14/01/2026 04:45h

Pais, mães e responsáveis, procurem a Unidade de Saúde mais próxima e vacinem seus filhos

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Os 24 municípios da macrorregião Centro-Noroeste, em Mato Grosso – entre eles Alto Paraguai, Campo Novo do Parecis, Juína, Rosário Oeste, São José do Rio Claro e Tangará da Serra – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde

Em Tangará da Serra, o cuidado das famílias reforça a importância da imunização. Moradora do bairro Jardim Mituo, a pedagoga e servidora municipal Jucélia de Oliveira, de 50 anos, mantém o cartão de vacinação dos filhos sempre em dia. 

Mãe de três – um menino de 7, uma pré-adolescente de 12 e um adolescente de 15 anos –, Jucélia acredita que vacinar é um compromisso com a vida.

“Levo os meus filhos para vacinar porque é uma prevenção que eles têm contra doenças contagiosas.”

 A atitude de Jucélia reflete a orientação dos profissionais de saúde. A enfermeira e referência técnica de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, Renata Teles de Godoy, reforça o chamado aos pais e responsáveis.

“Pais e responsáveis, venham, procurem uma Unidade Básica de Saúde, procurem uma sala de vacinação mais próxima da sua residência, manter a caderneta de vacinação do seu filho atualizada é um gesto de amor, de carinho e de saúde. Mantendo essas vacinas em dia, a sua criança vai estar protegida, com maior oportunidade de um futuro saudável.” 

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção, pais e responsáveis do Mato Grosso! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 

 

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14/01/2026 04:45h

Pais, mães e responsáveis, mantenham o cartão de vacinação de seus filhos em dia

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Os 11 municípios da macrorregião de Saúde Centro-Norte mato-grossense, entre eles Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Jangada, Nova Brasilândia e Várzea Grande – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

No bairro Despraiado, em Cuiabá, a empresária e tatuadora Patrícia Gregório Rodrigues Carvalho, de 41 anos, sempre fez da vacinação uma prioridade. Mãe de uma menina de 8 anos e de um jovem de 20, ela acredita que vacinar é um gesto de cuidado que salva e prolonga vidas: "Acredito que vacinas salvam vidas porque quando você toma a vacina você já está prevenindo.”

Na capital mato-grossense, as equipes de saúde realizam ações de conscientização para informar a população sobre a necessidade da vacinação. A enfermeira e referência técnica de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, Renata Teles de Godoy, faz um chamado à população: 

“Pais e responsáveis, venham, procurem uma Unidade Básica de Saúde, procurem uma sala de vacinação mais próxima da sua residência, manter a caderneta de vacinação do seu filho atualizada é um gesto de amor, de carinho e de saúde.” 

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

tenção pais e responsáveis do Mato Grosso! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 


 

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14/01/2026 04:45h

Pais, mães e responsáveis, procurem postos de vacinação e levem seus filhos para vacinar

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Os 16 municípios da macrorregião de saúde Leste do Amazonas – entre eles Barreirinha, Humaitá, Parintins, Itacoatiara e Maués – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes

As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Parintins, a autônoma Samantha Cristina Andrade, de 29 anos, mãe de um bebê de 2 anos, também faz da vacinação uma prioridade. Para a moradora do bairro Tonzinho Saunier, vacinar é um cuidado que atravessa gerações e salva vidas.

“Acredito que vacinas salvam vidas. Minha mãe sempre foi prevenida em questão disso e previno meu filho também. As vacinas dele estão todas atualizadas.”

A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Tatyana Amorim, reforça o chamado:

“No Amazonas, reforçamos continuamente que a caderneta de vacinação é um documento fundamental de proteção à vida. As orientações destinadas aos profissionais de saúde municipais e por eles replicadas aos pais e responsáveis, são desenvolvidas de maneira permanente por meio das unidades básicas de saúde, das escolas, das redes sociais oficiais e das ações de comunicação voltadas a traduzir, de modo simples e direto, os benefícios da imunização.”

As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Amazonas! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

 

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04/01/2026 03:00h

Entidade alerta para a necessidade de atualização dos sistemas eletrônicos e explica como será a fase de transição do novo modelo tributário.

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) orienta produtores rurais de todo o país a se prepararem para as mudanças da Reforma Tributária, em vigor desde a última quinta-feira, 1º de janeiro de 2026. O alerta refere-se à atualização dos sistemas eletrônicos de emissão de notas fiscais, que passam a seguir o novo padrão definido pela Receita Federal.

Segundo o coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, produtores que utilizam sistemas próprios devem realizar a atualização até o fim de dezembro de 2025. A falta de adequação pode gerar restrições na emissão de documentos fiscais a partir do início de 2026.

A medida integra a transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo, previsto na Emenda Constitucional nº 132, promulgada em dezembro de 2023. O sistema substitui gradualmente os tributos atuais por dois impostos sobre valor agregado: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual e municipal, e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal.

Em 2026, a implementação ocorre em fase de testes, com aplicação de alíquota de 1%, sem efeito arrecadatório. De acordo com a Receita Federal, o período permite ajustes nos sistemas fiscais e a definição das alíquotas que serão aplicadas após a transição.

A CNA recomenda que os produtores realizem planejamento prévio, com envolvimento das áreas contábil, financeira, jurídica, de tecnologia da informação e de recursos humanos. O objetivo é garantir a emissão de notas fiscais conforme o novo modelo nacional.

A entidade destaca pontos do novo sistema para o setor agropecuário, como a simplificação das obrigações fiscais, a redução de 60% nas alíquotas aplicadas ao agro, o regime opcional para produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, a não incidência do imposto seletivo sobre produtos agropecuários e regras específicas para cooperativas e biocombustíveis.
 

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04/01/2026 02:00h

Cenário indica volumes de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto partes do Nordeste e Sudeste terão precipitações abaixo do esperado para o período

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O mês de janeiro de 2026 deve ser marcado por irregularidade na distribuição das chuvas em todo o território brasileiro, segundo a previsão climática divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O cenário indica volumes de chuva acima da média em grande parte das regiões Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto partes do Nordeste e Sudeste terão precipitações abaixo do esperado para o período.

Chuvas variam conforme a região

Na Região Norte, as chuvas devem superar em até 50 milímetros a média histórica em áreas do Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e porções centrais e meridionais do Pará. Em contrapartida, centro-sul do Tocantins e sul de Roraima tendem a registrar volumes menores.

O Nordeste enfrenta um panorama mais desfavorável: precipitações abaixo da média são previstas para quase toda a Bahia, além do centro-sul do Piauí, áreas centrais do Maranhão e oeste de Pernambuco. Apenas pontos isolados da faixa litorânea e do norte da região — como Paraíba, Alagoas, Ceará e parte do Maranhão — devem registrar chuvas acima da média.

Na Região Centro-Oeste, a previsão é positiva para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que devem receber volumes de chuva acima da média, o que favorece o desenvolvimento das lavouras de primeira safra. No entanto, no leste de Goiás, as chuvas tendem a ficar abaixo da média.

O Sudeste terá um cenário contrastante: São Paulo e o sul de Minas Gerais devem registrar chuvas acima da média, enquanto o centro-norte mineiro, o sul do Espírito Santo e o centro-norte do Rio de Janeiro poderão enfrentar déficits hídricos, com volumes abaixo do esperado.

Na Região Sul, o INMET prevê acumulados de até 50 milímetros acima da média em praticamente todos os estados. As exceções ficam por conta do centro-oeste de Santa Catarina e do sul do Rio Grande do Sul, onde os índices devem ficar próximos ou abaixo da média histórica.

Temperaturas elevadas em quase todo o país

A temperatura média tende a ficar acima da climatologia de janeiro em quase todo o Brasil. No Norte, o aumento será de até 0,6 °C em áreas do Amazonas, Pará, Amapá e Roraima — podendo chegar a um grau acima da média no Tocantins.

No Nordeste, o aquecimento deve ser mais forte na Bahia, Piauí e sul do Maranhão, especialmente no sul piauiense, onde o aumento pode ultrapassar 1 °C.

A Região Centro-Oeste também registrará temperaturas até 1 °C acima da média em Goiás, Distrito Federal e parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No Sudeste, o calor será mais intenso no norte de Minas Gerais e nas porções oeste e nordeste de São Paulo. Já o Sul deve ter temperaturas próximas da média, com leve aumento — até 0,6 °C — em áreas do Paraná, norte catarinense e centro do Rio Grande do Sul.

Impactos esperados na agricultura

O cenário climático previsto pelo INMET traz implicações diretas para o campo.

No Norte, as chuvas acima da média devem favorecer a semeadura e o desenvolvimento de cultivos e pastagens, mas o calor elevado, especialmente no Tocantins, pode aumentar o risco de estresse térmico e exigir manejo hídrico mais cuidadoso.

No Nordeste, a irregularidade das chuvas representa um desafio para a produção agrícola de sequeiro, com risco de prejuízo às lavouras de milho e feijão nas áreas mais secas. Por outro lado, o litoral e o norte da região devem apresentar boas condições para a fruticultura irrigada.

No Centro-Oeste, o excesso de chuva em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul tende a beneficiar os cultivos de grãos, enquanto Goiás pode ter dificuldades devido à restrição hídrica.

Para o Sudeste, o excesso de umidade em São Paulo deve beneficiar cana, café e grãos, mas o déficit de chuva no restante da região pode limitar a umidade do solo e afetar lavouras em desenvolvimento.

Já no Sul, as chuvas acima da média e temperaturas equilibradas devem favorecer as culturas de verão e a recuperação das pastagens, enquanto o tempo mais seco no extremo sul do Rio Grande do Sul será vantajoso para o arroz irrigado e outras operações de campo.

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02/01/2026 01:30h

As medidas visam coordenar distribuidoras e poder público diante de previsões de elevação de temperaturas, chuvas intensas e ventos fortes

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) emitiu, nesta segunda-feira (29), ofício com diretrizes para “para fortalecer o fornecimento de energia durante o período do Verão 2025/2026.” As medidas visam coordenar distribuidoras e poder público diante de previsões de elevação de temperaturas, chuvas intensas e ventos fortes. 

Segundo as normativas da autarquia, as distribuidoras de energia devem notificar o poder público - estados e municípios - imediatamente após identificar eventos climáticos críticos. A notificação deve ocorrer por canais exclusivos de comunicação mantidos com estados e municípios. As diretrizes constam no Ofício Circular nº 5/2025 da ANEEL. 

Conforme o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, "a mitigação dos impactos decorrentes de eventos climáticos demanda atuação coordenada e integrada entre as instituições". 

Entre as medidas, a Agência viabiliza o Sistema Radar. Disponível à população, esse sistema fornece informações em tempo real sobre as interrupções de energia. O sistema pode ser acessado pelo site da ANEEL e pelo aplicativo ANEEL Consumidor. 

Conteúdo para notificação ao poder público

Embora o ofício não traga um modelo padronizado, a regulação recente da ANEEL sobre comunicação em emergências indica que a notificação ao poder público deve contemplar: provável causa da ocorrência, área afetada e tempo estimado para normalização do serviço.​

Com essas informações, estados, municípios e defesas civis podem direcionar as ações de atendimento à população e de suporte a serviços essenciais. 
 

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31/12/2025 19:00h

Liberação dos valores será feita de forma escalonada até 12 de fevereiro de 2026

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Trabalhadores que aderiram à modalidade saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e foram demitidos ou tiveram o contrato suspenso nos últimos seis anos poderão sacar o saldo retido das contas vinculadas. A liberação dos valores será feita de forma escalonada até 12 de fevereiro de 2026.

A medida está prevista na Medida Provisória (MP) 1.331/25, editada em 23 de dezembro pelo governo federal. Antes da MP, o trabalhador que optava pelo saque-aniversário e, caso fosse demitido sem justa causa, só tinha direito à multa rescisória de 40%, sem acesso ao valor total da conta.

Segundo o governo federal, a mudança busca reforçar o papel do FGTS como instrumento de proteção social em momentos de vulnerabilidade econômica. "A medida corrige uma injustiça ao liberar recursos que estavam retidos", afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. 

Desde a criação do saque-aniversário, em 2020, aproximadamente 12 milhões de trabalhadores foram demitidos sem conseguir sacar o saldo do fundo.

Vigência e tramitação da MP

A MP tem validade inicial de 60 dias, sem contar o recesso parlamentar, prazo que se estende até o início de abril de 2026. O período pode ser prorrogado por mais 60 dias. Durante esse tempo, o texto será analisado pelo Congresso Nacional e mantém força de lei enquanto estiver em vigor.

Quem tem direito ao saque

Poderão retirar o saldo do FGTS:

  • Trabalhadores demitidos sem justa causa;
  • Aqueles que tiveram rescisão indireta, culpa recíproca ou força maior;
  • Empregados de empresas que faliram ou de empregadores individuais que faleceram;
  • Trabalhadores com contrato declarado nulo;
  • Contratos encerrados normalmente a termo, inclusive temporários;
  • Trabalhadores avulsos com suspensão total do trabalho.

Também estão incluídos os trabalhadores que já conseguiram novo emprego ou que migraram para o saque-rescisão, desde que o contrato anterior tenha sido encerrado enquanto ainda estavam na modalidade saque-aniversário. O benefício alcança contratos encerrados entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025.

Pagamentos e procedimentos

A Caixa Econômica Federal será responsável por divulgar o calendário de pagamentos. O saque será limitado a R$ 1,8 mil até 30 de dezembro de 2025, com o valor restante liberado de forma escalonada até 12 de fevereiro de 2026.

O crédito será feito automaticamente para quem já possui conta bancária cadastrada no FGTS. Quem não possuir conta poderá sacar os valores nas agências da Caixa, nos caixas eletrônicos ou em casas lotéricas. Após o término da vigência da medida provisória, os saques presenciais não serão mais permitidos.

De acordo com o governo federal, a MP deve liberar cerca de R$ 7,8 bilhões, beneficiando aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores.
 

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31/12/2025 11:11h

Em 2025, a Defesa Civil Nacional emitiu cerca de 120 comunicados por dia, contra 70 em dezembro de 2024

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O número de alertas de desastres emitidos pela Defesa Civil Nacional cresceu 70% em dezembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024. Entre os dias 1º e 26, foram registrados 3,1 mil alertas em todo o país por meio da plataforma Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap). No mesmo intervalo do ano passado, haviam sido 1.877.

Segundo o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, o aumento reflete tanto a maior ocorrência de eventos extremos típicos do período chuvoso quanto o amadurecimento do uso da plataforma Idap por defesas civis estaduais e municipais. “Há hoje maior prontidão para emitir alertas de forma preventiva, alinhada aos protocolos de proteção da população”, afirmou.

A média diária de alertas também subiu. Em 2025, a Defesa Civil Nacional emitiu cerca de 120 comunicados por dia, contra 70 em dezembro de 2024. As mensagens chegam à população por seis ferramentas diferentes: 

Defesa Civil Alerta

Desde dezembro de 2024, a ferramenta Defesa Civil Alerta tem sido uma das principais aliadas na gestão de riscos no país. Nesse período, foram emitidos 737 alertas, sendo 620 classificados como severos, 83 como extremos e 34 apenas de demonstração. Os casos mais recorrentes foram de chuvas intensas, com 454 alertas, e deslizamentos de terra, com 58.

A tecnologia envia mensagens sonoras e visuais diretamente para celulares em áreas de risco alto, sem necessidade de cadastro prévio. O alerta pode soar mesmo com o aparelho no modo silencioso, alcançando celulares com cobertura 4G ou 5G e sistemas Android ou iOS lançados a partir de 2020. O serviço é gratuito e não depende de conexão com a internet.

Criada em parceria entre o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Ministério das Comunicações (MCom), a ferramenta orienta a população sobre medidas de autoproteção diante de riscos iminentes.

Tipos de alerta

A Defesa Civil Nacional emite dois tipos de alerta: severo e extremo.

No alerta severo, há risco elevado, mas sem necessidade de ação imediata. A mensagem aparece acompanhada de um sinal sonoro discreto, e a tela do celular é bloqueada até o usuário fechá-la manualmente.

Já o alerta extremo indica perigo imediato, com risco à vida e necessidade de adoção urgente de medidas de autoproteção. Nesses casos, o aviso é emitido com som semelhante a uma sirene, mesmo que o celular esteja no modo silencioso, e só pode ser encerrado pelo usuário.
 

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29/12/2025 17:00h

Relatório do Banco Central indica que o mercado mantém cenário de cautela para a economia

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As expectativas do mercado apontam para um cenário de inflação, para 2026, ainda acima da meta no curto prazo, juros em trajetória de queda gradual, câmbio mais depreciado e crescimento moderado da economia brasileira nos próximos anos. As informações são do Relatório Focus do Banco Central, divulgado pela instituição nesta segunda-feira (29). 

Inflação

Relatório aponta mediana de IPCA em 4,32% para encerrar 2025, abaixo dos 4,33% projetados uma semana antes e em queda há sete semanas, sinalizando alívio gradual da inflação, mas ainda acima do centro da meta de 3% perseguida pelo BC. 

Para 2026, a projeção é de 4,05%, também em queda recente, e só em 2027 e 2028 a expectativa converge para 3,8% e 3,5%, patamar mais próximo do objetivo de longo prazo.

Nos preços administrados, o mercado ainda enxerga pressão, com alta de 5,32% em 2025 e 3,72% em 2026, refletindo reajustes de tarifas públicas, energia e combustíveis, antes de uma acomodação em torno de 3,7% em 2027 e 3,5% em 2028. 

As projeções mensais de IPCA para o fim de 2025 e início de 2026 – em torno de 0,38% em dezembro, 0,36% em janeiro e 0,53% em fevereiro – reforçam uma desinflação lenta, com a inflação em 12 meses suavizados próxima de 4% no período.

Juros

A taxa Selic é vista pelo mercado em 12,25% ao fim de 2025, estável em relação à semana anterior. Para 2026, a projeção mediana é de 10,50%, indicando continuidade do ciclo de queda, mas sem retorno imediato a níveis considerados neutros historicamente.

As estimativas recuam para 9,75% em 2027 e permanecem nesse patamar em 2028, sugerindo que o mercado enxerga um juro mais alto, compatível com um país ainda com prêmio de risco elevado e desafios fiscais. Essa configuração indica que, mesmo com inflação em queda, o BC deve ser cauteloso na calibragem dos cortes, sobretudo diante da incerteza sobre contas públicas e ambiente externo.

Câmbio

O Focus indica que o mercado trabalha com um câmbio mais depreciado no médio prazo, com o dólar projetado em R$ 5,44 no fim de 2025, acima dos R$ 5,40 esperados quatro semanas antes, movimento de alta que já dura duas semanas. Para 2026 e 2027, a expectativa é de que a cotação siga em R$ 5,50, valor sem alteração nas últimas semanas de 2025.

Crescimento

Para 2026, a mediana permanece em 1,80%, com estabilidade nas últimas semanas, desenhando um quadro de expansão mais moderada.
As projeções para 2027 mostram ajuste para baixo, de 1,83% há quatro semanas para 1,80% agora, interrompendo sequência de três semanas de revisão negativa, enquanto para 2028 o mercado vê crescimento de 2%, um ritmo um pouco mais forte, mas ainda distante de taxas necessárias para ganho expressivo de renda e produtividade. 

Esse cenário combina desinflação lenta com crescimento contido, retratando uma economia que avança, mas encontra obstáculos estruturais e condicionantes fiscais.

Contas externas e fiscais: riscos que cercam as projeções

Do lado externo, o Focus aponta déficit em conta corrente de US$ 74,85 bilhões em 2025, maior que o estimado quatro semanas antes, ainda que com alguma melhora marginal na última semana, reforçando a percepção de vulnerabilidade externa num ambiente de juros globais elevados. 

Para 2026, o rombo projetado é de US$ 67 bilhões, com ligeira alta na comparação semanal, antes de recuar para cerca de US$ 65 bilhões em 2027 e US$ 63 bilhões em 2028, sinalizando ajuste gradual, mas sem eliminação do déficit.

A balança comercial, por sua vez, aparece como contrapeso, com superávit de US$  63 bilhões em 2025 e aumento para US$ 66 bilhões em 2026, US$ 70 bilhões em 2027 e US$ 70 bilhões em 2028. 

O investimento direto no país também tem perspectiva favorável, com ingresso de US$ 79,70 bilhões em 2025 e cifras crescentes até US$ 79 bilhões em 2028.

No campo fiscal, o mercado projeta resultado primário negativo de 0,50% do PIB em 2025, repetindo a estimativa das semanas anteriores, e déficit de 0,56% em 2026, ligeiramente melhor do que a projeção anterior, indicando algum esforço de ajuste, porém insuficiente para reverter rapidamente a trajetória da dívida. 

A dívida líquida do setor público deve subir de cerca de 66% do PIB em 2025 para 70,25% em 2026, 73,80% em 2027 e 76% em 2028, configurando uma trajetória de alta contínua que alimenta prêmio de risco e ajuda a manter o juro neutro em patamar elevado.
 

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29/12/2025 16:00h

Período marcado por desaceleração da atividade global, elevada incerteza e melhora nas safras agrícolas

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O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M) registrou variação de -0,01% em dezembro de 2025, após alta de 0,27% em novembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o índice encerrou 2025 com queda acumulada de 1,05%. O desempenho reflete a desaceleração da atividade global, o aumento da incerteza econômica e a melhora das safras agrícolas, que pressionaram para baixo os preços de matérias-primas.

“Esse resultado está muito relacionado ao comportamento do IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo] ao longo do ano. Diferentemente do que se observou em novembro, quando houve altas em algumas commodities agrícolas, em boa parte de 2025 prevaleceram quedas expressivas de preços, tanto de produtos industriais quanto agropecuários.

Em vários meses, o IPA registrou variações negativas, o que levou a uma desaceleração mais nítida a partir de maio: naquele momento, a taxa em 12 meses recuou de 7,68% em maio para 4,02% em junho, até alcançar os atuais -2,06%. A queda do IGP-M em 12 meses seria ainda maior não fosse a compensação exercida pelos preços ao consumidor e pelos custos da construção”, analisa Matheus Dias, economista do FGV IBRE.

Dias aponta menor pressão de custos para 2026, mas riscos em itens sensíveis à atividade econômica dependendo da política monetária.

Desempenho dos Componentes

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) recuou 0,12% em dezembro, após avanço de 0,27% em novembro. Houve queda em Matérias-Primas Brutas (-0,30%),

Bens Intermediários (-0,04%) e Bens Finais (0,00%)

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,24%, ligeiramente abaixo dos 0,25% registrados no mês anterior. As principais altas ocorreram em Habitação (0,42%), Educação, Leitura e Recreação (1,53%) e Transportes (0,28%). Houve recuo em Saúde e Cuidados Pessoais (-0,09%), Vestuário (-0,60%) e Alimentação (-0,07%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,21%, após 0,28% em novembro. O grupo Mão de Obra acelerou para 0,32%, enquanto Serviços registrou variação de 0,27%.

Influências 

No IPA, as principais pressões positivas vieram de minério de ferro (2,42%), carne bovina (2,73%), farelo de soja (3,56%) e milho em grão (1,42%). As maiores quedas foram observadas em leite in natura (-6,26%), café em grão (-1,83%), óleo de soja em bruto (-5,60%) e ovos (-5,41%).

No IPC, destacaram-se as altas de passagem aérea (12,49%), tarifa de eletricidade residencial (1,97%), refeições fora do domicílio (0,61%) e aluguel residencial (0,52%). As principais quedas foram registradas em tomate (-14,29%), perfume (-5,58%) e leite longa vida (-4,89%).

No INCC, os maiores impactos de alta vieram de pedreiro (0,37%), eletricista (0,61%), armador ou ferreiro (0,38%) e encarregado (0,41%). Tubos e conexões de PVC (-1,04%) e material para instalação de gás (-2,16%) exerceram pressão de queda.
 

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