Tecnologia

04/05/2026 10:20h

Ministério das Comunicações avalia que a ampliação da estrutura do segmento é visto como principal chamariz para o capital internacional

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O investimento estrangeiro cresceu 8% no setor de telecomunicações no último ano. De R$ 2,7 milhões (US$ 547 milhões), os aportes no segmento brasileiro passaram para R$ 2,9 milhões (US$ 591 milhões), na comparação entre março de 2025 e março de 2026. Os dados do Banco Central, analisados pelo Ministério das Comunicações, também apontam que o primeiro trimestre de 2026 já totaliza R$ 8,4 milhões em capital internacional.

Frederico de Siqueira Filho, ministro das Comunicações, destaca que o papel do governo é justamente oferecer as condições para que o país seja cada vez mais atrativo ao capital internacional. “O nosso propósito é trabalhar para que mais iniciativas das empresas privadas possam fazer investimentos em mais infraestrutura e o governo precisa dar condições. Então, é nessa linha que a gente vem trabalhando”, afirma.

Os investimentos estrangeiros no setor de telecomunicações são vistos como fundamentais para acelerar a expansão do 5G, ampliar a cobertura de internet em áreas remotas e modernizar a infraestrutura digital do país, reduzindo desigualdades regionais e promovendo inclusão.

Tecnologia

A avaliação do ministério é que, com a ampliação da rede telefônica, o Brasil receba ainda mais atenção do mercado internacional. Em pouco mais de dois anos, a cobertura do 5G saltou de 352 municípios para mais de 1,3 mil.

Programas como o Nordeste Conectado e o Norte Conectado contribuem diretamente para esses resultados. As iniciativas levam infraestrutura de alta capacidade a 20 cidades em seis estados, beneficiando até 490 mil estudantes, com conexão a 473 escolas e 62 instituições de ensino e pesquisa, além da instalação de Wi-Fi em praças públicas.

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01/05/2026 04:00h

Entrega de computadores pelo Ministério das Comunicações beneficia mais de 120 alunos da Escola Municipal Profª Joana Vieira e impacta rotina de professores, alunos e comunidade; iniciativa reforça conectividade e amplia acesso à internet

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Mais de 120 estudantes da Escola Municipal Profª Joana Vieira, localizada na zona rural de Manaus, passaram a contar com um novo laboratório de informática, inaugurado no dia 28 de abril. A entrega foi realizada pelo Ministério das Comunicações (MCom) e integra as ações do governo federal voltadas à ampliação da inclusão digital em escolas públicas, especialmente em regiões remotas.

O espaço foi equipado com dez computadores doados pelo programa Computadores para Inclusão e já está em funcionamento. Os equipamentos foram recondicionados a partir de máquinas descartadas por órgãos públicos. O processo de recuperação ocorre nos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), que aliam sustentabilidade à capacitação profissional.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou a importância da iniciativa para promover a inclusão social de estudantes e moradores de áreas remotas do país.

“A gente tem um compromisso até o final do ano de concluir todo o projeto fazendo isso aqui. Levando a internet, preparando toda a infraestrutura de wi-fi para que os alunos possam acessar, beneficiar a comunidade no contraturno, porque hoje não existe mais inclusão social sem inclusão digital”, disse o ministro.

No Amazonas, o CRC funciona em Manaus. Além de recuperar máquinas que seriam descartadas como lixo eletrônico, a unidade oferta cursos gratuitos de informática e manutenção para pessoas de baixa renda. Segundo o Mcom, a medida capacita os alunos para o mercado de trabalho e amplia oportunidades por meio da tecnologia.

Expansão da conectividade

Durante a agenda em Manaus, o ministro também visitou a Escola Municipal Monte Horebe, que atende mais de 330 alunos, para acompanhar de perto os impactos da conectividade na rotina escolar. A unidade está entre as mais de 99 mil escolas públicas atendidas pelo programa Escolas Conectadas – que oferece internet gratuita em todo o país.

Segundo o ministro, a meta do governo federal é levar internet de qualidade a todas as 138 mil escolas públicas brasileiras até o fim do projeto. Hoje, cerca de 24 milhões de estudantes já são beneficiados pelo programa Escolas Conectadas.

No Amazonas, quase três mil unidades públicas já contam com conectividade. No entanto, ainda há o desafio de expandir e qualificar o serviço, sobretudo em regiões remotas. Durante as visitas, também foram verificadas se a qualidade do sinal e a cobertura wi-fi, atendem as necessidades dos alunos e professores.

As ações contam com a parceria da prefeitura de Manaus e da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (Eace). O foco vai além da chegada do sinal e abrange a melhoria da infraestrutura tecnológica das unidades de ensino.
 

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29/04/2026 04:50h

Liderada pelo SESI, delegação reúne 17 equipes de escolas públicas e privadas de dez estados no FIRST Championship, em Houston

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Estudantes brasileiros de 9 a 18 anos vão representar o Brasil no FIRST Championship, a principal competição mundial de robótica, que acontece entre 29 de abril e 2 de maio, em Houston, nos Estados Unidos. A delegação brasileira é liderada pelo Serviço Social da Indústria (SESI), operador oficial dos torneios da FIRST no país. 

Ao todo, 17 equipes representarão escolas do SESI, além de instituições públicas e privadas, dos seguintes estados:

  • São Paulo: 4 equipes
  • Rio Grande do Sul: 2 equipes
  • Distrito Federal: 2 equipes 
  • Goiás: 2 equipes 
  • Mato Grosso: 2 equipes
  • Minas Gerais: 1 equipe 
  • Pernambuco: 1 equipe 
  • Sergipe: 1 equipe 
  • Espírito Santo: 1 equipe 
  • Santa Catarina: 1 equipe 

O coordenador da categoria FIRST® LEGO® League Challenge pelo SESI, Marcos de Sousa, afirma que, no passado, apenas estudantes de poucas regiões, predominantemente, conseguiam avançar até a etapa mundial. Segundo ele, a nova metodologia aplicada pelo SESI no treinamento e no regramento das equipes tornou o programa mais homogêneo em todo o país.

“Com a maturidade da operação no programa, chegando a lugares que antes eram um pouco difíceis, o SESI faz, de fato, um trabalho de forma hegemônica, que chega nas pontas onde precisa chegar. E com isso, temos esses resultados dos estudantes brilhando Brasil afora”, explica.

Sousa também destaca que a conquista dos títulos nacionais e a participação no torneio mundial impactam diretamente na trajetória de todos os envolvidos no projeto.

“Não estamos falando só do estudante, que de fato é o mais impactado, mas também dos professores, de toda a comunidade escolar e da família também. Todos são impactados de uma forma positiva, porque aquele jovem descobre o que há lá fora, analisa, conhece pessoas, entende estratégias de outras equipes, se desafia a falar, interpretar e raciocinar em outro idioma”, ressalta.

A maior parte da delegação brasileira (9 equipes) compete na categoria mais avançada do torneio, com robôs industriais de até 1,5 metro de altura, além do desenvolvimento de projetos sociais que promovem o acesso à robótica em comunidades brasileiras

Outros times participam em categorias com diferentes níveis tecnológicos: três equipes competem com robôs de LEGO e cinco disputam a categoria intermediária, com robôs de porte médio

Confira as modalidades

FIRST® LEGO® League Challenge (FLLC)

  • Na modalidade iniciante, alunos de 9 a 15 anos formam equipes com 2 a 10 integrantes para construir robôs com peças de LEGO. Os estudantes devem cumprir uma série de desafios e somar o máximo de pontos em partidas de 2 minutos e 30 segundos. Além disso, cada equipe desenvolve um projeto de inovação, que propõe soluções para problemas reais dentro de um tema específico — neste ano, relacionado à Arte. 

FIRST® Tech Challenge (FTC)

  • Voltada para estudantes do ensino médio, a categoria envolve a construção de robôs maiores, de até 19 kg, utilizando kits reutilizáveis, tecnologia Android e diferentes níveis de programação baseados em CAD, Java e Blocks. As equipes também produzem um portfólio de engenharia, detalhando o funcionamento dos robôs, que precisam executar tarefas como movimentação e transporte de objetos em uma arena. 

FIRST® Robotics Competition (FRC)

  • Considerada a categoria mais avançada, reúne estudantes do ensino médio que constroem e programam robôs industriais de até 56 kg e 1,5 metro de altura. A competição é amplamente consolidada no exterior e conta com o patrocínio de grandes empresas — como General Motors, Apple, Xerox, Google, GE Energy, Toyota — que utilizam o torneio como forma de identificar novos talentos na área tecnológica. 

Desde que o SESI passou a organizar as competições da FIRST no Brasil, em 2012, mais de 45 mil estudantes participaram dos torneios. Apenas na modalidade iniciante (FLLC), as equipes brasileiras já conquistaram mais de 110 prêmios internacionais

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20/04/2026 04:55h

Estudo da CNI indica que tarefas complexas, como criação de sites e uso de I.A., ainda são desafio para boa parte da população

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Pouco mais da metade dos brasileiros (54,2%) possui alta ou média-alta habilidade em tarefas digitais. É o que revela a 68ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada nesta sexta-feira (17) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo o levantamento, 64,1% dos entrevistados afirmaram ter habilidades altas ou média-altas em tarefas digitais básicas, enquanto 44,5% declararam possuir esse nível de domínio em tarefas consideradas complexas.

A especialista em Políticas e Indústria da CNI, Claudia Perdigão, afirma que os resultados da pesquisa indicam a necessidade de ampliar a qualificação digital da população brasileira.

“A redução da maturidade digital para as atividades complexas mostra que o trabalhador brasileiro, para continuar acompanhando o avanço das tecnologias, precisa intensificar o conhecimento, as habilidades, e se capacitar, principalmente com a introdução de uma indústria mais tecnológica, a robotização e a inteligência artificial. A habilidade de lidar com tarefas mais complexas se torna obrigatória e um diferencial dentro do mercado de trabalho”, recomenda.

Entre as atividades digitais básicas, a pesquisa inclui:

  • Redigir e editar textos
  • Usar aplicativos de mensagens
  • Criar, gerenciar perfis, baixar e carregar arquivos em redes sociais 
  • Navegar em websites, baixar e carregar arquivos
  • Comprar e vender na internet
  • Realizar transações financeiras online, como PIX, transferência bancária e pagamento de boletos
  • Fazer buscas online para verificar se informações encontradas ou recebidas são verdadeiras 

Já entre as atividades digitais complexas, estão:

  • Configurar celulares e computadores novos, aplicativos e programas
  • Resolver problemas quando celulares ou computadores travam ou não funcionam adequadamente
  • Construir planilhas, manipular e exibir dados de forma visual e intuitiva
  • Criar e/ou editar imagens ou vídeos 
  • Salvar arquivos, usar softwares e trabalhar de forma compartilhada na nuvem
  • Identificar ataques de vírus e fraudes digitais, como perfis falsos em redes sociais e e-mails
  • Utilizar inteligência artificial 
  • Usar ferramentas para criação de websites e aplicativos para celular

Jovens possuem maior domínio de tarefas complexas

O estudo mostra que 63,2% dos brasileiros entre 25 e 34 anos possuem nível médio-alto ou alto de habilidade em tarefas digitais complexas. Na faixa etária de 16 a 24 anos, 65,7% apresentam nível médio-alto ou alto para lidar com esse tipo de atividade, percentual que chega a 63,2% entre aqueles de 25 a 34 anos.

Segundo Claudia Perdigão, o maior domínio entre os jovens está relacionado tanto à formação recente quanto às exigências do mercado de trabalho.

“Além de terem mais facilidade por ainda estarem em fase de formação e terem já um contato mais continuado com essas tecnologias, os jovens também estão dentro de um mercado de trabalho mais dinâmico, onde essas tarefas se tornam obrigatórias e muito necessárias. Isso faz com que eles tenham um desempenho e um grau de maturidade digital muito maior”, destaca.

Por outro lado, o percentual de pessoas com altas habilidades digitais complexas cai para 26,2% entre os brasileiros de 35 a 44 anos. Quando consideradas conjuntamente as habilidades de nível médio-alto e alto, essa faixa etária registra 53,4% de participação.

Entre as pessoas de 45 a 59 anos, o percentual cai para 36%, enquanto, no grupo de 60 anos ou mais, recua para 9,9%.

Segundo a especialista da CNI, a redução das habilidades digitais com o avanço da idade está relacionada ao momento em que essas pessoas ingressaram no mercado de trabalho.

“Considerando que essas pessoas ainda têm uma vida laboral a ser percorrida, é necessário que essas pessoas passem por um processo de capacitação e adaptação às novas tecnologias para que possam continuar inseridas no mercado de trabalho, que vai se tornar cada vez mais dinâmico em aspectos tecnológicos”, orienta.

IA gratuita do SENAI apoia inserção no mercado de trabalho

Criada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em parceria com o Google Cloud, a plataforma Nai recomenda cursos de formação profissional, identifica áreas em expansão e direciona os usuários para oportunidades de emprego, incluindo vagas disponíveis no Google Jobs. 

A ferramenta gratuita também compara o perfil atual do usuário com seus objetivos profissionais e, a partir desse diagnóstico, sugere conteúdos personalizados de aprendizagem.

Entre os recursos oferecidos está o Simulador de Entrevistas de Emprego, que permite treinar entrevistas em português, espanhol e inglês, com possibilidade de alternar os idiomas durante a conversa.

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08/04/2026 07:47h

Após a data, Governo Federal inicia série de debates com especialistas, setor produtivo e sociedade civil para revisar propostas

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Acaba nesta quarta-feira (8) o prazo para contribuições à consulta pública da nova Estratégia Brasileira de Transformação Digital (E-Digital). Para participar, os cidadãos ainda podem enviar as sugestões na plataforma Brasil Participativo, disponível no portal Gov.br, na seção “Tomada de Subsídios para a E-Digital”.

“Estamos falando de temas fundamentais, como inteligência social, economia digital, infraestrutura e inovação tecnológica. A transformação digital hoje também é uma questão de soberania. É sobre a capacidade de o Brasil decidir seu próprio futuro tecnológico, fortalecer nossa economia e ampliar direitos para a população”, afirmou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

A nova E-Digital orientará as ações do Governo Federal para ampliar o acesso a serviços públicos digitais, garantir direitos da população, fortalecer a democracia e incentivar a participação social. A estratégia, coordenada pela Casa Civil e construída por diferentes ministérios, também busca o desenvolvimento socioeconômico inclusivo, sustentável e com soberania tecnológica.

Debates

Logo na sequência, nos dias 9 e 10 de abril, o Governo Federal inicia uma nova etapa de debates sobre o futuro digital do país. O seminário “Futuro Digital – Construindo uma Estratégia para o Brasil”, será espaço de discussão sobre os rumos da transformação digital brasileira, reunindo representantes do governo, especialistas, setor produtivo e sociedade civil para contribuir com a revisão da E-Digital.

O evento será realizado em Brasília (DF) com possibilidade de participação do público de forma virtual e com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Casa Civil no YouTube.

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22/03/2026 04:55h

Projeto da Petrobras e do SENAI inclui curso online e seleção para formação presencial em Programação Full Stack

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Jovens de todo o Brasil têm uma nova oportunidade de se capacitar profissionalmente de forma gratuita na área de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A Petrobras, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), lançou uma nova vertente do programa Autonomia e Renda voltada ao setor.

Podem participar jovens de 17 a 22 anos de todos os estados. As inscrições estão abertas até 13 de abril. A iniciativa prioriza a participação de mulheres, pessoas negras e pessoas trans — incluindo transgêneros, transexuais e travestis.

Na etapa inicial, mais de 10 mil participantes terão acesso à formação online. Em seguida, 420 alunos serão selecionados para o curso presencial de Programação Full Stack. As vagas presenciais serão oferecidas em sete cidades: Aracaju (SE), Macapá (AP), Rio de Janeiro (RJ), Santos (SP), Natal (RN), Canoas (RS) e Salvador (BA).

O especialista em Educação Profissional e coordenador do programa Autonomia e Renda Petrobras - Eixo Tecnologia pelo SENAI, Edilson de Oliveira Caldas, ressalta a importância do programa na formação de mão de obra qualificada para o setor de tecnologia.

“O mundo hoje em que vivemos deixou de ter a tecnologia como algo único e restrito a alguns grupos de profissionais definidos e virou transversal a praticamente todas as profissões. Isso fez com que gerasse uma grande demanda de profissionais e essa escassez impacta negativamente o desenvolvimento de soluções tecnológicas em nosso país”, afirma.

Segundo ele, o público prioritário do programa ainda está sub-representado no setor, correspondendo a menos de 25% dos profissionais da área. “O programa vem incentivar e oportunizar aos jovens dos públicos prioritários que há espaço para eles na área de tecnologia. Não é uma profissão para poucos ou para aqueles que só tiveram privilégios estudantis ao longo da vida. Se eles quiserem, eles podem e estamos aqui para apoiá-los para chegar no seu objetivo”, reforça.

Primeira fase 

Iniciada em 17 de março, a primeira etapa ocorre de forma totalmente online e é aberta a participantes de todo o país. Nela, os alunos devem concluir o curso gratuito de Letramento Digital do SENAI.

O conteúdo aborda competências essenciais para o uso produtivo das tecnologias digitais, como navegação segura na internet, uso de ferramentas digitais, organização de informações, noções de cidadania digital e introdução à lógica e ao pensamento computacional. A proposta é garantir uma base comum de conhecimentos antes do avanço para níveis mais especializados.

Segunda fase 

Entre os alunos que concluíram o Letramento Digital, serão selecionados 420 para a formação presencial em Programação Full Stack, com início previsto para abril.

O processo seletivo será realizado por meio da plataforma Contrate-me. Serão considerados critérios como escolaridade, local de residência, situação de vulnerabilidade socioeconômica e aderência às exigências da área de tecnologia.

Os estudantes selecionados para a formação presencial receberão uma bolsa-auxílio mensal de R$ 700, além de auxílio transporte, alimentação e uniforme. Também contarão com acompanhamento técnico e pedagógico, com foco na permanência e no bom desempenho ao longo do curso.

“Esse curso tem aproximadamente 80% de prática, ou seja, laboratório o tempo todo, muito desenvolvimento e muitas situações reais do dia a dia de trabalho”, destaca Caldas.

Já os participantes que concluírem o Letramento Digital, mas não forem selecionados para a etapa presencial, receberão um certificado de conclusão e terão acesso a um programa gratuito de capacitação online em outras áreas de TIC, como Internet das Coisas (IoT), 5G, redes de computadores, Inteligência Artificial e desenvolvimento mobile.

Especialização e mercado de trabalho

Ao final da formação em Full Stack, os alunos poderão seguir para especializações em áreas como Robotização, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem e Low Code, de acordo com o perfil desenvolvido durante o curso. O programa também prevê a participação em feiras de empregabilidade e certificações com parceiros do programa.

Para mais informações sobre o programa, incluindo o edital de inscrição, acesse o site.

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17/03/2026 04:45h

Brasil Digital, do Ministério das Comunicações, amplia acesso à TV pública digital gratuita e beneficia sergipanos com novos canais de informação, educação e cidadania

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Os mais de 160 mil habitantes do município de Lagarto (SE) contam, a partir de agora, com mais opções de informação, prestação de serviços, cultura e entretenimento pela televisão. Nesta nesta segunda-feira (16), 9 novos novos canais públicos de TV digital foram disponibilizados por meio do programa Brasil Digital:

2.1 – TV Brasil / TV UFS (programação compartilhada)
2.2 – Canal Gov
2.3 – Canal Educação
2.4 – Canal Saúde
9.1 – TV Câmara
9.2 – TV Assembleia
9.3 – TV Câmara Municipal
9.4 – TV Senado
9.5 – Rádio Câmara

A transmissão faz parte da estratégia do Ministério das Comunicações para ampliar o alcance da comunicação pública em todo o país. A iniciativa fortalece a democratização da informação e amplia o acesso da população aos conteúdos produzidos por instituições públicas. O projeto contou com investimento federal de R$ 672 mil.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que a expansão da TV pública digital reforça o compromisso do Governo Federal em garantir comunicação de qualidade e dignidade para todos os brasileiros. “Muito importante para democratizar o acesso à comunicação, garantindo sim que todo mundo possa ter acesso à real informação, à informação correta, fidedigna. E é nesse papel que a gente está liderando o Ministério de Comunicações, com o propósito que garanta a política pública na ponta, para que as pessoas possam se inserir e se sentir valorizadas”, afirmou o ministro.

Através do Brasil Digital, instituições públicas disponibilizam espaços para a instalação de estações transmissoras, enquanto o Ministério das Comunicações é responsável por viabilizar a infraestrutura necessária para o funcionamento dos canais. A iniciativa contribui para ampliar o acesso da população a conteúdos educativos, prestação de serviços públicos, cobertura legislativa e programação cultural gratuita.

Brasil Digital

O Programa Brasil Digital, instituído pelo Ministério das Comunicações, tem como objetivo expandir a TV aberta e gratuita em tecnologia digital em todo o território nacional. A iniciativa prevê a instalação e a doação de equipamentos transmissores e estações de televisão digital, em parceria com instituições públicas, como universidades, câmaras municipais e assembleias legislativas.

A ação leva sinais digitais da Rede Legislativa e dos canais da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para cidades que ainda não contavam com o serviço. Além de ampliar o acesso à informação, a política abre espaço para a veiculação de produções locais e regionais, contribuindo para o fortalecimento da comunicação pública e para a valorização da diversidade cultural brasileira.

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17/03/2026 04:45h

Iniciativa do MCom e do Ministério das Mulheres prevê doação de máquinas recondicionadas e cursos de capacitação tecnológica

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Mulheres brasileiras em situação de vulnerabilidade social serão beneficiadas pelo Programa Computadores para Inclusão, fruto de uma parceria entre os ministérios das Comunicações (MCom) e das Mulheres. A iniciativa, firmada por meio de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT), prevê a doação de computadores recondicionados e a oferta de cursos de capacitação em tecnologia da informação.

O projeto busca levar tecnologia a aldeias indígenas, territórios quilombolas, comunidades rurais e regiões ribeirinhas, com o objetivo de ampliar o acesso feminino às ferramentas e oportunidades da economia digital.

Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, “esse é mais um passo para acelerar a inclusão digital. O acordo vai contribuir para que a tecnologia chegue a quem mais precisa, transformando vidas e otimizando recursos públicos”.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que a parceria “é um passo importante para reduzir desigualdades. A inclusão digital é uma ferramenta estratégica para fortalecer a autonomia das mulheres”.

Responsabilidade dos ministérios

A pasta das Mulheres ficará encarregada de mapear e indicar as áreas prioritárias para a execução do programa. Também atuará na produção de indicadores voltados à inclusão digital e à formação profissional de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Já o MCom será responsável pelo recondicionamento dos equipamentos e pela logística de entrega. Além disso, em parceria com os Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) espalhados pelo país, oferecerá cursos de informática e capacitação digital às comunidades contempladas.

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21/02/2026 04:55h

Ação representa a primeira turma do projeto itinerante destinada a esse público e formou 60 participantes em Manutenção de Celulares e Montagem de Computadores de Alto Desempenho

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O Ministério das Comunicações (MCOM) realizou, em Recife (PE), dois cursos de capacitação em tecnologia voltados para pessoas trans e travestis. A ação representa a primeira turma da Carreta Digital destinada a esse público. 

O projeto itinerante, executado pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), tem como objetivo ampliar o acesso à formação profissional entre estudantes de baixa renda

Em parceria com a organização Pajubá Tech, a iniciativa ocorreu no Compaz Ariano Suassuna e formou 60 participantes. Os alunos obtiveram certificação profissional em duas áreas:

  • Manutenção de Celulares, com foco em diagnóstico técnico, substituição de componentes e manutenção preventiva de smartphones; e
  • Montagem de Computadores de Alto Desempenho (PC Gamer), com escolha de peças, análise de compatibilidade, montagem completa e testes de desempenho.

As atividades práticas foram realizadas no Espaço Maker, onde os alunos participaram da montagem de equipamentos, executaram testes de hardware e aplicaram procedimentos de manutenção em dispositivos móveis.

Inclusão digital

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, visitou a unidade móvel durante a aplicação dos cursos e destacou que “a tecnologia pode ser uma ferramenta concreta de inclusão produtiva”. Segundo ele, a oportunidade representa “qualificação para um público que ainda enfrenta barreiras no mercado de trabalho”.

A moradora de São Lourenço da Mata (PE), Flora Emanuella, travesti de 20 anos, deixou o município para participar do programa em Recife. Ela afirma que o treinamento “caiu como uma luva”, pois pretende montar o próprio computador.

“Entrei no curso com o objetivo de agregar o meu conhecimento, mas às vezes penso que gostaria de ter uma oportunidade de trabalho nessa área. Sei que muitas pessoas trans, como eu, sentem essa vontade”, relata.

Flora destaca a relevância da iniciativa: “A inclusão digital é fantástica. Pessoas trans sofrem muita marginalização da sociedade, e estar nesse projeto, trazendo informações sobre novas tecnologias, é muito importante para pessoas como a gente.”

Carreta Digital

Desde dezembro de 2025, a Carreta Digital permanece em Recife. Após mais de um ano de atuação nacional, o projeto itinerante certificou mais de 11 mil alunos em seis estados, conforme dados do MCOM.

O projeto oferece capacitação em diferentes áreas da tecnologia, entre elas:

  • Montagem e Configuração de Computadores de Alto Desempenho (PC Gamer);
  • ⁠Manutenção de Celulares;
  • Robótica;
  • Programação em Python; e
  • Desenvolvimento de Jogos.

O Espaço Maker, ambiente imersivo do programa, oferece aos estudantes a oportunidade de aprender de forma prática. Instalado em um caminhão que percorre o país, proporciona aulas presenciais a comunidades com pouco ou nenhum acesso a recursos educacionais.

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21/02/2026 04:45h

Inscrições estão abertas desde 3 de fevereiro e podem ser realizadas na secretaria do Compaz Dom Helder; os treinamentos iniciam na próxima segunda-feira (23)

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O Ministério das Comunicações (MCOM), oferece, por meio do projeto itinerante Carreta Digital, cursos gratuitos de capacitação tecnológica em Recife (PE). As inscrições estão abertas desde 3 de fevereiro e podem ser realizadas na secretaria do Compaz Dom Helder. Os treinamentos iniciam na próxima segunda-feira (23).

Na capital pernambucana, o programa é voltado ao público de instituições sociais vinculadas à Prefeitura. Ao todo, foram disponibilizadas 140 vagas, distribuídas em quatro turmas de 35 alunos. Os estudantes podem escolher certificação profissional em duas áreas:

  • Manutenção de Celulares, com foco em diagnóstico técnico, substituição de componentes e manutenção preventiva de smartphones; e
  • Montagem de Computadores de Alto Desempenho (PC Gamer), com escolha de peças, análise de compatibilidade, montagem completa e testes de desempenho.

Desde dezembro de 2025, a Carreta Digital encontra-se no estado. Em Recife, o projeto já formou 379 estudantes em áreas ligadas às novas tecnologias, conforme o MCOM. A iniciativa permanecerá por seis meses na cidade e, posteriormente, seguirá para outros municípios.

Inclusão digital

De acordo com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, “o programa proporciona conhecimento e capacitação tecnológica profissional a milhares de estudantes do país. Estamos reduzindo desigualdades ao preparar esses jovens para empregos qualificados no futuro e para uma inserção efetiva no mundo digital”.

A moradora de Recife, Kylie Santos, de 23 anos, participou da primeira turma da Carreta Digital voltada a comunidade trans e travestis. A estudante buscou na iniciativa uma forma de ampliar os conhecimentos e se preparar para novas oportunidades.

“A gente sempre precisa estar aprendendo coisas novas, se atualizando. É importante ter conhecimento, porque faz diferença. Para nós, da comunidade trans e travesti, é essencial buscar mais conhecimentos para sermos profissionais mais completos no dia a dia. Também serve para uso pessoal: mexer no computador, entender o que usamos no cotidiano, ter noções de tecnologia”, relata.

Carreta Digital

O programa Carreta Digital, executado pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), promove a formação tecnológica de jovens em situação de vulnerabilidade social. Segundo dados do MCOM, após mais de um ano de atuação nacional, a iniciativa certificou mais de 11 mil alunos em seis estados:

  • Maranhão;
  • Mato Grosso;
  • Rio Grande do Sul;
  • Santa Catarina;
  • Distrito Federal; e 
  • Pernambuco.

O projeto itinerante oferece capacitação em diferentes áreas da tecnologia, entre elas:

  • Montagem e Configuração de Computadores de Alto Desempenho (PC Gamer);
  • ⁠Manutenção de Celulares;
  • Robótica;
  • Programação em Python; e
  • Desenvolvimento de Jogos.

O Espaço Maker, ambiente imersivo do programa, oferece aos estudantes a oportunidade de aprender de forma prática. Instalado em um caminhão que percorre o país, proporciona aulas presenciais a comunidades com pouco ou nenhum acesso a recursos educacionais.

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