Voltar
Baixar áudioNão há indicação de chuva para João Pessoa nesta sexta-feira (30), de acordo com o Inmet. O destaque do dia fica por conta do aumento gradual da nebulosidade entre a manhã e a tarde, enquanto as temperaturas mantêm tendência de estabilidade tanto no valor máximo quanto no mínimo, em pleno período de primavera.
Para esta manhã, a previsão indica céu com poucas nuvens na cidade. Ao longo da tarde, a expectativa é de aumento da nebulosidade, com muitas nuvens cobrindo o céu, condição que deve se manter também durante a noite. A máxima prevista é de 32°C e a mínima, de 25°C. Não há previsão de nevoeiro ou névoa para nenhum dos períodos do dia.
A umidade relativa do ar também apresenta variação ao longo das 24 horas. A previsão indicava índice máximo de 75% durante a madrugada, enquanto para esta tarde o percentual mínimo esperado é de 40%, patamar que pede atenção com a hidratação nas horas mais quentes. O vento deve soprar de leste, com intensidade entre fraca e moderada e ocorrência de rajadas.
Nesta sexta-feira, o sol nasceu às 04h54 em João Pessoa e se põe às 17h14, o que resulta em pouco mais de doze horas de claridade, padrão típico da primavera.
Para os próximos dias, o Inmet prevê a continuidade do tempo quente. No sábado (31), o céu deve seguir com muitas nuvens, com mínima de 26°C e máxima de 32°C. No domingo (1º), a previsão é de poucas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 32°C. Já na segunda-feira (2), a expectativa é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioA quinta-feira, 29 de outubro, segue o padrão de nebulosidade típico da primavera em João Pessoa, com temperaturas em tendência de estabilidade em relação aos dias anteriores, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A máxima de 33°C prevista para hoje é a mais alta do horizonte atual de previsão: de sexta-feira a domingo, o teto estimado recua para 32°C.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens, sem destaque para precipitação. É no período da tarde que a nebulosidade elevada ganha companhia da chance de chuva isolada, aquela que atinge pontos específicos e não necessariamente toda a área da cidade. Já à noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, novamente sem indicativo de chuva.
Quanto à umidade do ar, a previsão apontava índice máximo de 80% durante a madrugada. Para esta tarde, a estimativa é de que o percentual recue até a mínima de 40%, patamar que pede atenção à hidratação, sobretudo em atividades ao ar livre nas horas mais quentes da primavera.
O vento deve soprar de sudeste, com intensidade entre fraca e moderada e ocorrência de rajadas ao longo do dia. O sol nasceu às 04h54 e se põe às 17h14, o que resulta em pouco mais de doze horas de claridade nesta quinta-feira.
Nos próximos dias, o padrão de nebulosidade se mantém. A sexta-feira, 30, tem previsão de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C. No sábado, 31, volta a possibilidade de chuva isolada entre as muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 32°C. O domingo, 1º de novembro, deve ter muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioMaior cidade da Paraíba, João Pessoa receberá cerca de R$ 21,2 milhões no terceiro decêndio de outubro de 2026. O recurso entra no caixa municipal sem desconto de reserva, já que não há parcela reservada neste repasse.
O município ocupa a 1ª posição entre os 223 municípios paraibanos que recebem o fundo, ou seja, responde pelo maior repasse do estado neste decêndio. A distribuição segue coeficientes populacionais, o que coloca a capital no topo da lista estadual.
Considerando os repasses já creditados e o deste decêndio, o acumulado de outubro soma aproximadamente R$ 54,4 milhões. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total transferido ao município chega a cerca de R$ 891 milhões.
De 1º de janeiro a 30 de outubro de 2026, o FPM destinado a João Pessoa soma perto de R$ 719 milhões, 9,48% acima dos cerca de R$ 656 milhões registrados no mesmo período de 2025.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A divisão entre os municípios obedece a coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada cidade. O repasse é feito em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
Copiar o texto
Baixar áudioA tarde concentra a maior chance de instabilidade nesta quarta-feira, 28 de outubro, em João Pessoa. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a nebulosidade deve ganhar força a partir do meio do dia, enquanto manhã e noite tendem a ficar com o céu mais limpo — padrão que se repete nos dias seguintes, em um dia sem variações bruscas de temperatura.
Para esta manhã, a previsão indica poucas nuvens, com o sol predominando entre períodos de nebulosidade. A tendência muda no decorrer do dia: para esta tarde, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, no período mais instável das próximas horas. À noite, o tempo deve voltar a apresentar poucas nuvens, com redução da chance de precipitação. As temperaturas devem variar entre a mínima de 23°C e a máxima de 31°C, dentro do padrão de primavera.
A umidade relativa do ar tem amplitude acentuada ao longo das 24 horas. A previsão indicava índice máximo de 90% na madrugada, enquanto para esta tarde o valor mínimo previsto é de 40%, nas horas mais quentes do dia. O vento deve soprar de fraco a moderado, com rajadas, em direções que variam de sudeste a oeste.
O sol nasceu às 04h54 e se põe às 17h14, o que resulta em mais de doze horas de claridade. Tanto a temperatura máxima quanto a mínima aparecem com tendência de estabilidade, sem variações bruscas previstas de um dia para o outro.
Nos próximos dias, o cenário permanece semelhante. A quinta-feira, 29, deve ter muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, mínima de 24°C e máxima de 32°C. Na sexta-feira, 30, a previsão mantém a mesma condição, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. No sábado, 31, a expectativa é novamente de muitas nuvens e chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioJoão Pessoa recebeu cerca de R$ 9,8 milhões do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, no segundo decêndio de outubro de 2026. O recurso entra no caixa da prefeitura como transferência da União e pode ser aplicado conforme a destinação definida pela administração municipal.
No recorte estadual, a capital paraibana ficou em 1º lugar entre os 223 municípios da Paraíba no repasse deste decêndio. A posição considera apenas os valores creditados nesta rodada de transferências.
Considerando todos os créditos já efetuados em outubro, o município soma aproximadamente R$ 33,3 milhões em transferências do fundo. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total repassado a João Pessoa chega a cerca de R$ 890 milhões.
No acumulado do ano, de janeiro até 20 de outubro, o FPM transferiu ao município cerca de R$ 697 milhões, ante aproximadamente R$ 636 milhões no mesmo intervalo de 2025, variação de 9,71%.
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) arrecadados pela União. Os coeficientes de cada cidade são definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população estimada, e os valores são creditados em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este corresponde ao segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
Copiar o texto
Baixar áudioQuatro locais de votação da Paraíba foram alterados entre o primeiro e o segundo turno das Eleições 2026. Segundo nota do TRE-PB publicada em 19 de outubro, as transferências abrangem oito seções em São Bento, Uiraúna e Vieirópolis. A nova votação será em 25 de outubro.
Em São Bento, na 69ª Zona Eleitoral, as seções 36, 37, 57, 75 e 136 deixam a Escola Municipal Maria de Lourdes Elias Dantas e passam para a Escola Municipal Antônio Souza da Silva, no Sítio Várzea Grande, zona rural. O novo prédio fica a cerca de um quilômetro do anterior.
Em Uiraúna, a seção 64 sai da Prefeitura Municipal para o Colégio Estadual de Uiraúna, na Rua Manoel Mariano, no Centro. A seção 2 deixa a Câmara Municipal e passa para a Escola Municipal Lica Duarte, na Rua Floriano Peixoto, bairro Retiro II.
Em Vieirópolis, a seção agregada identificada na nota como 110/111 passa da Escola Estadual Maria Moreira Pinto para a Escola Municipal Agripino Fernandes das Chagas, na Rua Cônego Antônio Anacleto, nº 50, em frente ao prédio anterior. Uiraúna e Vieirópolis são atendidas pela 53ª Zona Eleitoral.
O TRE-PB informa que as mudanças buscam melhorar o conforto, diante de aglomeração e calor excessivo. A consulta pode ser feita pelo e-Título, no Autoatendimento Eleitoral ou pelo Serviço de Atendimento ao Eleitor, no telefone e WhatsApp (83) 3512-1500.
Antes de sair para votar, confira! O Brasil 61 disponibilizou uma ferramenta para ajudar você a verificar se sua seção passou a funcionar em outro endereço.
Informe seu estado, município e seção eleitoral e consulte.
Compartilhe com a família e os amigos!
Copiar o texto
Baixar áudioO mais recente balanço do Cemaden, referente a setembro de 2026, sobre o risco de seca na agricultura familiar acende o sinal de alerta para as lavouras que iniciaram a semeadura em julho e encerram o seu ciclo em setembro. Segundo o órgão, 170 municípios brasileiros foram mapeados com risco alto de seca distribuídos entre as regiões Nordeste com 131, Norte com 34 e Centro-Oeste com 5. E outros 27 alcançaram o patamar de risco muito alto, sendo 26 no Nordeste e 1 no Norte. O cenário gera forte apreensão para os cultivos de sequeiros não irrigados de milho e feijão.
Em comparação com o mesmo período de 2025, houve um salto na gravidade dos dados para as lavouras iniciadas em julho, quando o país contava com 32 municípios em risco alto e nenhum em risco muito alto. Por outro lado, para os plantios mais recentes iniciados em agosto e setembro de 2026, observou-se uma redução no número de municípios com risco alto e moderado nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste em relação ao ano anterior. A exceção fica por conta da região Norte, que registrou aumento na severidade e no número de municípios afetados pela seca moderada e severa, com destaque para o estado do Amazonas.
A Região Nordeste sobressai como a área de maior vulnerabilidade dentro desse ciclo agrícola. Ao todo, 157 municípios nordestinos estão enquadrados nos níveis mais graves de monitoramento, somando 131 cidades em risco alto e 26 no nível muito alto de perda de safra. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) citados no relatório mostram impactos diretos na produção de culturas como o feijão-caupi, feijão cores e o milho em estados como Paraíba, Bahia, Piauí, Alagoas e Pernambuco, onde o estresse hídrico nas fases de floração e enchimento de grãos reduziu o potencial produtivo.
O monitoramento da severidade é realizado por meio do Índice Integrado de Seca (IIS), que combina o indicador de chuva (SPI1), a anomalia de umidade do solo a um metro de profundidade e o Índice de Saúde da Vegetação (VHI). A identificação detalhada das cidades sob risco crítico fornece subsídios técnicos fundamentais para direcionar ações preventivas, orientar o planejamento agrícola e apoiar as comunidades rurais mais atingidas pela estiagem.
A metodologia do IIS combina dados hidroclimáticos para inferir perdas na produção. Secas nas categorias entre moderada e excepcional sinalizam diferentes níveis de impacto:
Copiar o texto
Baixar áudioO governo federal entregou, nesta quarta-feira (30), 92 unidades habitacionais do Residencial Belvedere, em Campina Grande (PB). O investimento no residencial chega a R$ 16,1 milhões e os apartamentos beneficiam famílias da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, com renda familiar de até R$ 2.640.
A cerimônia foi realizada no bairro Serrotão e teve a participação do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, que representou o governo federal.
Durante a entrega, o ministro ressaltou que o programa habitacional tem o papel de mudar a realidade das famílias beneficiadas.
“Nada dignifica mais uma pessoa, uma família, do que a conquista do seu lar, sua moradia. 92 famílias vão ter um lar novo, uma casa nova, vão ter onde abrigar sua família melhor e onde realizar seus sonhos”, afirmou Gustavo Feliciano.
O ministro também destacou as ações do Ministério do Turismo (MTur) com enfoque no potencial turístico de Campina Grande, especialmente o São João, considerado um dos principais eventos culturais e econômicos da cidade.
"O país tem vivido o melhor momento do turismo, batendo todos os recordes. Com a contribuição da nossa Campina Grande, aportamos aqui no Maior São João do Mundo R$ 2 milhões do Governo Federal, para que vocês pudessem curtir o Maior São João do Mundo”, mencionou o chefe da pasta.
Entre as famílias que receberam as chaves no Residencial Belvedere está Elaine Maria da Silva, de 43 anos. Ela morou de aluguel por mais de 15 anos e, agora, recebeu o apartamento próprio nesta quarta-feira (30).
Elaine conta que pagava R$ 800 de aluguel, R$ 100 de energia e R$ 100 de água e que agora a realidade dela vai mudar. “Para mim, a casa própria é a realização de um sonho que parecia impossível”, disse.
A beneficiária destacou, ainda, a importância do suporte do programa federal para conquistar o próprio imóvel. "Esse subsídio é uma ajuda gigantesca. Assim como eu consegui, outros também podem conseguir”, completou.
Elaine Maria compartilhou, ainda, que o período em que morou de aluguel resultou em perdas econômicas e de bens materiais. No entanto, comemorou a nova conquista como o início de uma nova etapa.
“É um novo caminho. Daqui para a frente, só espero melhorias. Aluguel, nunca mais. Já mandei fazer toda a mobília. Vou deixar do jeito que eu quero. Porque quem vive de aluguel sabe que a gente perde muito. Tanto em valor, como em bens materiais. E agora eu vou fazer a mobília do meu gosto. Vou deixar do jeito que eu quero”, mencionou a beneficiária.
Na última terça-feira (29), o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, também participou da entrega de apartamentos no Residencial Villa Bela, em João Pessoa (PB).
Copiar o texto
Baixar áudioO governo federal entregou, nesta terça-feira (29), 224 unidades habitacionais do Residencial Villa Bela, em João Pessoa (PB). Os apartamentos, localizados no bairro das Indústrias, são destinados a famílias da Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, com renda familiar de até R$ 2.640.
A cerimônia foi conduzida pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, que representou o governo federal. O empreendimento é formado por sete blocos, com 32 apartamentos cada, e deve beneficiar cerca de 896 pessoas.
Durante a entrega, o ministro destacou o papel do programa habitacional na melhoria das condições de vida das famílias beneficiadas.
“E é isso que o programa Minha Casa, Minha Vida faz: dar dignidade às pessoas que não têm a oportunidade de ter a sua habitação, de não ter o seu lar, de construir e realizar a sua casa própria, o seu lar. Dar uma dignidade melhor para a sua família”, disse Feliciano.
O investimento no residencial é de R$ 37,6 milhões, sendo R$ 5,6 milhões em contrapartida do governo da Paraíba.
Segundo o ministro, a entrega das moradias também faz parte de uma ação conjunta entre os governos federal e estadual para ampliar a inclusão social e gerar oportunidades na Paraíba.
“A entrega aqui das unidades do Villa Bela é mais um passo no trabalho conjunto do Governo Federal e do Governo da Paraíba para proporcionar inclusão social e a geração de oportunidades para o nosso povo”, disse.
Entre as famílias que receberam as chaves está a de Maciele Alves Braz, de 26 anos. Ela morou de aluguel durante cinco anos e, agora, recebeu o apartamento próprio nesta terça-feira.
“Foi um momento que eu sonhei por muito tempo da minha vida. Eu passei por um longo processo de preparação, um ano procurando até encontrar essa oportunidade. E é uma realização muito grande para mim e para a minha família”, contou.
Para Maciele, a nova moradia representa também o início de uma nova fase. “O seu lar representa a sua identidade. E a minha casa, eu quero que ela tenha a minha identidade, a minha personalidade e que ela represente um acolhimento pra mim e pras pessoas que eu amo”, afirmou.
A entrega do Residencial Villa Bela integra a agenda do governo federal na Paraíba nesta semana.
Para esta quarta-feira (30), está prevista a entrega de apartamentos do Residencial Belveder, em Campina Grande.
Copiar o texto
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta terça-feira (23), a situação de emergência em 13 cidades afetadas por desastres no Amazonas, Bahia, Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Na Bahia, Salvador recebeu o reconhecimento de situação de emergência por derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho. Os municípios baianos de Remanso e Bom Jesus da Serra, e Assunção, na Paraíba, passam por um período de estiagem.
São Miguel e Campo Redondo, no Rio Grande do Norte, e Caracol, no Piauí, sofrem com a seca, que é um período de ausência de chuvas mais longo que a estiagem.
No Amazonas, a cidade de Careiro da Várzea sofre com inundações e e Rio Preto da Eva enfrenta chuvas intensas. Em Minas Gerais, Santa Vitória recebeu o reconhecimento de situação de emergência por granizo, ao passo que Brasília de Minas passa por um período de seca.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil. Os pedidos devem ser feitos por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Após a aprovação, é publicada portaria no Diário Oficial da União (DOU) com o valor a ser liberado.
Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado.
Com informações do MIDR
Copiar o texto