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Baixar áudioA sexta-feira (30) em Palmas tem tempo típico de primavera, com nebulosidade e umidade elevadas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O dia também deve ser o menos quente do horizonte de previsão, que vai até segunda-feira (2) com as máximas em elevação.
Para esta manhã, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, a previsão mantém o mesmo cenário, de céu carregado e chance de chuva passageira. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e pancadas isoladas.
As temperaturas previstas para o município variam entre a mínima de 24°C e a máxima de 30°C. A tendência apontada pelo Inmet é de máxima em declínio e mínima estável em relação ao dia anterior.
A previsão indicava umidade relativa do ar máxima de 90% na madrugada. Para esta tarde, a previsão indica queda até a mínima de 60%. O vento deve soprar de fraco a moderado, na direção noroeste-norte. O sol nasceu às 05h44 e se põe às 18h10 nesta sexta-feira de primavera.
Para os próximos dias, a previsão segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada em Palmas. No sábado (31), as temperaturas devem ficar entre 24°C e 31°C. No domingo (1º), a mínima prevista é de 25°C e a máxima sobe para 35°C. Já na segunda-feira (2), a expectativa é de mínima de 25°C e máxima de 36°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê tendência de declínio para a temperatura máxima nesta quinta-feira (29) em Palmas, enquanto a mínima deve permanecer estável. O período de maior instabilidade está previsto para a tarde, quando o instituto indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas.
A previsão para a manhã indicava muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Para esta tarde, o Inmet projeta muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir com nebulosidade elevada e chance de chuva isolada.
A previsão indica umidade relativa do ar alta ao longo do dia, comportamento típico da primavera. O Inmet indicava índice máximo de 95% na madrugada, enquanto a mínima prevista, de 70%, deve ocorrer no período da tarde.
O vento deve soprar entre fraco e moderado, com direção predominante de nordeste para leste. O sol nasceu às 05h44 e se põe às 18h10, o que dá cerca de doze horas e meia de claridade nesta quinta-feira.
Para os próximos dias, a tendência é de continuidade do tempo instável. A sexta-feira (30) terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, mínima de 24°C e máxima de 30°C. No sábado (31), a condição se repete, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. Já no domingo (1º), a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, mínima de 25°C e máxima de 35°C, a mais alta do período.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioSem valor de reserva nesta rodada, o recurso será depositado integralmente como parcela e deve somar cerca de R$ 10,2 milhões no caixa da prefeitura de Palmas. O dinheiro é transferido pelo Tesouro Nacional diretamente à conta do município.
No recorte estadual, Palmas aparece na 1ª posição entre os 139 municípios do Tocantins neste decêndio, de acordo com os valores divulgados para o repasse.
Considerando os créditos já realizados e o previsto para esta sexta-feira, outubro soma aproximadamente R$ 26,1 milhões em transferências do fundo para o município. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total chega a cerca de R$ 458 milhões.
No acumulado de 2026 até 30 de outubro, os repasses somam perto de R$ 360 milhões, ante aproximadamente R$ 335 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 7,26%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada cidade. As transferências são feitas em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioAs trovoadas isoladas previstas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para esta quarta-feira (28) em Palmas se concentram entre a manhã e a tarde, enquanto a noite deve ter apenas chuva isolada, sem trovoadas. A tendência é de estabilidade nas temperaturas, dentro do padrão típico da primavera: a máxima prevista de 34°C fica abaixo dos 37°C esperados para o sábado, e a mínima prevista é de 23°C.
Para esta manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. Para a tarde, o cenário previsto é semelhante, com nebulosidade elevada e possibilidade de novas pancadas com trovoadas pontuais. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chuva isolada, sem previsão de trovoadas.
A umidade relativa do ar tem oscilação ampla ao longo do dia. A previsão indicava índice máximo de 95% na madrugada; para a tarde, a mínima prevista é de 65%. A previsão indica vento fraco a moderado, com rajadas, na direção leste-sudeste.
O sol nasceu às 05h44 e se põe às 18h10 em Palmas nesta quarta-feira. Como há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, quem tem compromissos fora de casa deve considerar o risco de pancadas rápidas, que podem vir acompanhadas de rajadas de vento — variações súbitas na velocidade do vento em curto intervalo de tempo.
Para os próximos dias, o Inmet mantém o predomínio de muitas nuvens. Na quinta-feira (29), a previsão é de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 23°C e máxima de 33°C. Na sexta-feira (30), o céu deve permanecer com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 36°C. No sábado (31), a expectativa é de muitas nuvens e chuva isolada, com mínima de 24°C e máxima de 37°C, a mais alta do período.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioPalmas recebeu cerca de R$ 4,7 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026, montante que corresponde à cota do município na distribuição do fundo no período.
No recorte estadual, Palmas aparece na 1ª posição entre os 139 municípios do Tocantins nesse repasse, à frente das demais cidades do estado na distribuição do decêndio.
Considerando os repasses já creditados em outubro, o município soma aproximadamente R$ 16 milhões. No intervalo dos últimos doze meses, encerrado na data deste crédito, o total transferido pelo fundo chega a cerca de R$ 457 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até a data do repasse está 7,41% acima do registrado no mesmo período de 2025: foram aproximadamente R$ 350 milhões neste ano, ante cerca de R$ 326 milhões no intervalo equivalente do ano passado.
Os recursos do FPM têm origem na arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre os municípios segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base na população de cada cidade, e o dinheiro é liberado em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
O calendário de créditos é divulgado previamente pelo governo federal. Quando a data prevista para o depósito cai em fim de semana ou feriado, o repasse é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioO candidato Vicentinho Júnior (PSDB) aparece à frente da Professora Dorinha (União Brasil) na disputa pelo governo do Tocantins, segundo pesquisa RealTime Big Data divulgada na terça-feira (20). Considerando apenas os votos válidos, Vicentinho tem 52% das intenções de voto, contra 48% de Dorinha. O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Vicentinho Júnior registra 46% das intenções de voto, enquanto Professora Dorinha aparece com 42%. Outros 10% afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, e 2% não sabem ou não responderam.
Já na pesquisa espontânea, quando os eleitores indicam seus candidatos sem receber uma lista de nomes, Vicentinho tem 44%, contra 41% de Dorinha.
Nesse cenário, 11% declaram voto branco ou nulo, enquanto 4% não sabem ou não responderam.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Vicentinho Júnior registra 50% das intenções de voto, contra 39% de Professora Dorinha, uma vantagem de 11 pontos percentuais.
O candidato do PSDB também aparece numericamente à frente entre os eleitores com 60 anos ou mais, com 47%, contra 38% da adversária.
Já na faixa etária de 35 a 59 anos, Dorinha tem 45%, enquanto Vicentinho aparece com 43%. A diferença de dois pontos percentuais indica equilíbrio neste grupo.
A renda também revela comportamentos distintos. Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Vicentinho lidera com 50%, contra 38% de Dorinha.
A candidata do União Brasil, por outro lado, aparece à frente nas faixas de renda mais elevadas. Entre os entrevistados que recebem de dois a cinco salários mínimos, Dorinha tem 47%, contra 41% de Vicentinho. Entre aqueles com renda superior a cinco salários mínimos, a candidata registra 46%, enquanto o adversário tem 40%.
Na divisão por gênero, Vicentinho Júnior aparece com 46% das intenções de voto tanto entre homens quanto entre mulheres.
Entre os eleitores homens, Professora Dorinha registra 41%, cinco pontos percentuais abaixo do adversário.
Já entre as mulheres, a candidata do União Brasil alcança 43%, reduzindo a diferença para três pontos percentuais.
O percentual de entrevistados que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 10% nos dois grupos.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos, perguntando aos entrevistados em quem não votariam.
Professora Dorinha apresenta rejeição de 36%, enquanto Vicentinho Júnior registra 30%, uma diferença de seis pontos percentuais.
Outros 19% afirmam rejeitar os dois candidatos, enquanto 15% dizem não rejeitar nenhum deles.
A poucos dias do segundo turno, a maioria dos eleitores do Tocantins afirma já ter decidido em quem votar. Segundo o levantamento, 92% dizem que seu voto está definido, enquanto 8% admitem que ainda podem mudar de escolha.
Entre os eleitores de Vicentinho Júnior, 87% afirmam que não mudariam de candidato de jeito nenhum. Outros 8% dizem que dificilmente mudariam, e 5% admitem a possibilidade de votar em Professora Dorinha.
Entre os apoiadores de Dorinha, 88% afirmam que não mudariam de voto em nenhuma hipótese, 8% dizem que dificilmente mudariam e 4% consideram a possibilidade de votar em Vicentinho.
A pesquisa RealTime Big Data foi realizada entre os dias 15 e 19 de outubro de 2026, com 1.600 eleitores do Tocantins. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número TO-09320/2026 e divulgado em 20 de outubro de 2026.
Copiar o textoEstado soma 34 abalos em quase 40 anos e o registrado no início deste mês é o mais forte desde 2015
Baixar áudioUm tremor de terra de magnitude 3,7 foi registrado na madrugada de sexta-feira (4), próximo ao município de Sandolândia, no sul do Tocantins, às 5h45 (horário de Brasília). O abalo na cidade com menos de 4 mil habitantes foi detectado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
Não há relatos de danos materiais ou sequer de moradores que tenham sentido o tremor com intensidade. O fenômeno, no entanto, motivou a divulgação de um suposto novo tremor, previsto para ocorrer na próxima sexta-feira (18). “Esse alerta é falso, é uma alucinação. Os tremores são impossíveis de prever, e talvez nunca seja possível prever data, local e magnitude exatos. Isso é uma alucinação, não temos tecnologia para isso", alerta Bruno Colaço, sismólogo da RSBR e do Centro de Sismologia da USP.
O tremor de Sandolândia não é um episódio pontual na história do estado. Desde 1988, a RSBR catalogou 34 abalos sísmicos no Tocantins, concentrados principalmente nas regiões central e sul. Neste ano apenas, foram 3, sendo o de Sandolândia o de maior magnitude desde 2015.
Segundo Colaço, o histórico indica que o evento não é isolado, tampouco está fora do padrão e, ao mesmo tempo, não compõe um enxame sísmico — termo técnico para se referir a uma localidade com tremores em sequência. "O que mais chama atenção é essa magnitude de 3,7 — ela difere um pouco do que o Tocantins está acostumado, é um pouco mais alta. Esse é o maior tremor desde 2015 e está entre os três maiores desta última década", diz.
A posição geológica e formação rochosa do Brasil é privilegiada: estamos fora das zonas de riscos da atividade vulcânica, de furacões e de grandes terremotos. Catástrofes como sismos, vulcanismo e tsunamis (ondas gigantes) estão ligadas aos movimentos das placas tectônicas, que se movem na crosta da Terra por até 20 cm ao ano.
O Brasil não está localizado sobre a borda dessas placas, onde esses fenômenos são mais comuns e intensos, o que não significa que não haja atividade sísmica. A placa Sul-Americana, onde o país está localizado ao centro, é pressionada pelos movimentos das placas de Nazca e a Africana.
"Essas tensões se distribuem por toda a crosta e vão se acumulando durante anos; quando ficam muito grandes, as rochas não conseguem suportar esses esforços e quebram. Quando acontecem essas quebras, ao longo de falhas geológicas, se originam essas fraturas, e as ondas se espalham em todas as direções — é isso que as pessoas eventualmente podem sentir", explica Colaço.
Esses episódios são chamados de sismicidade intraplaca, que podem ocasionar tremores em qualquer parte do Brasil, mas normalmente em magnitudes mais baixas. Por isso, são raros os casos de danos sérios à construções civis ou até mesmo estruturas como barragens, reservatórios e usinas. Ainda assim, o país possui mais de 120 estações de monitoramento da atividade, o que permite expandir os conhecimentos na área e registrar mais abalos.
Nos últimos meses, países da América do Sul sofreram uma sequência de terremotos de grandes magnitudes, que ultrapassam os 7 pontos. Os sismos na Colômbia, Venezuela e no Peru deixaram centenas de mortos e milhares de desabrigados mas, apesar da proximidade temporal e de terem sido originados pela atividade da mesma placa tectônica, Colaço avalia que eles não guardam qualquer relação entre si e muito menos ao tremor sentido no Tocantins.
Diferentemente da previsão climática, que estima a probabilidade da ocorrência de eventos como sol, chuva ou neve, o sismólogo é categórico ao afastar a hipótese de se prever terremotos. "Com a tecnologia de hoje, não existe nenhum método científico capaz de prever, com precisão, a data, o local e a magnitude que um terremoto vai ocorrer — como fazemos, por exemplo, com a previsão de chuva ou neve. Muitos cientistas, e me incluo entre eles, acreditam que talvez nunca seja possível isso acontecer", frisa.
Segundo ele, o que a ciência consegue fazer atualmente é estimar risco de ocorrência dos tremores em determinada área a partir do movimento das placas ou alertar populações próximas após um abalo ser captado pelos sistemas de monitoramento. "Isso não prevê nada, o tremor já aconteceu. O sistema automático detecta que o tremor já ocorreu e tenta avisar as comunidades vizinhas da chegada desse tremor. Dependendo da magnitude e da distância, pode haver alguns segundos ou minutos para as pessoas procurarem abrigo, e isso pode salvar vidas", conclui.
Copiar o textoExames técnicos identificaram comprometimento nas fundações da ponte da BR-235, em Pedro Afonso (TO)
Baixar áudioO Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) interditou totalmente a ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, em Pedro Afonso (TO), após a conclusão de estudos técnicos na sexta-feira (17), que apontaram comprometimento irreversível das fundações da estrutura. A decisão foi tomada com base em ensaios de campo e análises laboratoriais que descartaram a possibilidade de uma reabilitação segura da ponte.
Durante a investigação, a estrutura passou por uma prova de carga, na qual caminhões pesados foram posicionados sobre a ponte para medir seu comportamento sob esforço. Paralelamente, amostras de concreto das fundações e dos pilares foram analisadas pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Os testes revelaram que, mesmo após a retirada da carga, parte da deformação permaneceu na estrutura, indicando perda de capacidade de recuperação.
Os exames laboratoriais identificaram reações químicas internas no concreto, responsáveis pela deterioração das fundações dos apoios centrais. Segundo o DNIT, trata-se de um problema irreversível, cuja única solução técnica é a substituição da estrutura, inviabilizando a recuperação da ponte.
Diante do resultado das análises, o órgão informou que a ponte será reconstruída. Enquanto o projeto definitivo é elaborado, a travessia permanecerá interditada. O DNIT avalia, no entanto, a possibilidade de liberar futuramente o tráfego apenas para veículos leves, como carros e motocicletas, desde que sejam realizados serviços preparatórios. Essa alternativa será reavaliada em até 15 dias.
Até que haja nova definição, a orientação é que os motoristas utilizem as rotas alternativas divulgadas pelo DNIT, enquanto a fiscalização da interdição será realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).
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Baixar áudioA Transnordestina Logística S.A. (TLSA), controlada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), propôs ao Ministério dos Transportes que a conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul deixe de ocorrer em Porto Franco (MA) e passe a ser feita em Guaraí (TO). Segundo a pasta, a proposta está em análise e dependerá da conclusão de estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental.
A possibilidade de alteração do traçado da ferrovia já mobiliza governos locais, moradores e representantes do setor produtivo diante dos impactos que poderá gerar sobre investimentos, logística e desenvolvimento regional.
O projeto da concessionária pode alterar um dos principais projetos ferroviários em andamento no país. Pela proposta apresentada pela TLSA, o novo trecho partiria de Eliseu Martins (PI) e seguiria até o Terminal de Guaraí (TO), localizado no município de Tupirama e conectado à Ferrovia Norte-Sul. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), o percurso teria cerca de 654 quilômetros, 34 quilômetros a mais que a alternativa atualmente prevista via Porto Franco (MA).
Em resposta ao Brasil 61, o ministério confirmou que recebeu da TLSA informações técnicas propondo o traçado via Guaraí. No entanto, a pasta ressaltou que a proposta da empresa está sendo analisada e ainda não há definição sobre o traçado definitivo.
Segundo o ministério, o projeto de ligação entre a Malha Nordeste e a Ferrovia Norte-Sul permanece em fase de estruturação e que a Infra S.A. elabora a documentação necessária para contratar os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA).
“A definição de aspectos como investimentos, demanda, alternativas de traçado, cronograma e demais características do empreendimento dependerá da conclusão dos estudos e das análises técnicas correspondentes”, diz um trecho da nota encaminhada ao Brasil 61.
Caso a proposta seja aprovada, Porto Franco (MA) poderá deixar de receber um dos principais investimentos logísticos previstos para o sul do Maranhão.
De acordo com a Prefeitura de Porto Franco (MA), o município acompanha a análise da proposta com atenção e defende a manutenção da conexão da Ferrovia Transnordestina com a Ferrovia Norte-Sul no município maranhense, por considerar que o projeto é estratégico para o desenvolvimento da região.
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Porto Franco afirma que a mudança preocupa o setor produtivo local por retirar da região uma oportunidade estratégica de desenvolvimento da região Sul do estado.
Em nota, o presidente CDL, Higor Machado Oliveira, aponta que a conexão original da ferrovia ao município fortaleceria a integração logística, ampliaria a competitividade das empresas, reduziria custos de transporte e atrairia novos investimentos.
“Caso a alteração seja aprovada, entendemos que Porto Franco e diversos municípios do entorno poderão perder oportunidades estratégicas de crescimento econômico, comprometendo expectativas de expansão do comércio, da indústria, da prestação de serviços e do setor logístico, que vêm se preparando para aproveitar os benefícios da implantação desse importante corredor ferroviário”, salienta Machado Oliveira.
A entidade maranhense defende que a definição do traçado seja baseada em estudos técnicos consistentes, considerando não apenas aspectos operacionais, mas também os impactos sociais, econômicos e o desenvolvimento regional equilibrado.
A possível mudança também repercute entre moradores de Porto Franco. Comunicadora local e residente no município, Karoll Polino afirma que a proposta tem gerado preocupação na cidade que, segundo ela, sempre foi vista como um importante polo logístico da região.
“Caso a ligação da Ferrovia Transnordestina realmente deixe de passar por Porto Franco, o município pode perder oportunidades de atração de empresas, geração de empregos e fortalecimento da economia local”, avalia Polino.
Já no Tocantins, a avaliação do setor produtivo é de que a mudança pode ampliar a competitividade da economia estadual.
Para o assessor da Presidência da Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (Fieto), José Roberto Fernandes, a proposta poderá fortalecer a logística, ampliar a industrialização do estado, fortalecer a cadeia de alimentos, além de atrair investimentos e aumentar a geração de empregos.
“A alteração do ponto de intersecção da ferrovia transnordestina com a ferrovia norte-sul de Porto Franco no Maranhão para Guaraí, propicia um posicionamento mais centralizado do macrossistema de transporte e logística na região do Matopiba. Isso facilitará a conexão com os polos produtores de bens primários agrícolas, barateando sua captação e concentração em relação ao projeto original”, destaca Fernandes.
Na avaliação da FIETO, não há impactos negativos diretos para a indústria do estado caso a mudança seja aprovada, desde que a decisão seja baseada em estudos técnicos, econômicos e socioambientais.
A Ferrovia Transnordestina é considerada um dos principais projetos de infraestrutura logística do país. Com aproximadamente 1.750 quilômetros de extensão, conforme o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR), a Transnordestina tem potencial para ampliar o escoamento de minérios estratégicos e commodities agrícolas pela região portuária.
A ferrovia Transnordestina, construída pela CSN e pelo Governo Federal, transportará grãos, fertilizantes, cimento, combustíveis, minério, entre outros produtos. As obras seguem em execução em diferentes trechos da ferrovia considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola, mineral e industrial do Nordeste.
Segundo a Abifer e o MDIR, a primeira fase da Transnordestina, com 1.206 quilômetros entre Eliseu Martins (PI) e o Porto do Pecém (CE), possui investimento de cerca de R$ 15 bilhões. Conforme o MDIR, são calculados R$ 7 bilhões para a entrega completa da obra.
Atualmente, a Fase 1 do projeto, que liga o Porto de Pecém (CE) ao sertão do Piauí, está com cerca de 75% de execução e tem previsão de ser finalizada em 2027. Já a entrega da Fase 2 deve ocorrer em 2029.
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Baixar áudioA ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, entre os municípios tocantinenses de Pedro Afonso e Tupirama, foi totalmente interditada nos dois sentidos. A medida está em vigar desde o dia 19 de junho e vale para todos os veículos, inclusive os oficiais e os que prestam serviços essenciais.
A interdição foi determinada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) e atinge a estrutura localizada no km 163,59 da rodovia. A informação foi veiculada pelo Portal Centro-Norte Notícias e também divulgada pela Prefeitura de Pedro Afonso nas redes sociais.
Até então, o tráfego no local estava restrito e liberado apenas para veículos oficiais e de serviços essenciais, como viaturas da Polícia Militar, ambulâncias, veículos da Saúde e de órgãos de fiscalização e defesa agropecuária. Com a nova decisão, nem mesmo esses veículos poderão passar pela ponte.
Conforme a publicação da prefeitura de Pedro Afonso, com o bloqueio total, a travessia entre as duas cidades deverá ser feita exclusivamente por balsa, tanto por motoristas quanto por pedestres.
A orientação é que os usuários sigam as instruções dos órgãos responsáveis pela operação e observem os horários de funcionamento do transporte fluvial.
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Nas redes sociais, a Prefeitura de Pedro Afonso pediu atenção à população. “Pedimos atenção redobrada aos motoristas e demais usuários da via, além de compreensão diante da situação. A Prefeitura segue acompanhando o caso e manterá a população informada sobre qualquer atualização.”
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Em maio, o DNIT já avia anunciado uma restrição de passagem pela ponte. Na ocasião o órgão estabeleceu outras alternativas:
Para esta última determinação, o DNIT não detalhou os motivos da interdição total nem informou prazo para a liberação do tráfego ou para o início das obras de reparo na estrutura. O Brasil 61 tentou contato com o órgão, que pediu mais tempo para repassar as informações. Até o fechamento desta matéria, não obteve este veículo de comunicação não obteve retorno.
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