Inteligência artificial

19/10/2026 21:30h

Moeda americana encerrou o pregão cotada a R$ 5,04, enquanto o euro fechou a R$ 5,65

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O dólar comercial registrou desvalorização de 0,49% nesta segunda-feira (19), fechando o dia cotado a R$ 5,04.

As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o dólar influenciaram o mercado financeiro, com recuo dos principais índices acionários e manutenção do cenário de cautela entre investidores, segundo dados da Investing.com.

Apesar da queda das bolsas americanas, uma empresa petrolífera que atua na Bacia de Williston e integra a seleção de modelos de inteligência artificial da InvestingPro registrou valorização de 12,94% no mês e de 12,99% desde sua inclusão na lista, em 1º de junho de 2026.

A seleção foi disponibilizada antecipadamente aos assinantes do InvestingPro, por um valor inferior a US$ 9 mensais. Outras empresas que integram a carteira recomendada pelos modelos de IA também apresentaram altas desde suas respectivas datas de entrada:

  • EFOR (Everforth): valorização de 118,45% desde 1º de julho de 2026. A empresa está associada ao segmento de tecnologia de alto crescimento.
  • DK (Delek US Holdings): alta de 104,2% desde 1º de março de 2026, com destaque para indicadores de valor e resultados financeiros.
  • DINO (HF Sinclair): avanço de 78% desde 1º de junho de 2026, em um cenário de crescimento dos lucros e aceleração dos resultados.
  • CVI (CVR Energy): valorização de 72,99% desde 1º de agosto de 2026, com melhora dos lucros e indicadores de desempenho das ações.
  • CCSI (Consensus Cloud Solutions): alta de 65,54% desde 1º de fevereiro de 2026, entre as empresas de menor capitalização acompanhadas pela plataforma.

O índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas globais, fechou aos 101,95 pontos.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,65.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
 

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1981 0,1769 0,1491 31,3993 0,1637 0,2794 0,2842
USD 5,0490 1 0,8919 0,7517 158,54 0,8267 1,4110 1,4328
EUR 5,6522 1,1212 1 0,8428 177,76 0,9269 1,5819 1,6064
GBP 6,7057 1,3304 1,1866 1 210,92 1,0998 1,8770 1,9061
JPY 0,0318 0,0063 0,0056 0,0047 1 0,5214 0,0089 0,0090
CHF 6,1074 1,2097 1,0789 0,9093 191,78 1 1,7067 1,7332
CAD 3,5786 0,7088 0,6322 0,5328 112,37 0,5860 1 1,0155
AUD 3,5192 0,6979 0,6225 0,5246 110,66 0,5770 0,9847 1

 

Os dados são da Investing.com. 

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15/10/2026 04:30h

Decreto publicado na terça-feira (13) limita tempo de espera, proíbe transferir o cliente de um canal para outro e permite cancelar contratos pelo mesmo canal em que foram feitos; regras entram em vigor 20 dias após a publicação

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O Decreto nº 13.135/2026, publicado no Diário Oficial da União em 13 de outubro, muda as regras do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). A norma revoga o Decreto nº 11.034, de 2022 e entra em vigor 20 dias após a publicação, ou seja, no início de novembro.

Atendimento por pessoa

O fornecedor passa a ser obrigado a oferecer atendimento por uma pessoa, por telefone e por canais eletrônicos, das 8h às 20h, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados. Além do telefone, deve haver pelo menos um canal eletrônico funcionando 24 horas por dia, como chats em sites e aplicativos ou mensagens instantâneas.

Sistemas automatizados e inteligência artificial continuam permitidos para triagem, distribuição e resolução de demandas, mas não podem impedir ou afastar a opção de falar em tempo real com um atendente. Para o secretário nacional do Consumidor, Ricardo Morishita, a questão não é ser contra o digital. "As máquinas podem ajudar, podem até resolver, mas nunca substituir, evitar ou afastar o atendimento feito por pessoas", afirmou.

Limites de espera

No telefone, em pelo menos 80% das demandas, o contato com uma pessoa deve ocorrer em até 20 segundos. Nas demais, a espera máxima é de 5 minutos, respeitadas as regras específicas de agências reguladoras. Se a ligação cair, a empresa deve retornar em até 5 minutos, aproveitar as informações já dadas e informar o número de protocolo, quando houver. O consumidor não pode ser obrigado a reiniciar o atendimento.

O atendimento deve ser gratuito e não pode depender de número de contrato, CPF ou outros dados prévios para começar. O decreto também limita a cinco os níveis de atendimento, proíbe publicidade durante a conversa, inclusive na espera, e veda a exigência de que o consumidor repita uma demanda já registrada, salvo por razão técnica fundamentada.

Prazos de resposta e registros

Demandas que não sejam urgentes devem ser respondidas em até 7 dias corridos, com resposta clara, objetiva e conclusiva. Casos de risco relevante têm tratamento prioritário e atendimento imediato, a qualquer tempo. O consumidor pode pedir, gratuitamente, o histórico de suas demandas, que deve ser entregue em até 5 dias úteis, e as gravações de chamadas e mensagens do SAC devem ser guardadas por no mínimo 90 dias.

Cancelamento pelo mesmo canal

A opção de cancelamento deve estar disponível em todos os níveis do SAC, inclusive no primeiro. Além disso, nos canais de contratação, o cancelamento deve ser oferecido no mesmo menu eletrônico usado para contratar ou, havendo atendimento humano, pela mesma equipe que fez a contratação.

O consumidor não pode ser direcionado a outro menu, atendente ou canal. Os efeitos do cancelamento são imediatos, salvo necessidade técnica justificada, e o fornecedor deve informar eventuais multas ou outros custos.

Quem é alcançado

As regras gerais valem para fornecedores de produtos e serviços regulados pelo Poder Executivo federal e para empresas que oferecem serviços financeiros, de pagamento ou de crédito por plataformas digitais sujeitas à supervisão do Banco Central.

Plataformas que intermediam produtos e serviços de terceiros (marketplaces), de transporte individual remunerado de passageiros e de entregas terão obrigações específicas: precisarão apresentar à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) informações sobre seus modelos de atendimento, como número de reclamações, taxa de resolução e grau de satisfação dos consumidores.

A Senacon avaliará esses modelos e poderá adotar medidas para garantir sua adequação. Segundo Morishita, a ideia é criar um diagnóstico do atendimento nesses setores.

Fiscalização

A Senacon pode fiscalizar e aplicar sanções, sem prejuízo da atuação de outros órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e das agências reguladoras. As empresas também deverão manter um canal telefônico específico para demandas de Procons, Ministério Público e Defensoria Pública.

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12/10/2026 04:55h

Delegação do Brasil IT+, iniciativa da ApexBrasil e da Softex, participará de encontro com executivos de tecnologia em Orlando, de 19 a 22 de outubro

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Vinte empresas brasileiras de tecnologia vão participar do Gartner IT Symposium/Xpo, de 19 a 22 de outubro, em Orlando, nos Estados Unidos. A missão é organizada pelo Brasil IT+, projeto setorial executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com a Softex. A iniciativa busca ampliar o acesso das companhias nacionais ao mercado norte-americano.

Esta será a 21ª participação consecutiva da delegação no encontro, voltado a diretores de informação (CIOs) e outros executivos de tecnologia da informação. A programação inclui atividades para aproximar as empresas brasileiras de potenciais compradores e parceiros comerciais.

“Nossa presença contínua amplia a visibilidade das nossas organizações e facilita o acesso a decisores e potenciais compradores. Ao longo dos anos, essa participação também tem contribuído para reduzir assimetrias de informação e construir relações de confiança com o mercado norte-americano”, afirma Gabriela Silva, líder da célula de Internacionalização da Softex.

Inteligência artificial e transformação dos negócios

A organização prevê reunir mais de 8,8 mil CIOs e líderes seniores nesta edição. Ao longo dos quatro dias, mais de 140 especialistas do Gartner e representantes de 180 provedores de soluções participarão de mais de 350 sessões.

Os debates abordarão temas como inteligência artificial (IA), transformação e valor dos negócios, cibersegurança, experiência do cliente, análise de dados, liderança executiva e estratégia.

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Setor de vinhos e espumantes mira novos mercados para ampliar exportações

Com o tema “Impulsionar a inteligência” (Ignite Intelligence), o evento deste ano terá como foco o avanço da inteligência artificial e seus impactos nas organizações. A programação leva em conta a avaliação de que a tecnologia deixou de ser apenas um diferencial competitivo e passou a integrar a infraestrutura das empresas.

Nesse cenário, os líderes precisam combinar capacidades humanas e artificiais para gerar valor, aumentar a agilidade e responder às mudanças do mercado.

A delegação brasileira é composta por Apura, Argotechno, ART IT, CI&T, ConquestOne, CWS Platform, Digibee, Exata, Fenix DFA, Insi, Levva, Nexforce, Numen, Orange Testing, Pappsales, Pulsus, R/Pulse, Grupo Stefanini, VTX365 e Zamak.

Executivos brasileiros apresentam experiências com IA

A programação do Brasil IT+ também prevê apresentações de executivos da Insi, do Grupo Stefanini, da Digibee e da CI&T. As sessões vão discutir os fatores que diferenciam organizações líderes em inteligência artificial, a influência da cultura empresarial na geração de valor com a tecnologia, o uso da IA para reduzir dificuldades de integração entre sistemas e as mudanças nos modelos de trabalho.

As apresentações buscam ampliar o contato das empresas brasileiras com CIOs, executivos e parceiros que participarão do evento.

Segundo o fundador e CEO global do Grupo Stefanini, Marco Stefanini, participar do Gartner é estratégico, tanto pela capacidade do evento de antecipar tendências quanto pelo acesso ao mercado norte-americano.

“Em nossa sessão, mostraremos por que, com a crescente comoditização dos grandes modelos de linguagem, a arquitetura técnica e de negócios se torna o diferencial para transformar a IA em valor. A presença contínua da Softex, por meio do Brasil IT+, também ajuda a construir posicionamento e confiança para as empresas brasileiras”, enfatiza.

Já Rodrigo Bernardinelli, CEO da Digibee, comenta que a IA agêntica amplia o que é possível fazer, mas seu avanço ainda esbarra em limitações operacionais e nos desafios da gestão da mudança. “No Gartner, discutiremos como desenvolver integrações confiáveis por agentes e preparar as equipes para trabalhar com essa tecnologia”, diz.

A participação no encontro faz parte da estratégia do Brasil IT+ de aproximar empresas brasileiras de tecnologia do mercado dos Estados Unidos. Na edição de 2025, a delegação contabilizou mais de 740 contatos comerciais, envolvendo potenciais clientes, parceiros e oportunidades de negócios.

O Gartner IT Symposium/Xpo

O Gartner IT Symposium/Xpo reúne CIOs e outros executivos de tecnologia da informação para discutir tendências e estratégias que contribuam para a transformação digital das organizações. As conferências também abordam maneiras de aproveitar o potencial da inteligência artificial e de conduzir mudanças nos negócios.

Sobre a ApexBrasil

A ApexBrasil trabalha para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia nacional.

Entre as iniciativas da entidade estão missões comerciais e prospectivas, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva do país. Essas ações buscam ampliar as exportações, fortalecer a marca Brasil e valorizar a oferta nacional no mercado internacional.

A agência também atua em parceria com instituições públicas e privadas para atrair investimentos estrangeiros diretos (IED), com foco no desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e da economia do país.

A Softex

Sediada em Brasília, a Softex atua há mais de duas décadas na criação e gestão de programas com alcance internacional. A entidade coordena o Sistema Softex, formado por 21 agentes regionais distribuídos por 13 estados e o Distrito Federal. Também conta com 22 instituições de ciência e tecnologia (ICTs) credenciadas e 19 aceleradoras parceiras, além de beneficiar cerca de 4 mil startups e mais de 6 mil empresas.

A organização trabalha com empresas privadas, governos federal, estaduais e municipais, centros acadêmicos e instituições de fomento. Sua atuação busca conectar governo, academia e setor privado para promover o desenvolvimento por meio da inovação e da transformação digital.
 

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12/08/2026 04:20h

Regras da Justiça Eleitoral limitam o uso de tecnologias, tipo de conteúdo e o período em que campanhas podem divulgar peças

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Falta menos de uma semana para o início oficial da campanha eleitoral. Os partidos já oficializaram os nomes que vão concorrer aos cargos de deputado distrital ou  estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República em 2026. Por isso, é comum vermos reportagens, publicações em redes sociais e até divulgação em emissoras de TV e rádio sobre o assunto. Mas se a campanha só começa no dia 16, seriam essas inserções ilegais? Bem, depende…

O que as campanhas podem ou não propagandear é definido pela Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A norma permite a participação em entrevistas, debates, seminários e encontros, a divulgação da candidatura e a apresentação de ações, ideias, propostas e projetos políticos, além da declaração e pedido de apoio político. Já vedado fica basicamente o pedido explícito de voto.

“A ideia do legislador, quando fez a lei, é garantir uma igualdade na disputa tanto quanto possível. Então para todo mundo – quem já foi, já exerceu um mandato eletivo, quem está buscando a reeleição, para aqueles que vão se candidatar pela primeira vez ou aqueles que ficaram fora um tempo e agora estão voltando –, as regras são iguais para todos”, esclarece o advogado especialista em direito eleitoral, Alberto Rollo.

Internet

Para divulgar os próprios materiais na internet, os candidatos, partidos, federações e coligações devem informar à Justiça Eleitoral os sites, blogs, redes sociais, aplicativos de mensagens e outras plataformas digitais oficiais. Entretanto, devido à disseminação de ferramentas digitais, o TSE publicou as resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026 para atualizar as medidas de enfrentamento à desinformação e regulamentar o uso da inteligência artificial (IA) durante o processo eleitoral.

Dentro do uso da IA, uma nova prática ganha as redes e preocupa as autoridades: as deepfakes. São vídeos criados ou manipulados que imitam gestos e vozes de pessoas, vivas, mortas ou fictícias, com alto nível de realismo. Essas imagens foram proibidas pelo TSE ainda nas eleições municipais de 2024, mas o aprimoramento dessa tecnologia a tornou mais acessível e utilizada desde então.

Rollo reconhece o grande desafio que é limitar essa atividade. “Alguns falam que isso vai ser enxugar gelo. Mas o TSE já se preparou faz bastante tempo para ter inclusive setores, comissões internas e fez acordos com as bigtechs justamente para fiscalizar e para conseguir que não haja abusos, não haja exagero e não haja nenhuma ilegalidade”, afirma o jurista.

O vídeo de Jair Bolsonaro gerado por deepfake e exibido durante a convenção partidária do PL, que oficializou a candidatura à chefia do Executivo federal do filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro, deve servir de referência. O Partido dos Trabalhadores (PT) representou contra a peça por uso irregular de IA e o TSE deve julgar, na próxima semana, se a utilização foi irregular ou não.

TV e Rádio

As famosas propagandas eleitorais gratuitas nas emissoras de TV e rádio têm início 35 dias antes da antevéspera do primeiro turno. Ou seja, elas ficam permitidas de 28 de agosto a 1º de outubro. Em caso de segundo turno para as eleições de governador ou presidente, a veiculação ocorre entre 9 e 23 de outubro.

Fiscalização

A fiscalização quanto às possíveis irregularidades no processo eleitoral é competência do Ministério Público Eleitoral, o que inclui as propagandas eleitorais. O órgão verifica indícios de propaganda antecipada e, a partir do próximo domingo, de ilegalidade nas divulgações das campanhas.

Desde 2014, a população pode participar da fiscalização e apresentar denúncias a partir da palma da mão. O aplicativo Pardal, disponível nas lojas dos principais sistemas operacionais, permite o envio de queixas sobre a práticas de propaganda eleitoral irregular realizada durante o período eleitoral que serão analisadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) competente.

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26/07/2026 04:00h

Levantamento revela que automação de tarefas e redução de custos completam o ranking de vantagens, mas falta de conhecimento ainda é a principal barreira para adoção da tecnologia.

A produtividade é o principal ganho percebido pelas pequenas e médias empresas brasileiras que utilizam ou pretendem adotar inteligência artificial. É o que mostra uma pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 58,7% dos empreendedores apontam esse como o maior benefício proporcionado pela tecnologia.

Além do aumento da produtividade, a automação de tarefas aparece em segundo lugar entre as principais vantagens da IA, citada por 35,9% dos entrevistados. Na sequência estão a redução de custos, com 34,2%, a melhoria no atendimento ao cliente, mencionada por 27,1%, o apoio à análise de dados, com 23,7%, e o aumento das vendas, apontado por 20,1% das empresas.

Apesar dos resultados positivos, o levantamento mostra que a adoção da inteligência artificial ainda enfrenta obstáculos importantes. A principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre as soluções disponíveis, apontada por 41,3% dos entrevistados. Outros desafios incluem a ausência de profissionais capacitados para implementar e operar a tecnologia, preocupação com segurança e privacidade de dados, custos de implantação, falta de tempo para implementação e dificuldade de adaptar a IA à realidade do negócio.

A pesquisa também identificou que 38,8% das PMEs afirmam não ter interesse em utilizar inteligência artificial, enquanto 22% dizem não conhecer aplicações que façam sentido para seus empreendimentos. Segundo a Serasa Experian, o cenário indica que ainda existe espaço para ampliar o conhecimento sobre os usos práticos da IA, especialmente em áreas como gestão financeira, organização de processos e apoio à tomada de decisões.

O estudo ouviu 1.565 pequenas e médias empresas de todo o país entre maio e junho de 2026. As perguntas sobre benefícios e desafios da inteligência artificial foram respondidas apenas por empresas que já utilizam a tecnologia ou demonstraram interesse em adotá-la.
 

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03/07/2026 04:15h

Levantamento revela que automação de tarefas e redução de custos completam o ranking de vantagens, mas falta de conhecimento ainda é a principal barreira para adoção da tecnologia.

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A produtividade é o principal ganho percebido pelas pequenas e médias empresas brasileiras que utilizam ou pretendem adotar inteligência artificial. É o que mostra uma pesquisa da Serasa Experian, segundo a qual 58,7% dos empreendedores apontam esse como o maior benefício proporcionado pela tecnologia.

Além do aumento da produtividade, a automação de tarefas aparece em segundo lugar entre as principais vantagens da IA, citada por 35,9% dos entrevistados. Na sequência estão a redução de custos, com 34,2%, a melhoria no atendimento ao cliente, mencionada por 27,1%, o apoio à análise de dados, com 23,7%, e o aumento das vendas, apontado por 20,1% das empresas.

Apesar dos resultados positivos, o levantamento mostra que a adoção da inteligência artificial ainda enfrenta obstáculos importantes. A principal dificuldade é a falta de conhecimento sobre as soluções disponíveis, apontada por 41,3% dos entrevistados. Outros desafios incluem a ausência de profissionais capacitados para implementar e operar a tecnologia, preocupação com segurança e privacidade de dados, custos de implantação, falta de tempo para implementação e dificuldade de adaptar a IA à realidade do negócio.

A pesquisa também identificou que 38,8% das PMEs afirmam não ter interesse em utilizar inteligência artificial, enquanto 22% dizem não conhecer aplicações que façam sentido para seus empreendimentos. Segundo a Serasa Experian, o cenário indica que ainda existe espaço para ampliar o conhecimento sobre os usos práticos da IA, especialmente em áreas como gestão financeira, organização de processos e apoio à tomada de decisões.

O estudo ouviu 1.565 pequenas e médias empresas de todo o país entre maio e junho de 2026. As perguntas sobre benefícios e desafios da inteligência artificial foram respondidas apenas por empresas que já utilizam a tecnologia ou demonstraram interesse em adotá-la.
 

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02/07/2026 04:50h

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O Governo de Goiás iniciou uma estratégia para ampliar presença no setor de inteligência artificial com a criação de um distrito tecnológico em Goiânia e a expansão de uma olimpíada nacional voltada a estudantes. As iniciativas envolvem mais de R$ 300 milhões em investimentos no polo tecnológico e a distribuição de R$ 420 mil em prêmios para jovens de todo o país.

O projeto do Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai revitalizar o Setor Leste Universitário para instalar empresas de tecnologia, centros de pesquisa e espaços voltados à formação profissional.

Como parte da estratégia de desenvolvimento tecnológico do estado, o novo Distrito de Inovação e Inteligência Artificial vai ocupar uma área de 91 hectares – espaço destinado a atrair empresas de tecnologia e gerar empregos.

O governador de Goiás, Daniel Vilela, mencionou que Goiânia ocupa a segunda colocação nacional em termos de inovação em inteligência artificial no país e ressaltou que o objetivo é liderar o setor. “Goiás já é referência para o mundo inteiro em IA. Agora, temos uma grande janela de oportunidade para consolidar o estado e Goiânia como hub de inteligência artificial do Brasil e da América Latina”, destacou Vilela. 

A previsão é de R$ 300 milhões em investimentos para o projeto, sendo R$ 200 milhões investidos na reforma de quatro prédios estaduais presentes na região, além da construção de novos. 

Já outros R$ 30 milhões serão investidos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). Parte dos R$ 78 milhões do novo convênio do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG), também devem ser aplicados no Distrito.

Oportunidades de negócios, empregos e qualificação

A ideia é atrair empresas do ramo de tecnologia, estimular novos negócios de base tecnológica e formar mão de obra qualificada na área do distrito. A expectativa é gerar mais de 1,4 mil empregos diretos na primeira fase de funcionamento e atrair milhares de pessoas para as atividades de inovação e tecnologia. 

A primeira empresa a integrar o distrito será a Semantix, uma multinacional brasileira especializada em dados, analytics e inteligência artificial, que já possui atuação internacional em sete países. 

A iniciativa também prevê parcerias com universidades, programas de residência tecnológica, aceleração de startups e oferta de cursos de qualificação. 

Além disso, logo no início das atividades, serão oferecidas 1.500 bolsas para cursos de qualificação profissional vinculados ao Distrito, bem como descontos em cursos tecnológicos, por meio de uma parceria com o Sistema S, além de turmas gratuitas de cursos técnicos no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). 

A partir das atividades desenvolvidas no Distrito, a estratégia é atrair talentos e modernizar a capacidade produtiva do estado, com pesquisas que envolvam inovação, especialmente IA. 

Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada

Em paralelo à oportunidade estratégica para fortalecer a economia baseada em tecnologia, pesquisa e inovação com o Distrito, o governo de Goiás também busca ampliar a formação de jovens na área de IA por meio da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada 2026. A Olimpíada é uma iniciativa entre o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (Ceia-UFG) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Goiás (Secti-GO).

Em sua terceira edição, a competição, que pela primeira vez terá participação de estudantes de todo o Brasil, oferece a oportunidade de capacitação gratuita em programação e inteligência artificial aplicada antes das etapas de disputa. Além disso, ao final das etapas de capacitação os ganhadores recebem prêmios em dinheiro.

Ao todo, serão distribuídos R$ 420 mil em prêmios, com valores de até R$ 10 mil por integrante das equipes vencedoras.

A Olimpíada foi planejada para buscar participantes em diferentes níveis de conhecimento – inclusive quem nunca teve contato com programação. Antes de cada fase competitiva, as equipes terão acesso gratuito a trilhas formativas em Lógica de Programação, Python e Inteligência Artificial Aplicada, em formato online, com suporte técnico e acompanhamento especializado. Na primeira etapa, os participantes resolverão desafios em ambiente virtual, com soluções em linguagem Python.

Como os desafios estarão distribuídos: 

  • Visão Computacional, voltada ao processamento e análise de imagens;
  • Processamento de Linguagem Natural (NLP), focado no tratamento e modelagem de dados textuais;
  • Aprendizado de Máquina para Dados Tabulares, com modelagem preditiva baseada em bases de dados estruturadas. 

A segunda etapa da competição terá aprofundamento técnico por meio de formação avançada em Inteligência Artificial, com carga horária de 40 horas, realizada em ambiente virtual de aprendizagem. 

Inscrições para a olimpíada de IA

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 31 de julho, com 600 vagas disponíveis. Podem participar estudantes do 9º ano do ensino fundamental ao ensino médio ou técnico, com idade entre 14 e 19 anos.

As equipes serão formadas por três alunos e um tutor. O responsável pela equipe deve ser graduado ou estar matriculado em curso de nível superior reconhecido pelo MEC e atuar como professor, profissional de tecnologia ou outro interessado na área, desde que atenda aos requisitos previstos no edital.

Com o objetivo de ampliar a participação feminina na tecnologia, a competição reservou, inicialmente, 120 vagas para equipes com presença mínima de 50% de estudantes que se identificam com o gênero feminino.

Com investimentos em infraestrutura, pesquisa e educação, Goiás aposta na inteligência artificial como ferramenta para impulsionar o desenvolvimento econômico, criar oportunidades profissionais e preparar uma nova geração para o mercado tecnológico. 

O governador Daniel Vilela ressaltou a importância de ações destinadas a estimular o desenvolvimento tecnológico e a qualificação profissional no estado.

“A ideia é que a gente, com esse distrito, possa atrair cada vez mais empresas de inteligência artificial, mas, obviamente, de tecnologia, aqui para o nosso Distrito de Inovação. A gente percebe que há, além de uma vocação do estado, um desejo muito forte e latente dos jovens goianos por essa oportunidade de se qualificar, de buscar conhecimento na área da tecnologia e, também, da inteligência artificial”, disse Vilela.

Serviço

Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada

Onde realizar a inscrição: olimpiadadeia.ceia.digital

Período: 25 de maio até 31 de julho de 2026

As inscrições são gratuitas.

Resultado: divulgado em 7 de agosto de 2026

Início das atividades formativas: 10 de agosto

Etapa final presencial e a cerimônia de premiação: entre 1º e 2 de novembro de 2026, em Goiás. 

Mais informações sobre a olimpíada podem ser acessadas pelo Instagram oficial, @olimpiadaiaaplicada ou pelo e-mail olimpiada@ceia.ufg.br.

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09/06/2026 04:55h

GOtech vai expandir uso de inteligência artificial na gestão pública e segurança; Pequi Bank pretende atender 660 mil clientes e movimentar R$ 16 bi por ano

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O governo de Goiás sancionou duas leis que criam a empresa pública Goiás Tecnologia (GOtech) e a plataforma financeira digital Pequi Bank. As iniciativas buscam modernizar os serviços públicos estaduais, ampliar o uso de inteligência artificial e facilitar o acesso a crédito para servidores públicos e microempreendedores goianos. 

Durante a cerimônia de sanção das leis, realizada em Goiânia, o governador Daniel Vilela destacou que a GOtech nasce com a missão de desenvolver soluções tecnológicas para melhorar a gestão pública e simplificar a vida da população. 

“É uma empresa que nasce enxuta, com o objetivo de ser independente financeiramente, mas com o principal objetivo de facilitar a vida do cidadão, oferecendo soluções tecnológicas para a gestão pública do estado e dos municípios”, afirmou.

A GOtech é uma empresa de economia mista aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), com o objetivo de ampliar a transformação digital, gerar empregos e atrair investimentos para o território goiano.

Segundo o presidente da empresa, João Grego, a GOtech não representa a criação de uma nova estatal. “Ela é resultado da incorporação da Goiás Telecom pela Planalto Solar Park, derivada da CelgPAR. Isso significa um enxugamento na estrutura governamental, otimização de recursos físicos e humanos, racionalização e economia também”, explica.

A empresa possui duas frentes prioritárias:

  • o mapeamento de recursos estruturais e de talentos na administração estadual para uso colaborativo; 
  • a expansão do programa IA Contra o Crime. 

Implantado em 2025, o IA Contra o Crime utiliza inteligência artificial para auxiliar na identificação de suspeitos e na elucidação de crimes. Presente em nove localidades atualmente, o programa deve ampliar o número de câmeras inteligentes de 567 para 5 mil unidades e alcançar 204 dos 246 municípios goianos até outubro. O investimento previsto é de R$ 200 milhões. 

“A Goiás Tecnologia tem, neste momento, como seu principal projeto o IA Contra o Crime, que iniciou no Entorno de Brasília, depois veio aqui para a Região Metropolitana. O mais importante é o nosso sistema de IA que consegue com muita rapidez identificar os autores de crimes que são cometidos”, ressaltou o governador.

Além disso, a GOtech ficará responsável pela gestão dos ativos de telecomunicações do estado, da rede de internet dedicada e das usinas fotovoltaicas que abastecem órgãos públicos. 

O titular da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), José Frederico Lyra Netto, destacou a singularidade da iniciativa.

“Tenho certeza que essa estrutura vai fazer com que Goiás desponte e sejamos referência não só em rankings mais institucionais, mas para que chegue no cidadão”, disse.

Na mesma linha, o secretário-geral de Governo, Gean Carvalho, destacou o potencial da nova empresa para aproximar tecnologia e serviços públicos. 

“O que esperamos é isso aqui que estamos vendo: inovação e tecnologia a serviço do cidadão. Não tenho dúvidas que é daqui para melhor”, afirmou.

Pequi Bank

Também sancionada pelo governo estadual, a lei que cria o Pequi Bank estabelece uma plataforma digital de multisserviços financeiros voltada a micro e pequenos empreendedores. Desenvolvida pela GoiásFomento em parceria com a Stark Bank S.A., a ferramenta pretende ampliar o acesso a produtos financeiros e estimular o desenvolvimento econômico. 

A expectativa é atender cerca de 660 mil clientes, entre pessoas físicas e jurídicas, movimentando aproximadamente R$ 16 bilhões por ano em negócios. 

Presente na cerimônia, o presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar, destacou o desafio de colocar o projeto em prática em curto prazo. 

“Fizemos praticamente uma operação de guerra na GoiásFomento para fazer o Pequi Bank sair do papel em tempo recorde. E estamos aqui agora concretizando isso, e na semana que vem teremos entrega do primeiro módulo”, relatou.

Papel social

Além da oferta de serviços financeiros, o governo aposta no Pequi Bank como ferramenta de gestão e operacionalização de programas sociais. 

“O Pequi Bank também vai ter a importância de poder sustentar todos os programas sociais do nosso governo, inclusive créditos sociais, por meio dessa parceria, para que o estado também possa ter receita no oferecimento desses serviços e, ao mesmo tempo, poder oferecer ao cidadão serviços financeiros mais baratos”, detalhou Vilela. 

Programas estaduais como Mães de Goiás, Aprendiz do Futuro e Crédito Social serão integrados à plataforma. O primeiro produto a migrar para o novo sistema será o cartão do Bolsa Estudo. 

A transferência dos beneficiários ocorrerá gradualmente e seguirá as normas de governança e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Implantação em etapas 

O Pequi Bank será implementado em três fases. 

  • Primeiro: oferta de cartões pré-pagos e de crédito, tanto para servidores públicos quanto para a população em geral. 
  • Segundo: oferta de crédito público da GoiásFomento, especialmente para empresas.
  • Terceiro: oferta de serviços associados às contas digitais, destinados a pessoas físicas e jurídicas. 

A plataforma também oferecerá crédito privado para empresas e servidores, crédito consignado, recarga de celular, seguros, títulos de capitalização e comercialização de produtos. 

O governador ressalta que a plataforma não teve custos para o estado. “Todo o investimento é feito pelo parceiro, e depois os resultados disso serão divididos entre o parceiro e o estado, então também é uma nova forma de gerar receita e reduzir despesas com gestão bancária”, explicou Daniel Vilela. 

O governo estadual ainda negocia parcerias com municípios interessados em utilizar os serviços disponibilizados pelo Pequi Bank. 

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03/06/2026 04:35h

Evento na Associação Comercial de São Paulo tratou dos mitos e impactos da aplicação da tecnologia no mercado de trabalho

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Sistemas capazes de criar conteúdos, de realizar tarefas digitais repetitivas e de conversar como se fossem humanos. A inteligência artificial chegou ao grande público e causou alvoroço na internet e mudanças no fluxo do trabalho em escritórios e plantas industriais ao redor do mundo.

Por serem relativamente novas, essas ferramentas ainda não possuem regulações que definam os limites da utilização. Diante do entusiasmo pelo possível aumento de produtividade e o temor com os impactos nos postos de trabalho, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) reuniu, na segunda-feira (1º), especialistas, parlamentares e lideranças empresariais no seminário “IA e o Futuro do Brasil”.

O presidente da ACSP, Alfredo Cotait Neto – que também preside a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) –, afirmou que a tecnologia tem o potencial de destravar o crescimento do país, ainda que represente um mistério, principalmente para a população com mais idade. “Evidentemente, sou de uma geração com muita dificuldade para entender o que é inteligência artificial, qual é o instrumento que ela pode realmente representar para o desenvolvimento dos processos e, principalmente, como isso pode contribuir com o crescimento econômico.”

A cerimônia foi mediada por Tito Hollanda Barroso, coordenador do Conselho de Inovação da ACSP. Para ele, o evento buscou atender à demanda do setor. “Mas a gente vai debater a inteligência artificial não somente como um serviço, mas sim sobre políticas públicas, infraestrutura, e também falar com algumas pessoas do setor que já oferecem inteligência artificial como serviço hoje.”

Regulação

Participante do evento, a deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), disse que o atual momento reflete a dualidade entre os potenciais benefícios e os receios institucionais que a inovação pode gerar, mas entende que há um cenário de preocupação exagerada. “A questão é achar a justa medida. Nem só o maravilhoso aqui, nem só o pânico do lado de lá, mas o que o nosso país precisa? Eu acho que é essa a pergunta que a gente tem que responder. O que o nosso país precisa? Que, muitas vezes, a gente não dá conta, o poder público não dá conta, e a inteligência artificial está aí para ajudar”, avaliou a parlamentar.

Em 2021, a Câmara dos Deputados aprovou um Marco Regulatório com regras para o desenvolvimento e o uso de sistemas de inteligência artificial. Três anos mais tarde, o Senado aprovou um substitutivo com muitos dispositivos do texto original, mas regras mais rígidas. Agora, o novo texto é analisado por uma comissão especial da Câmara para decidir quais mudanças do Senado serão mantidas.

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20/05/2026 04:50h

Evento transmitido pelo Youtube apresenta aplicações práticas da IA em processos produtivos e comerciais

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) promove, nesta quarta-feira (20), a Masterclass em Inteligência Artificial para impulsionar negócios e serviços com Tecnologias Emergentes e Transformação Digital. O evento, realizado pelo SENAI CIMATEC, será online e gratuito, com transmissão ao vivo pelo YouTube do SENAI, a partir das 19h.

O conteúdo foi desenvolvido para profissionais, gestores e especialistas que desejam aprender a utilizar ferramentas de Inteligência Artificial (IA) e tecnologias emergentes para otimizar processos, ampliar a captação de leads, fortalecer o relacionamento com clientes e aumentar a receita de negócios e serviços.

Para o gerente de Educação Profissional e Tecnológica do SENAI, Mateus Simões, o domínio da IA deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. 

“O domínio de inteligência artificial no mercado atual não é uma opção, é uma exigência. Empresas que não utilizarem inteligência artificial como vantagem competitiva, como forma de trazer diferencial para os seus clientes, para os seus processos produtivos, colocam em risco a vida do negócio. Hoje é mais do que necessário aplicações de IA em ambiente produtivo e em serviços administrativos e comerciais”, afirma.

A masterclass será conduzida pelo coordenador de cursos do SENAI CIMATEC, Sanval Ebert, e pelo professor Eduardo Soares, pesquisador em Inteligência Artificial no Instituto PUC-Behring de IA da PUC-Rio e docente da instituição.

MBI em Tecnologias Emergentes para Transformação Digital

Além de apresentar aplicações práticas da IA no mercado, o evento também abordará detalhes do MBI em Tecnologias Emergentes para Transformação Digital, pós-graduação voltada à Indústria 4.0, economia digital, integração de dados e desenvolvimento de soluções inovadoras alinhadas às demandas contemporâneas. 

O curso está com inscrições abertas e busca capacitar profissionais para liderar projetos de transformação digital, unindo inovação, estratégia, integração tecnológica e sustentabilidade. 

Saiba mais em universidadesenaicimatec.edu.br.

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