aquisição de um veículo comercial destinado à estruturação operacional de uma empresa local.
O empresário Cleomir Petri, morador de Itupiranga, procurou o estande para formalizar uma operação de capital de giro para seus empreendimentos.
Também foi atendido Francisco Freitas, proprietário da Agro Carajás, empresa de assistência técnica e elaboração de projetos agropecuários. Segundo ele, a relação com o Banco da Amazônia começou há cerca de 15 anos e acompanhou a expansão da empresa, que atualmente possui sete unidades.
Para a gerente-geral do Banco da Amazônia, Josélia Cardoso, as operações atendem diferentes perfis de público.
“Temos linhas de crédito destinadas a micro e pequenas empresas, pequenos produtores rurais, agricultores familiares e outros segmentos. Durante o evento, nossa equipe esteve disponível para prestar orientações sobre as modalidades de financiamento”, destacou.
A Expoama foi realizada de 15 a 20 de setembro, no Parque de Exposições José Francisco Diamantino, em Marabá.
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Baixar áudioA Transnordestina Logística S.A. (TLSA), controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), propôs ao Ministério dos Transportes que a conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul deixe de ocorrer em Porto Franco (MA) e passe a ser feita em Guaraí (TO). Segundo a pasta, a proposta está em análise e dependerá da conclusão de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental.
A possibilidade de alteração do traçado da ferrovia já mobiliza governos locais, moradores e representantes do setor produtivo diante dos impactos que poderá gerar sobre investimentos, logística e desenvolvimento regional.
O projeto da concessionária pode alterar um dos principais projetos ferroviários em andamento no país. Pela proposta apresentada pela TLSA, o novo trecho partiria de Eliseu Martins (PI) e seguiria até o Terminal de Guaraí (TO), localizado no município de Tupirama e conectado à Ferrovia Norte-Sul. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), o percurso teria cerca de 654 quilômetros, 34 quilômetros a mais que a alternativa atualmente prevista via Porto Franco (MA).
Em resposta ao Brasil 61, o ministério confirmou que recebeu da TLSA informações técnicas propondo o traçado via Guaraí. No entanto, a pasta ressaltou que a proposta da empresa está sendo analisada e ainda não há definição sobre o traçado definitivo.
Segundo o ministério, o projeto de ligação entre a Malha Nordeste e a Ferrovia Norte-Sul permanece em fase de estruturação e que a Infra S.A. elabora a documentação necessária para contratar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA).
“A definição de aspectos como investimentos, demanda, alternativas de traçado, cronograma e demais características do empreendimento dependerá da conclusão dos estudos e das análises técnicas correspondentes”, diz um trecho da nota encaminhada ao Brasil 61.
Caso a proposta seja aprovada, Porto Franco (MA) poderá deixar de receber um dos principais investimentos logísticos previstos para o sul do Maranhão.
De acordo com a Prefeitura de Porto Franco (MA), o município acompanha a análise da proposta com atenção e defende a manutenção da conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul no município maranhense, por considerar que o projeto é estratégico para o desenvolvimento da região.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Franco afirma que a mudança preocupa o setor produtivo local por retirar da região uma oportunidade estratégica de desenvolvimento da região Sul do estado.
Em nota, o presidente CDL, Higor Machado Oliveira, aponta que a conexão original da ferrovia ao município fortaleceria a integração logística, ampliaria a competitividade das empresas, reduziria custos de transporte e atrairia novos investimentos.
“Caso a alteração seja aprovada, entendemos que Porto Franco e diversos municípios do entorno poderão perder oportunidades estratégicas de crescimento econômico, comprometendo expectativas de expansão do comércio, da indústria, da prestação de serviços e do setor logístico, que vêm se preparando para aproveitar os benefícios da implantação desse importante corredor ferroviário”, salienta Machado Oliveira.
A entidade maranhense defende que a definição do traçado seja baseada em estudos técnicos consistentes, considerando não apenas aspectos operacionais, mas também os impactos sociais, econômicos e o desenvolvimento regional equilibrado.
A possível mudança também repercute entre moradores de Porto Franco. Comunicadora local e residente no município, Karoll Polino afirma que a proposta tem gerado preocupação na cidade que, segundo ela, sempre foi vista como um importante polo logístico da região.
“Caso a ligação da Ferrovia Transnordestina realmente deixe de passar por Porto Franco, o município pode perder oportunidades de atração de empresas, geração de empregos e fortalecimento da economia local”, avalia Polino.
Já no Tocantins, a avaliação do setor produtivo é de que a mudança pode ampliar a competitividade da economia estadual.
Para o assessor da Presidência da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), José Roberto Fernandes, a proposta poderá fortalecer a logística, ampliar a industrialização do estado, fortalecer a cadeia de alimentos, além de atrair investimentos e aumentar a geração de empregos.
“A alteração do ponto de intersecção da ferrovia transnordestina com a ferrovia norte-sul de Porto Franco no Maranhão para Guaraí, propicia um posicionamento mais centralizado do macrossistema de transporte e logística na região do Matopiba. Isso facilitará a conexão com os polos produtores de bens primários agrícolas, barateando sua captação e concentração em relação ao projeto original”, destaca Fernandes.
Na avaliação da FIETO, não há impactos negativos diretos para a indústria do estado caso a mudança seja aprovada, desde que a decisão seja baseada em estudos técnicos, econômicos e socioambientais.
A Ferrovia Transnordestina é considerada um dos principais projetos de infraestrutura logística do país. Com aproximadamente 1.750 quilômetros de extensão, conforme o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR), a Transnordestina tem potencial para ampliar o escoamento de minérios estratégicos e commodities agrícolas pela região portuária.
A ferrovia Transnordestina, construída pela CSN e pelo Governo Federal, transportará grãos, fertilizantes, cimento, combustíveis, minério, entre outros produtos. As obras seguem em execução em diferentes trechos da ferrovia considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola, mineral e industrial do Nordeste.
Segundo a Abifer e o MDIR, a primeira fase da Transnordestina, com 1.206 quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE), possui investimento de cerca de R$ 15 bilhões. Conforme o MDIR, são calculados R$ 7 bilhões para a entrega completa da obra.
Atualmente, a Fase 1 do projeto, que liga o Porto de Pecém (CE) ao sertão do Piauí, está com cerca de 75% de execução e tem previsão de ser finalizada em 2027. Já a entrega da Fase 2 deve ocorrer em 2029.
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Baixar áudioOs casos de vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de bronquiolite em crianças pequenas, apresentam tendência de redução em grande parte do Brasil. No entanto, a circulação do vírus ainda permanece elevada em diversos estados, segundo o novo Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento também aponta queda nas internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de curto e longo prazo, considerando a Semana Epidemiológica 27, entre os dias 5 e 11 de julho.
A análise mostra que a diminuição das hospitalizações por SRAG entre crianças de até 4 anos é impulsionada, principalmente, pela redução dos casos associados ao VSR. Já entre jovens, adultos e idosos, a queda está relacionada à diminuição das internações por influenza A, enquanto, na faixa etária de 5 a 14 anos, a redução ocorre sobretudo em razão da menor circulação do rinovírus.
Apesar do cenário mais favorável, os pesquisadores alertam que o VSR ainda provoca elevado número de casos graves em diversos estados. O crescimento das infecções permanece concentrado na Região Sul, além de Minas Gerais e Maranhão. Em outras unidades da Federação, embora haja sinais de estabilização ou queda, os níveis de circulação do vírus seguem elevados.
No panorama nacional, cinco estados apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento nas últimas semanas: Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Outras 17 unidades da Federação continuam registrando incidência elevada de SRAG, porém sem crescimento sustentado.
O boletim também aponta um leve aumento das hospitalizações por Covid-19 no Amazonas, embora a incidência permaneça baixa. Em relação à influenza A, os casos graves continuam elevados em Minas Gerais, Paraná e Roraima, mesmo após o período de sazonalidade da doença em grande parte do país.
Outro destaque do levantamento é o impacto desigual das doenças respiratórias conforme a idade. A maior incidência de SRAG continua concentrada em crianças de até 2 anos, principalmente em decorrência do VSR. Já a maior mortalidade é registrada entre pessoas com 65 anos ou mais, tendo a influenza A como principal agente associado.
Em 2026, o Brasil já contabiliza 115.203 casos de SRAG. Entre as amostras com diagnóstico positivo para vírus respiratórios, o VSR responde pela maior parcela dos registros, seguido por rinovírus, influenza A, influenza B e Sars-CoV-2.
Diante do cenário, a Fiocruz reforça a importância de manter a vacinação em dia e adotar medidas de prevenção, como higienizar frequentemente as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir ou espirrar, evitar contato com outras pessoas quando houver sintomas respiratórios e utilizar máscara caso seja necessário sair de casa.
Para acompanhar as próximas semanas epidemiológicas, acesse o Calendário Epidemiológico do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
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