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Baixar áudioA instabilidade prevista pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) se distribui pelos três períodos do dia, em um cenário típico da primavera, com calor e elevada disponibilidade de umidade na atmosfera. O padrão deve se manter até o início da próxima semana.
Para a manhã, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet aponta a continuidade da nebulosidade elevada, ainda com chuva isolada. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e novas pancadas de chuva isoladas, mantendo o padrão instável do dia.
Os termômetros devem variar entre a mínima de 24°C e a máxima de 33°C. A tendência apontada pelo Inmet é de ligeira elevação da temperatura máxima e de estabilidade da mínima em relação ao dia anterior.
A previsão indicava umidade relativa do ar máxima de 95% na madrugada. Para esta tarde, o índice mínimo previsto é de 45%. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante entre noroeste e nordeste. O sol nasceu às 05h10 e se põe às 17h47.
Nos próximos dias, a instabilidade se mantém. O sábado (31) e o domingo (1º) terão muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 25°C e máxima de 34°C nas duas datas. Já na segunda-feira (2), a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, mínima de 25°C e máxima de 36°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA instabilidade que marca esta quinta-feira em Cuiabá deve se repetir nos próximos dias, em um cenário típico da primavera, quando o calor e a umidade favorecem a formação de nuvens carregadas. Segundo o Inmet, o mesmo padrão de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas se mantém até o fim do horizonte de previsão, no domingo.
A mínima prevista para hoje é de 24°C e a máxima pode chegar a 31°C, com tendência de estabilidade tanto na temperatura mais baixa quanto na mais alta. Para a manhã, a previsão indicava muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet aponta manutenção da nebulosidade elevada, agora com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir no mesmo padrão, com muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas pontuais.
A umidade relativa do ar tem amplitude acentuada ao longo do dia. A previsão indicava máxima de 95% na madrugada, e para esta tarde o índice mínimo esperado é de 55%, quando o calor fica mais intenso. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante de sul a sudeste.
O sol nasceu às 05h10 e se põe às 17h47, em um dia com cerca de doze horas e meia de claridade. Como as pancadas de chuva previstas são isoladas e acompanhadas de trovoadas, podem ocorrer mudanças rápidas de condição em curtos intervalos, com áreas de chuva concentradas em pontos específicos da cidade.
Para os próximos dias, o horizonte de previsão mantém o mesmo tipo de tempo. Na sexta-feira (30), a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 33°C. No sábado (31), as temperaturas ficam entre 25°C e 30°C, também com chance de pancadas e trovoadas isoladas. No domingo (1º), a previsão indica mínima de 23°C e máxima de 32°C, novamente com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioO montante será transferido integralmente como parcela do decêndio, sem valor adicional de reserva, e soma cerca de R$ 5,9 milhões. O dinheiro é depositado diretamente na conta do município e pode ser aplicado em áreas como saúde, educação, infraestrutura e custeio da máquina administrativa.
Com esse valor, Cuiabá aparece na 1ª posição entre os 142 municípios de Mato Grosso no repasse deste decêndio. O cálculo do fundo leva em conta o coeficiente populacional de cada cidade, o que coloca a capital no topo da lista estadual.
Considerando as transferências já creditadas e a parcela desta sexta-feira, o FPM destinado a Cuiabá em outubro chega a aproximadamente R$ 15,2 milhões. Nos últimos doze meses, no intervalo encerrado em 30 de outubro, o município acumula perto de R$ 256 milhões em recursos do fundo.
No acumulado de 2026, de janeiro até a data deste crédito, o total soma cerca de R$ 209 milhões, ante aproximadamente R$ 187 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 11,92% na comparação entre os dois anos.
Os recursos do Fundo de Participação dos Municípios são formados por parte da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), com base em dados populacionais, e os valores são entregues em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30. Este é o terceiro e último repasse de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior. Neste decêndio, o pagamento ocorre em dia útil, conforme o calendário previsto para o mês.
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Baixar áudioA instabilidade típica da primavera deve se manter em Cuiabá nesta quarta-feira, 28 de outubro, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A tendência apontada é de estabilidade para a temperatura máxima, de 34°C, e de elevação para a mínima, de 25°C, em um dia em que a chuva pode aparecer em qualquer período, com as trovoadas isoladas concentradas sobretudo à tarde.
Para a manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No período da tarde, a expectativa é de nebulosidade elevada, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva isoladas.
A umidade relativa do ar prevista para a madrugada alcançava 90%. Para esta tarde, a previsão indica mínima de 55%, patamar que ainda favorece a sensação de abafamento típica da primavera. Os ventos devem soprar fracos, com direção predominante entre sudeste e sul.
O sol nasceu às 05h10 e se põe às 17h46 nesta quarta-feira em Cuiabá. Como há previsão de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas, especialmente no período da tarde, quem for sair durante o dia deve levar guarda-chuva ou capa e redobrar a atenção em deslocamentos sob chuva, quando a visibilidade e a aderência do asfalto podem ficar comprometidas.
Para os próximos dias, a tendência é de continuidade do tempo instável. Na quinta-feira, 29, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, mínima de 24°C e máxima de 30°C. Na sexta-feira, 30, o cenário é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 29°C. No sábado, 31, a expectativa também é de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 25°C e 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA capital mato-grossense recebeu cerca de R$ 2,7 milhões no segundo decêndio de outubro de 2026. O montante integra a distribuição feita pelo Tesouro Nacional aos municípios brasileiros a cada dez dias.
No comparativo interno do estado, Cuiabá ficou na 1ª posição entre os 142 municípios de Mato Grosso neste decêndio, à frente das demais cidades mato-grossenses no valor recebido.
Considerando os repasses já creditados em outubro, o município soma aproximadamente R$ 9,3 milhões no mês. Nos últimos doze meses, entre 21 de outubro de 2025 e 20 de outubro de 2026, o total transferido chegou a cerca de R$ 256 milhões.
No acumulado deste ano, de 1º de janeiro até 20 de outubro, Cuiabá recebeu perto de R$ 203 milhões em recursos do fundo. No mesmo intervalo de 2025, o valor havia sido de quase R$ 181 milhões, o que representa variação de 12,24% na comparação entre os dois períodos.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Os coeficientes de cada cidade são definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em dados populacionais do IBGE. O pagamento é dividido em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o repasse referente ao segundo decêndio.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior. Os valores informados são brutos, antes das deduções constitucionais aplicadas a cada município.
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Baixar áudioOs eleitores de Mato Grosso votarão nos mesmos locais e seções utilizados no primeiro turno das Eleições 2026. A confirmação foi divulgada pelo TRE-MT em 16 de outubro. A segunda etapa será realizada em 25 de outubro, das 7h às 16h, no horário local do estado.
Segundo o comunicado, quem compareceu às urnas em 4 de outubro deve se dirigir ao mesmo endereço. Ainda assim, o tribunal oferece consulta individual para quem tem dúvida ou não participou da primeira etapa. O serviço informa o local vinculado à inscrição eleitoral.
O TRE-MT também ressalta que os prazos citados em sua orientação para voto em trânsito e transferência temporária já terminaram. Essas modalidades não equivalem a um novo pedido de mudança disponível na semana do segundo turno. A conferência do endereço pode ser feita normalmente.
No e-Título, o eleitor encontra o local de votação e a opção para visualizar a localização em aplicativo de navegação. Pela internet, pode acessar o Autoatendimento Eleitoral e selecionar “Onde votar”. O sistema solicita os dados de identificação necessários para a consulta.
Outra possibilidade de atendimento é o Disque-Eleitor, no número 0800 647 8191. A recomendação é verificar prédio, endereço e seção com antecedência, para organizar o trajeto e observar o horário de votação. A ausência no primeiro turno não impede o voto no segundo para quem está com o título regular, conforme o TRE-MT.
Antes de sair para votar, confira! O Brasil 61 disponibilizou uma ferramenta para ajudar você a verificar se sua seção passou a funcionar em outro endereço.
Informe seu estado, município e seção eleitoral e consulte.
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Baixar áudioApesar de ganharem mais espaço no debate público, o fim da escala 6x1 e da “taxa das blusinhas” não foram as únicas discussões relevantes no Congresso Nacional na última semana de esforço concentrado antes da eleição. Na quinta-feira passada (3), o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 2.951/2024, que cria um novo marco para o Seguro Rural no Brasil.
A tramitação foi acelerada nesta semana para que as modificações passem a valer neste ano agrícola. Em Mato Grosso, principal estado produtor de grãos, por exemplo, o plantio da safra de verão de soja começa em meados de setembro e o produtor precisa contratar a apólice antes do plantio para ter direito à cobertura. Sem a aprovação nesta janela, a nova legislação só valeria a partir da safrinha de 2027.
De autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), o texto retornou à casa em maio deste ano após mudanças feitas pela Câmara dos Deputados. A votação nesta reta final do esforço concentrado contou com relatoria do senador Jaime Bagattoli (PL-RO), que manteve a maior parte do texto aprovado na Câmara. Com a aprovação, o projeto segue agora para sanção presidencial.
Entre as principais mudanças, o projeto aperfeiçoa o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), reduz taxas de juros e amplia a prioridade em operações de crédito rural amparadas pelo seguro. O texto também passa a permitir que o contrato de seguro rural componha as garantias de operações de crédito, com cláusulas específicas como cessão fiduciária e definição da instituição financeira como primeira beneficiária da indenização em caso de sinistro.
Outro eixo central da proposta é a operacionalização do chamado Fundo Catástrofe, previsto em lei desde 2010 mas nunca implementado por falta de regulamentação e de aportes contínuos. O texto autoriza que seguradoras, resseguradoras, cooperativas e empresas do agronegócio participem como cotistas do fundo, que poderá ser composto por ações de estatais, imóveis e outros ativos da União, além de instrumentos como resseguro e Letras de Risco de Seguros.
O projeto também fixa prazos para o processo de indenização: até 15 dias para o processamento do pedido, quando não houver necessidade de vistoria técnica presencial, e até 30 dias para o pagamento, contados da entrega dos documentos ou da vistoria. Além disso, proíbe o contingenciamento de despesas ligadas à subvenção do seguro rural e torna obrigatória a execução orçamentária dessas verbas, ainda que restrita ao montante previsto na Lei Orçamentária Anual.
Das mudanças feitas pela Câmara, o Senado manteve o detalhamento das cláusulas que permitem usar o seguro como garantia em empréstimos rurais, mas retirou o dispositivo que autorizava remanejar sobras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para a subvenção do seguro. O relator também incluiu a exigência de que as despesas com subvenção sejam condicionadas a medidas de compensação orçamentária, com compromisso do governo de enviar Medida Provisória ou projeto de lei específico para regulamentar o tema.
A aprovação ocorre em um cenário de baixa adesão ao seguro rural no país: dados do Ministério da Agricultura apontam para 3,2 milhões de hectares assegurados em 2025, 3,3% da área plantada, uma queda de 55% em relação a 2024, e o pior desempenho nos últimos 10 anos.
A falta de recursos empenhados é vista como a principal causa da baixa adesão. De R$ 1,15 bilhão em 2021, ano do maior montante destinado e executado à subvenção, os valores caíram para R$ 565,3 milhões no ano passado, menor nível desde 2019, segundo o Atlas do Seguro Rural, plataforma do Ministério da Agricultura.
Para este ano, o orçamento disponibilizado para o programa foi de R$ 1,01 bilhão. Bem abaixo dos R$ 4 bilhões apontados por entidades do setor agropecuário como necessários.
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Baixar áudioA entrega de 192 moradias em Lucas do Rio Verde (MT) marcou mais uma etapa de expansão do programa Minha Casa, Minha Vida no estado. As unidades do Condomínio Águas do Cerrado – Cond. 1 – Módulo 2 foram entregues a famílias beneficiadas por financiamento via FGTS, em um investimento que ultrapassa R$ 35 milhões.
Durante o evento, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o avanço das políticas habitacionais e afirmou que a retomada do programa ampliou o acesso à moradia no país. Segundo ele, desde 2023 o Minha Casa, Minha Vida voltou a ganhar escala com o apoio do governo federal.
“Já são cerca de 40 mil residências no estado e 2,3 milhões em todo o Brasil, além do compromisso de mais 60 mil unidades em Mato Grosso. Esse avanço é resultado da parceria entre o poder público municipal, que viabiliza terreno e infraestrutura, a subvenção do governo estadual e o apoio do governo federal, com subsídios que podem chegar a R$ 55 mil. Somam-se a isso a redução das taxas de juros, ampliando o acesso das famílias à casa própria”, destacou.
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Uma das novas moradoras, Luzinei Rodrigues, celebrou a conquista após 15 anos vivendo de aluguel. Emocionada, ela afirmou que a casa própria representa o fim de uma longa espera e a realização de um sonho. “É uma emoção muito grande, muito satisfatória, poder receber a casa própria e sair do aluguel. Eu não tenho palavras para expressar, só agradecer”, disse.
Além das entregas, foi firmada uma parceria entre o governo federal e o governo de Mato Grosso para ampliar o acesso à moradia. A iniciativa deve beneficiar 3.323 famílias em novos empreendimentos, com investimento total estimado em R$ 79,5 milhões.
Os dados apresentados pelo governo indicam ainda que, em Mato Grosso, já foram autorizadas 3.701 unidades habitacionais desde 2023, com investimentos que somam cerca de R$ 511 milhões. Em Lucas do Rio Verde, o programa já financiou 2.845 moradias no mesmo período.
Em todo o país, o Minha Casa, Minha Vida ultrapassa 2 milhões de unidades contratadas e tem como meta alcançar 3 milhões até o fim de 2026, incluindo moradias subsidiadas e financiadas.
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Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou da abertura oficial do Show Safra 2026, em Lucas do Rio Verde, na segunda-feira (23). Na ocasião, o chefe da pasta destacou a importância da ampliação de mercados, do acesso ao crédito e da inovação tecnológica para o fortalecimento do agronegócio brasileiro.
Considerado um dos principais eventos do setor no país, o Show Safra reforça o papel de Lucas do Rio Verde como um dos polos de inovação, tecnologia e geração de negócios do agronegócio em Mato Grosso.
Durante a cerimônia, Fávaro ressaltou que o avanço do setor depende da articulação entre políticas públicas, desenvolvimento tecnológico e expansão das relações comerciais internacionais. Segundo ele, iniciativas como o evento contribuem para aproximar produtores, empresas e investidores, além de estimular a disseminação de conhecimento e soluções voltadas ao campo.
O ministro também pontuou a necessidade de ampliar o acesso às oportunidades no setor. Ele destacou que a abertura de mais de 550 mercados internacionais tem sido estratégica para garantir renda aos produtores e enfrentar os desafios do campo. “Vamos ampliar o acesso ao crédito e seguir abrindo mercados, porque é assim que garantimos renda e superamos os desafios do campo”, afirmou.
“Por isso, destaco a importância do Show Safra, para que a gente possa debater a ciência, a tecnologia. E, eu venho aqui com ideias, com propósitos, para fomentar junto com os produtores alternativas que vão minimizar esse impacto, fazendo com que o estado de Mato Grosso e o Brasil continuem crescendo através da agropecuária”, enfatizou o ministro.
Ainda durante a programação do evento, o ministro se reuniu com cooperativas para discutir projetos estruturantes voltados ao fortalecimento da agricultura familiar. O encontro contou com a presença do prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz Ribeiro, e do vice-prefeito Joci Piccini.
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Entre as propostas debatidas, estão iniciativas de verticalização da produção, como a implantação de uma indústria de polpa de frutas, o processamento de extrato de tomate e o incentivo à apicultura. As ações têm como objetivo criar condições para a execução dos projetos, ampliar oportunidades, fortalecer a organização produtiva e impulsionar o desenvolvimento rural.
A edição de 2026, realizada entre os dias 23 e 27 de março, apresenta uma programação ampliada e diversificada, refletindo a evolução do agronegócio brasileiro.
Entre os destaques, estão o Show Safra Aero, voltado a demonstrações e negócios da aviação agrícola; o Show Safra Pecuária, que inclui leilões, atividades práticas e debates sobre Integração Lavoura-Pecuária-Floresta; além de iniciativas como o Show Safra Mulher, o Show Safra Connect, o Show Safra Negócios e o inédito Show Safra Educação, dedicado à capacitação profissional.
O evento também reúne projetos como o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Vale do Guaporé (CIDESA), que promove a integração de 16 municípios da região, e o Conecta Hub, focado em inovação, acesso a financiamento e fortalecimento de redes no setor.
Reconhecido pelo impacto econômico, o Show Safra deve movimentar significativamente a economia local e regional. A expectativa é de que sejam atraídas dezenas de milhares de visitantes e centenas de expositores. Na última edição, o evento ultrapassou 170 mil visitantes e reuniu mais de 1.500 marcas, consolidando-se como uma das principais vitrines do agronegócio brasileiro.
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Baixar áudioO estado de Mato Grosso registrou um novo avanço na ampliação de sua participação no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). Quatro consórcios públicos municipais passaram a integrar o sistema: Vale do Rio Cuiabá, Região Sul, Vale do Guaporé e Médio Araguaia. A iniciativa contribui para fortalecer a estrutura regional de inspeção sanitária e amplia as oportunidades de comercialização das agroindústrias locais em todo o país.
Com a entrada desses novos consórcios, o estado passa a ter seis consórcios vinculados ao Sisbi, reunindo 72 municípios. Como Mato Grosso possui 142 municípios, aproximadamente 51% das cidades do estado já estão inseridas no sistema por meio dessa modalidade de cooperação regional.
“O Sisbi é uma política pública fundamental porque permite que os produtos das agroindústrias sejam comercializados em todo o território nacional, abrindo oportunidades para produtores e gerando renda no interior do país. Quando assumimos, apenas 331 municípios brasileiros tinham adesão ao sistema e Mato Grosso não tinha nenhum”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.
"Nós entendemos então que a oportunidade, a queda de paradigma, foi chamar os consórcios para isso. É a união de todos, as pessoas irem participar. Vários municípios juntos conseguem, e as coisas vão acontecer", complementou o ministro.
De acordo com o secretário-adjunto de Defesa Agropecuária, Alan Alvarenga, o avanço observado no estado integra uma estratégia nacional para consolidar a inspeção sanitária e ampliar o acesso de produtores ao mercado formal.
“Esse é um avanço concreto dentro de uma agenda estratégica conduzida pelo ministro Carlos Fávaro para fortalecer a inspeção sanitária no país e ampliar oportunidades, especialmente para pequenos e médios produtores. Na prática, isso significa criar condições para que eles possam formalizar a produção, agregar valor aos produtos e acessar novos mercados com garantia sanitária. É exatamente esse movimento que estamos vendo acontecer em Mato Grosso, que se torna o primeiro estado do país a conduzir uma versão estadual do projeto”, destacou.
No estado, a ampliação da adesão ao sistema tem contado com o trabalho conjunto da Superintendência de Agricultura e Pecuária, dos consórcios intermunicipais e das administrações municipais.
“Quando assumi a superintendência, o ministro me deu uma missão clara de fazer o Sisbi avançar em Mato Grosso. Com o apoio dos consórcios, prefeitos, do Tribunal de Contas e das associações municipais, e o trabalho de uma equipe técnica qualificada, conseguimos transformar esse objetivo em realidade. Agora nossa responsabilidade aumenta, e a superintendência segue de portas abertas para trabalhar junto com os municípios e ampliar ainda mais esse avanço no estado”, relatou o superintendente no estado, Edson Paulino.
A produtora de queijos Larissa Berté, de Nossa Senhora do Livramento, município que passou a integrar o sistema na sexta-feira (13), comentou sobre o potencial de expansão proporcionado pela iniciativa para produtores artesanais.
“Nossa expectativa com o Sisbi é ampliar a presença dos nossos produtos em nível nacional, levando o sabor de Mato Grosso para outros estados e outras localidades. Isso também incentiva pequenos produtores, como nós, a crescer e aumentar a produção, impactando diretamente a economia local”, disse.
Além da integração dos novos consórcios, foram firmados protocolos de intenção com outros oito consórcios: Araguaia, Norte Araguaia, Pontal do Araguaia, Portal da Amazônia, Vale do Juruena, Vale do Teles Pires, Vale do Rio Arinos e Alto do Rio Paraguai. Esses consórcios vão agora dar início ao processo de qualificação necessário para futura adesão ao Sisbi-POA.
Essa nova fase poderá incluir aproximadamente 62 municípios adicionais. Caso todos avancem até a etapa final de integração, Mato Grosso poderá chegar a 134 cidades vinculadas ao sistema, o equivalente a cerca de 95% dos entes locais da unidade da federação.
Impactos positivos
Os efeitos da adesão ao sistema já começam a ser percebidos por produtores que passaram a operar dentro desse modelo de inspeção sanitária. O proprietário da agroindústria Pavin Sertanejo, Aparecido Pavin, afirma que a formalização da atividade trouxe novas oportunidades de negócio.
“Para nós, abriu mais possibilidades de portas para trabalhar e vender. Temos muita procura pelos nossos produtos e dobramos nossas vendas”, relata.
Segundo ele, o aumento da demanda já exige melhorias na estrutura da agroindústria. “Estamos até pensando em instalar uma câmara fria, porque hoje armazenamos o produto final no freezer e já está ficando apertado. Produzimos linguiça, salame, bacon e vários produtos defumados”, relatou.
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Outro exemplo é o produtor Jeferson Gonçalves Silva, da Granja Alvorada da Serra, localizada em Cáceres. Ele afirma que a entrada no sistema representou um marco na organização da propriedade.
“Foi um divisor de águas para a nossa propriedade. Trouxe mais organização, padronização dos processos e maior controle sanitário. Passamos a comercializar nossos produtos em outros municípios, em outras regiões, e até em outros estados do Brasil. Isso ampliou nossas oportunidades com novos parceiros comerciais e teve impacto direto no crescimento da produção e na valorização da marca”, afirmou.
Criado em 2006, o Sisbi-POA tem como objetivo integrar os serviços de inspeção de produtos de origem animal em todo o Brasil, permitindo que agroindústrias com inspeção local possam comercializar seus produtos em escala nacional.
Nos primeiros 16 anos de funcionamento, entre 2006 e 2022, o sistema contabilizou 331 municípios integrados. A partir de 2023 até março de 2026, houve uma aceleração no processo, com a adesão de 1.184 novos municípios, elevando o total para 1.515 municípios em todo o Brasil.
Esse crescimento tem sido impulsionado principalmente pelo fortalecimento dos consórcios públicos municipais, modelo que possibilita o compartilhamento de estrutura técnica, otimização de recursos e a implementação de serviços de inspeção mais robustos.
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