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Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para esta sexta-feira (30) em Aracaju aponta um dia de muitas nuvens, sem indicação de chuva. As temperaturas devem variar entre a mínima de 24°C e a máxima de 31°C, em um padrão de estabilidade típico desta fase da primavera.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens. Para esta tarde, o cenário previsto é semelhante, com nebulosidade elevada ao longo do período. Já à noite, o tempo deve abrir um pouco, com poucas nuvens no céu de Aracaju.
A umidade relativa do ar prevista tinha máxima de 95% durante a madrugada. Para esta tarde, o índice mínimo previsto é de 55%, dentro da faixa considerada confortável pelos parâmetros de referência. O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre leste e sudeste.
O sol nasceu às 04h59 e se põe às 17h27, com cerca de doze horas e meia de claridade. A tendência indicada pelo Inmet é de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima nos próximos dias.
Para o fim de semana, a previsão é de céu com poucas nuvens no sábado (31), quando a mínima deve ficar em 25°C e a máxima em 31°C. No domingo (1º), o tempo deve seguir com poucas nuvens, mínima de 24°C e máxima de 30°C. Na segunda-feira (2), a nebulosidade volta a aumentar, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, mínima de 25°C e máxima de 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA chance de chuva prevista para Aracaju nesta quinta-feira (29) se concentra nas horas mais quentes, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Nos demais períodos, a nebulosidade elevada predomina sem indicação de precipitação. O instituto aponta ainda tendência de estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima, em um padrão típico desta primavera.
A previsão para a manhã indicava muitas nuvens, sem destaque para precipitação. Para esta tarde, o Inmet aponta nebulosidade elevada com possibilidade de chuva isolada — ou seja, pancadas que podem ocorrer em alguns pontos e não atingir outros. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, sem indicação de chuva nos dados do instituto.
A umidade relativa do ar acompanha o céu encoberto. Para a madrugada, a previsão indicava índice máximo de 100%, condição favorável à formação de ar saturado próximo à superfície. Para esta tarde, a mínima prevista é de 60%, patamar considerado confortável e sem risco de desconforto respiratório associado ao ar seco.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre leste e sudeste. O sol nasceu às 04h59 e se põe às 17h27, com cerca de doze horas e meia de claridade.
Para os próximos dias, o horizonte de previsão mantém a nebulosidade elevada. Na sexta-feira (30), o tempo deve ficar com muitas nuvens, mínima de 24°C e máxima de 31°C. No sábado (31), a expectativa também é de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 31°C. No domingo (1º de novembro), a previsão indica muitas nuvens novamente, com temperaturas entre 24°C e 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioAracaju vai receber cerca de R$ 16,9 milhões no terceiro decêndio de outubro de 2026, último crédito do fundo neste mês. O recurso é transferido pela União diretamente à conta da prefeitura e pode ser aplicado conforme a destinação definida pela administração municipal.
No repasse desta data, a capital registra o maior valor entre os 75 municípios de Sergipe, ocupando a 1ª posição na distribuição estadual do fundo.
No mês de outubro, somando os repasses já creditados e o previsto para sexta-feira, Aracaju chega a aproximadamente R$ 43,5 milhões em transferências do FPM. Nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste crédito, o município acumula perto de R$ 722 milhões.
No acumulado de 2026, até 30 de outubro, as transferências somam cerca de R$ 582 milhões, ante aproximadamente R$ 531 milhões no mesmo período de 2025, o que representa variação de 9,55%.
O FPM é formado por parte da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão entre as cidades segue coeficientes calculados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) com base na população de cada município. Os valores são distribuídos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o terceiro e último repasse de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioA tendência apontada pelo Inmet é de estabilidade tanto para a máxima quanto para a mínima, sem variação significativa em relação ao padrão previsto para os demais dias da semana. A chance de chuva isolada, porém, não aparece distribuída de forma uniforme: ela se concentra no período da tarde, enquanto a noite tem previsão de céu com poucas nuvens.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens na cidade. Para esta tarde, o instituto prevê nebulosidade elevada acompanhada de possibilidade de chuva isolada, situação que pode trazer pancadas rápidas e pontuais. Já à noite, o tempo deve mudar, com previsão de poucas nuvens.
A previsão indica variação ampla da umidade relativa do ar ao longo do dia. O índice máximo previsto para a madrugada era de 90%; para esta tarde, o percentual mínimo previsto é de 50%, no momento mais quente do dia. A previsão indica ainda vento fraco a moderado, com rajadas, e direção predominante variando de sudeste a oeste.
Nesta quarta-feira, o sol nasceu às 04h59 e se põe às 17h27, em mais um dia de primavera em Aracaju. Com a chance de chuva isolada concentrada na tarde, quem tem compromissos ao ar livre nesse intervalo pode precisar de guarda-chuva ou capa.
Para os próximos dias, o Inmet mantém o padrão de tempo instável. Na quinta-feira (29), a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, mínima de 24°C e máxima de 31°C. Na sexta-feira (30), o dia deve ser de muitas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 31°C. No sábado (31), volta a chance de chuva isolada em meio a muitas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA capital sergipana recebeu cerca de R$ 7,8 milhões do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, na distribuição referente ao segundo decêndio de outubro de 2026. O recurso é transferido pela União diretamente ao caixa municipal e pode ser aplicado em áreas como saúde, educação, infraestrutura e custeio da máquina administrativa.
No repasse desse decêndio, Aracaju ficou na 1ª posição entre os 75 municípios de Sergipe. A distribuição do fundo é definida por coeficientes populacionais, o que explica a diferença de valores entre as cidades do mesmo estado.
Considerando todas as parcelas já creditadas em outubro, o município soma aproximadamente R$ 26,6 milhões em recursos do fundo no mês. Nos últimos doze meses, até a data desse crédito, o total transferido a Aracaju chegou a cerca de R$ 722 milhões.
No acumulado de 2026, até 20 de outubro, os repasses do FPM à capital somaram perto de R$ 565 milhões, contra cerca de R$ 514 milhões no mesmo período de 2025, variação de 9,78%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. Os coeficientes de cada município são fixados pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em dados populacionais. O dinheiro é liberado em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este foi o segundo repasse de outubro.
Quando a data prevista para o crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior.
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Baixar áudioA ampliação do acesso à internet em Unidades Básicas de Saúde de Sergipe deve acelerar atendimentos, consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em municípios mais afastados dos grandes centros.
Até 129 UBS do estado poderão receber conexão de qualidade por meio de um edital lançado pelos ministérios das Comunicações e da Saúde com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
Em Sergipe, serão beneficiados os municípios de Nossa Senhora de Lourdes, Lagarto, Riachão do Dantas, Maruim, Salgado, Tobias Barreto, Porto da Folha, Itaporanga d'Ajuda, Itabi, Indiaroba, Arauá, Areia Branca, Japaratuba, Estância, Boquim, Gracho Cardoso, Poço Redondo, Santo Amaro das Brotas, Feira Nova, Santa Luzia do Itanhy, Neópolis, Aquidabã, Pacatuba, Gararu, Nossa Senhora da Glória, São Miguel do Aleixo, Monte Alegre de Sergipe, Itabaiana, Canhoba, Santa Rosa de Lima, Siriri, Pirambu, Carira, Brejo Grande e Laranjeiras.
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida busca ampliar a telessaúde no SUS em regiões que enfrentam dificuldades de acesso a médicos especialistas e outros serviços de saúde.
“O Governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. A saúde pública necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento mais ágil. Esse edital vai priorizar as UBS para garantir que médicos, enfermeiros, equipes de saúde e pacientes tenham acesso a uma infraestrutura digital moderna”, destacou.
“A internet precisa estar onde a vida das pessoas acontece de verdade. Hoje, o governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. De um lado, a saúde pública, que necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento digital. Do outro lado, a inclusão de uma condição fundamental para o acesso a direitos, serviços públicos e oportunidades de cidadania", complementou o ministro.
A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, criado para acelerar diagnósticos, reduzir filas e ampliar os atendimentos especializados na rede pública. Segundo o Ministério da Saúde, a expansão da telessaúde pode reduzir em até 30% o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da conectividade nas unidades básicas deve melhorar a integração de dados entre equipes médicas, facilitar o acesso aos prontuários dos pacientes e ampliar o atendimento remoto em municípios com dificuldade para acesso a especialistas. Segundo ele, a parceria também vai garantir a estrutura tecnológica necessária para o funcionamento dos serviços de telessaúde nas UBS.
“Essa parceria com o Ministério das Comunicações vai garantir para as Unidades Básicas de Saúde não só a conexão com a internet, mas também toda a estrutura interna necessária para permitir a integração dos dados e a comunicação das equipes”, afirmou.
"Quero agradecer por todo o esforço feito pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, para garantir internet para telecirurgia, que nós, cada vez mais, trouxemos para do SUS, e pelo trabalho e prioridade que está sendo dada para que essa conexão chegue também às Unidades Básicas de Saúde", enfatizou Padilha.
Além das teleconsultas e dos diagnósticos à distância, a conectividade também deve facilitar o agendamento de consultas, a troca de informações entre profissionais da saúde e a gestão de medicamentos nas unidades.
Com investimento de R$ 104 milhões, o edital do Fust prevê conectar até 3,8 mil UBS em todo o país. As propostas apresentadas por empresas e provedores deverão incluir conexão por fibra óptica ou satélite e a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde.
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Baixar áudioO governo federal reativou a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A retomada das operações faz parte da estratégia nacional de ampliar a produção de fertilizantes para reduzir a dependência externa e fortalecer a segurança alimentar do país.
Ao todo, foram investidos R$ 100 milhões na unidade, que passa a ter capacidade para produzir 1,3 mil toneladas diárias de ureia — o equivalente a cerca de 5% da demanda nacional. A expectativa é que a reativação da planta gere 900 empregos diretos e 2,7 mil indiretos.
Os fertilizantes são insumos estratégicos para a manutenção e o aumento da produtividade agrícola brasileira. Durante visita à Fafen-BA, na última quinta-feira (14), o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, destacou o crescimento de 11,7% do agronegócio brasileiro no ano passado e reforçou a necessidade de ampliar a produção nacional de fertilizantes para acompanhar a expansão do setor.
“Quando nós fazemos um esforço como esse e ampliamos a nossa capacidade de produzir [fertilizantes], o agro nos surpreende e cresce tanto que nós já precisamos produzir ainda mais”, afirmou.
Também presente na visita, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a importância estratégica do agronegócio para a economia brasileira e defendeu o fortalecimento da indústria nacional de fertilizantes como medida essencial para ampliar a autonomia do país.
“O Brasil é um país agrícola, é um dos maiores produtores de alimento do mundo e não pode importar 90% do fertilizante de que a nossa agricultura precisa. O Brasil precisa produzir os fertilizantes de que a agricultura brasileira necessita”, declarou o presidente.
O ministro André de Paula afirmou ainda que a retomada das operações fortalece não apenas o agronegócio nacional, mas também a segurança alimentar global.
“Essa é uma questão determinante para a nossa segurança alimentar. Foi dito aqui que era a segurança alimentar do Brasil. Mas é a segurança alimentar do planeta, porque o Brasil é o celeiro do mundo”, disse.
A reativação da Fafen-BA faz parte do processo de retomada da produção nacional de fertilizantes nitrogenados pela Petrobras. Em março de 2018, durante o plano de desinvestimentos da estatal, foi anunciado o fechamento das fábricas da Bahia e de Sergipe. As unidades foram hibernadas em 2019 e, no ano seguinte, arrendadas à empresa privada Unigel.
As plantas permaneceram sob operação da companhia até 2023, quando tiveram as atividades suspensas sob a justificativa de inviabilidade econômica relacionada ao preço do gás natural. A partir de 2023, a Petrobras decidiu retomar a atuação no segmento de fertilizantes.
Após acordo firmado com a Unigel, a estatal reassumiu as unidades em 2025. A fábrica de Sergipe retomou a operação em dezembro de 2025, enquanto a unidade da Bahia voltou a funcionar em janeiro de 2026.
No Paraná, a subsidiária Araucária Nitrogenados (Ansa) teve as atividades encerradas em 2020. A Petrobras chegou a tentar vender a fábrica, mas a negociação não avançou. A planta permaneceu hibernada até 2024, quando a estatal decidiu reativá-la. A retomada da produção ocorreu de forma gradual, culminando, em abril de 2026, com a volta oficial da produção de ureia.
A expectativa do governo e da Petrobras é que a próxima unidade a ser retomada seja a Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas, no leste de Mato Grosso do Sul.
Atualmente, o Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, o que reforça a necessidade de ampliar a produção nacional e diversificar fornecedores.
Com a entrada em operação da Fafen-BA, da Fafen-SE e da Ansa, a Petrobras estima alcançar aproximadamente 20% do mercado interno de ureia. Com a futura retomada da UFN-III, a projeção é atingir cerca de 35% da demanda nacional nos próximos anos.
Lançado em 2022 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF) tem como objetivo reduzir a dependência brasileira de insumos importados, estimular a produção nacional e fortalecer a segurança alimentar.
A meta do plano é atender entre 45% e 50% da demanda interna até 2050. Entre as estratégias previstas estão o desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras e a ampliação da sustentabilidade na produção, como uso de nutrientes orgânicos e reaproveitamento de resíduos.
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Baixar áudioO Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 6/2024 que estabelece normas em caso de desmembramento de parte de um município para incorporação a outro. Aprovada por unanimidade, com 62 votos favoráveis, a proposta segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O PLP determina que a separação de áreas ocorra apenas quando destinada a outro município, vedada a criação de novo ente municipal. O texto proíbe ainda o desmembramento interestadual, ou seja, a transferência de territórios entre estados.
Como o processo afeta o cálculo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e de outras transferências constitucionais e legais, o projeto prevê que a nova divisão desses recursos só será aplicada no exercício financeiro seguinte à aprovação da lei estadual que definir os novos limites entre os municípios.
O projeto estabelece o prazo de até 15 anos, a partir da publicação da lei, para apresentar a solicitação de desmembramento. A medida prevê ainda a suspensão do processo no ano anterior ao Censo Demográfico de 2030, a fim de evitar impactos nos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retomada ocorrerá após a divulgação dos resultados da contagem populacional.
Para formalizar o pedido, o processo deverá cumprir etapas específicas:
De acordo com o texto, os estudos de viabilidade devem contemplar análises de natureza econômico-financeira e fiscal dos municípios após o desmembramento, além da avaliação da infraestrutura disponível e da prestação de serviços públicos essenciais. Também será exigida análise urbanística e social, ao considerar os aspectos relacionados à identidade e ao sentimento de pertencimento da população residente na área afetada.
O debate sobre normas para a redefinição de limites territoriais entre municípios ocorre em meio à repercussão da disputa entre cidades de Sergipe.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) confirmou a decisão que determina a devolução de 11,4% do território de Aracaju a São Cristóvão. A área em disputa, localizada na Zona de Expansão, tem cerca de 20,7 km² e a decisão deve impactar aproximadamente 30 mil moradores.
A Prefeitura de Aracaju afirma que administra a região há mais de 70 anos e destaca os investimentos realizados na área, considerada estratégica para o crescimento urbano da capital. Já São Cristóvão sustenta que o território possui vínculos históricos com o município e que a decisão reforça a segurança jurídica do processo.
O caso ainda aguarda a conclusão de um estudo técnico do governo de Sergipe, que servirá de base para a redefinição dos limites entre os municípios.
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Baixar áudioO Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) confirmou a decisão judicial que determina que Aracaju devolva 11,4% de seu território à cidade vizinha de São Cristóvão, em Sergipe. A medida envolve uma área de aproximadamente 20,7 km² e deve impactar cerca de 30 mil moradores, que passarão a integrar o município vizinho. O julgamento ocorreu no último dia 11.
A ação principal foi movida pela Prefeitura de São Cristóvão e já teve decisão desfavorável a Aracaju em todas as instâncias. Na tentativa mais recente, a capital buscava anular o resultado por meio de uma ação rescisória, mas o TRF-5 entendeu que não há elementos novos que justifiquem a revisão. Ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo o procurador-geral de Aracaju, Hunaldo Mota, a área em disputa — conhecida como Zona de Expansão — representa a principal frente de crescimento urbano da capital, concentrando investimentos contínuos em saúde, educação, mobilidade e infraestrutura.
Ele ressalta que a discussão vai além do aspecto jurídico. “Não se trata apenas de uma questão constitucional, mas também de avaliar os impactos sociais, econômicos e estruturais que uma eventual mudança administrativa poderia provocar”, afirmou.
A Prefeitura de Aracaju argumenta que administra a região há mais de 70 anos, incluindo localidades como Mosqueiro, Areia Branca, São José, Robalo e Terra Dura. De acordo com o município, serviços públicos são prestados na área desde a década de 1950, e a população local possui forte vínculo com a capital.
Atualmente, Aracaju mantém na região escolas municipais, unidades de saúde, serviços de limpeza urbana, fiscalização ambiental e projetos de infraestrutura. Entre eles, está o programa “Aracaju Cidade do Futuro”, que prevê investimentos de R$ 165 milhões em obras de macrodrenagem e urbanização, com financiamento parcial de US$ 84 milhões junto ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB).
A gestão municipal afirma que continuará adotando medidas legais para garantir a continuidade dos serviços e defender os interesses da população.
A Prefeitura de São Cristóvão sustenta que as áreas em disputa possuem vínculos históricos com o município e apenas passaram a ser administradas por Aracaju nas últimas décadas.
Para o subprocurador Diego Araújo, a decisão reforça a segurança jurídica do processo. “Essa decisão confirma a solidez dos argumentos apresentados pelo município e preserva uma situação jurídica já consolidada no processo principal”, destacou.
Na decisão, o TRF-5 julgou improcedente a ação rescisória apresentada por Aracaju. O colegiado acompanhou o voto do relator, desembargador Paulo Cordeiro, que destacou que “a prestação de serviços públicos ou a administração de determinada área por longo período não tem o condão de legitimar situação territorial fundada em norma inconstitucional.”
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O magistrado também ressaltou que a Constituição exige a realização de plebiscito para alterações nos limites municipais — condição que não foi atendida no caso.
A área em disputa integra a Zona de Expansão de Aracaju, incluindo bairros como Santa Maria, Mosqueiro, Robalo, Areia Branca e Matapuã. Inicialmente, a discussão envolvia também parte da Praia do Mosqueiro, mas a área foi retirada do litígio após revisão cartográfica.
Com a mudança, São Cristóvão terá sua população ampliada de cerca de 95 mil para 125 mil habitantes. Já Aracaju passará de aproximadamente 603 mil para 573 mil moradores.
A Zona de Expansão abriga cerca de 30 mil moradores e dispõe de 17 escolas da rede municipal e quatro unidades básicas de saúde, além de infraestrutura de drenagem, pavimentação e iluminação pública. A área reúne 4.770 unidades imobiliárias, das quais 1.846 são residenciais.
No âmbito financeiro, a arrecadação mensal gira em torno de R$ 3,5 milhões, enquanto a despesa necessária para a manutenção dos serviços essenciais é estimada em aproximadamente R$ 124 milhões por ano. Já os investimentos realizados ou em andamento na região ultrapassam R$ 268,7 milhões em obras.
O processo principal segue em tramitação na Justiça Federal e aguarda a conclusão de um estudo técnico conduzido pelo Governo de Sergipe. O levantamento, que envolve análise de documentos históricos, mapas e aspectos administrativos, servirá de base para a redefinição oficial dos limites territoriais. A previsão é que o estudo seja concluído até abril de 2026.
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Baixar áudioO mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (26), aponta aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Goiás, Sergipe e Rondônia. Os dados se referem à Semana Epidemiológica 7, entre 15 e 21 de fevereiro.
Segundo o levantamento epidemiológico, o cenário está associado ao crescimento das internações por rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR). Em Rondônia, além do VSR, observa-se avanço nas hospitalizações por influenza A, especialmente entre jovens e adultos.
A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, destaca que “o estudo também constatou indícios de manutenção do aumento das hospitalizações por influenza A no Pará e Ceará e por rinovírus em São Paulo e no Distrito Federal, porém ainda sem impacto nos casos de SRAG”.
Na Região Norte, os estados do Acre, Amazonas e Roraima seguem em alerta para SRAG devido à alta de casos de influenza A. Apesar da persistência, não há sinais de tendência de crescimento sustentado no longo prazo. O VSR, por sua vez, apresenta comportamentos distintos: os registros caem no Amazonas, mas seguem em alta no Acre e em Roraima.
Entre as capitais, apenas Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) registram nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo. A alta concentra-se, sobretudo, em crianças pequenas.
Já em Manaus (AM) e Rio Branco (AC), embora não haja sinal de crescimento sustentado, a incidência de SRAG permanece em patamar de alerta, risco ou alto risco.
Ao longo do ano epidemiológico de 2026, foram notificados mais de 8,2 mil casos de SRAG, sendo 31,2% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os casos positivos:
| Vírus | Prevalência (%) |
|---|---|
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 12,5% |
| Influenza A | 19,2% |
| Rinovírus | 34,6% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 20% |
| Influenza B | 1,9% |
As últimas quatro semanas epidemiológicas apontam que o rinovírus é o agente mais detectado entre os casos positivos, seguido por covid-19 e influenza A.
| Vírus | Prevalência (%) |
|---|---|
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 13,1% |
| Influenza A | 18,9% |
| Rinovírus | 36,5% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 20,4% |
| Influenza B | 2,1% |
Em relação aos óbitos, a covid-19 responde por metade das mortes registradas, seguida pela influenza A e pelo rinovírus.
| Vírus | Prevalência (%) |
|---|---|
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 4,4% |
| Influenza A | 23,7% |
| Rinovírus | 13,2% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 50% |
| Influenza B | 1,8% |
O estudo aponta que, na análise das últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade por SRAG permanecem mais elevadas nas faixas etárias extremas: crianças pequenas concentram os casos, enquanto os idosos apresentam os maiores índices de mortalidade.
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