Voltar
Baixar áudioA terça-feira (3) em Vitória abre uma sequência de dias de tempo instável, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A nebulosidade deve se manter do início ao fim do dia, mas a chance de precipitação está concentrada no período da tarde. A tendência apontada pelo instituto é de máxima em elevação e mínima estável em relação aos dias anteriores, o que mantém a sensação de calor neste período de primavera.
Para esta manhã, a previsão indica muitas nuvens na cidade, sem menção a chuva nesse período. Para esta tarde, a previsão indica nebulosidade elevada e possibilidade de chuva isolada, intervalo que também concentra o pico de calor do dia, com máxima prevista de 32°C. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens, sem indicação de precipitação. A mínima prevista para o dia é de 23°C.
A umidade relativa do ar tem amplitude ampla ao longo do dia: a previsão apontava máxima de 100% na madrugada, enquanto a mínima prevista para a tarde é de 45%. O vento sopra entre fraco e moderado, com rajadas, na direção nordeste-leste.
O sol nasceu às 05h00 e se põe às 17h51, totalizando quase treze horas de claridade entre o amanhecer e o anoitecer.
Para os próximos dias, a previsão indica quarta-feira (4) com céu encoberto, mínima de 22°C e máxima de 32°C. Na quinta-feira (5), o cenário é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 23°C e máxima de 37°C, o valor mais alto do horizonte. A sexta-feira (6) também deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com temperaturas entre 24°C e 30°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioA instabilidade deve se manter do começo ao fim da sexta-feira, 30 de outubro, em Vitória, com a tarde concentrando o maior risco de trovoadas, de acordo com o Inmet. Para os valores térmicos, a tendência apontada é de estabilidade tanto na máxima quanto na mínima, sem variação significativa em relação ao padrão dos últimos dias.
A previsão para a manhã indicava céu com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet projeta a mesma nebulosidade elevada, mas com pancadas de chuva e trovoadas isoladas — o período mais sujeito a instabilidade no município. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chance de pancadas de chuva isoladas.
A umidade relativa do ar acompanha o cenário úmido. A previsão apontava índice máximo de 100% durante a madrugada, enquanto para esta tarde o valor mínimo esperado é de 60%, percentual que permanece dentro da faixa considerada confortável.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com rajadas, predominando entre as direções nordeste e leste. O sol nasceu às 05h02 e se põe às 17h50, em mais um dia da primavera.
Para os próximos dias, a tendência é de continuidade do tempo instável. No sábado, 31 de outubro, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 28°C. No domingo, 1º de novembro, o céu segue com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, entre 20°C e 27°C. Já na segunda-feira, 2 de novembro, a previsão indica muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada, com mínima de 20°C e máxima de 29°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioA previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para esta quinta-feira (29) em Vitória traz tendência de elevação para a temperatura máxima e de estabilidade para a mínima, dentro do padrão típico da primavera. O cenário de instabilidade não deve se encerrar com o dia: o horizonte de previsão aponta nebulosidade elevada e chance de pancadas de chuva até o domingo.
Para a manhã, a previsão indicava muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Para a tarde, o prognóstico também apontava nebulosidade elevada, com chuva isolada. Neste início de noite, a previsão indica muitas nuvens sobre a cidade, sem destaque para precipitação no período.
A umidade relativa do ar prevista para a madrugada chegava ao índice máximo de 80%, enquanto para a tarde a mínima prevista era de 50%. O vento deve se manter entre fraco e moderado, com ocorrência de rajadas, soprando predominantemente de leste para nordeste.
O sol nasceu às 05h02 e se pôs às 17h49 nesta quinta-feira, em um dia com cerca de doze horas e quarenta e sete minutos de claridade.
Para os próximos dias, o horizonte de previsão mantém o tempo instável. A sexta-feira (30) deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 28°C. No sábado (31), a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, entre 20°C e 28°C. Já no domingo (1º), a previsão indica novamente muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 27°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
Copiar o texto
Baixar áudioVitória receberá cerca de R$ 8,5 milhões na terceira e última parcela de outubro do FPM. O recurso entra no caixa da prefeitura da capital capixaba no fim desta semana e compõe uma das principais fontes de receita corrente dos municípios brasileiros.
Entre os 78 municípios do Espírito Santo, Vitória aparece na 1ª posição no repasse estadual deste decêndio. A classificação segue os coeficientes populacionais aplicados a cada cidade na distribuição do fundo.
Considerando os repasses já creditados em outubro, o município soma quase R$ 22 milhões no mês. No intervalo de doze meses encerrado na data deste crédito, o total transferido a Vitória pelo fundo chega a cerca de R$ 370 milhões.
No acumulado do ano, até a data deste crédito, o município registra cerca de R$ 301 milhões, ante cerca de R$ 270 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 11,28%.
O FPM é formado por parte da arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A distribuição obedece a coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) com base na população de cada município, e os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30. Este é o repasse referente ao terceiro decêndio de outubro.
Os depósitos ocorrem sempre em dias úteis: quando a data prevista cai em fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o dia útil anterior. Neste caso, 30 de outubro cai em uma sexta-feira.
Copiar o texto
Baixar áudioO ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), foi eleito governador do Espírito Santo no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25). Com 1.151.621 votos, ele obteve 52,2% dos votos válidos e comandará o estado a partir de 1º de janeiro de 2027.
Ricardo Ferraço (MDB), atual governador, foi derrotado com 1.056.026 votos, o que corresponde a 47,83% dos válidos.
No segundo turno, foram registrados 64,9 mil votos brancos (2,7%) e 132,8 mil votos nulos (5,5%). A abstenção foi de 581,9 mil eleitores, o equivalente a 19,5% do eleitorado apto a votar no estado.
Natural da capital capixaba, tem 44 anos, já foi deputado estadual e é delegado de polícia.
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Pazolini terminou na frente com 1.048.633 votos, o equivalente a 49,65% dos votos válidos. Ferraço obteve 719.397 votos, ou 34,06% dos válidos.
Como nenhum candidato alcançou a maioria absoluta dos votos válidos, ou seja, mais de 50%, desconsiderados os brancos e nulos, o estado foi um dos 6 que a definição para o governo ficou para o segundo turno.
Com informações da Agência Brasil
Copiar o texto
Baixar áudioVitória recebeu cerca de R$ 3,9 milhões na segunda parcela de outubro de 2026 do FPM. O montante reforça o caixa municipal no mês e integra o calendário de transferências que a União faz aos municípios ao longo do ano.
No recorte do Espírito Santo, Vitória aparece na 1ª posição entre os 78 municípios capixabas nesse decêndio. O cálculo do fundo toma por base a população de cada cidade, o que coloca a capital no topo da lista estadual nesta rodada de distribuição.
Somando o que já foi creditado em outubro, o município chegou a cerca de R$ 13,3 milhões em repasses do FPM. Na janela dos últimos doze meses encerrada na data deste crédito, o total transferido alcançou cerca de R$ 370 milhões.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até 20 de outubro ficou em cerca de R$ 293 milhões, ante cerca de R$ 262 milhões no mesmo período de 2025 — variação de 11,57%.
Os recursos do FPM vêm da arrecadação federal do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI. A distribuição segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base na população de cada município. O dinheiro é liberado em três decêndios a cada mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — e este crédito corresponde ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data de crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, prática adotada em todas as parcelas do fundo.
Copiar o texto
Baixar áudioO candidato Lorenzo Pazolini (Republicanos) aparece com 52% dos votos válidos na disputa pelo governo do Espírito Santo, contra 48% de Ricardo Ferraço (MDB), segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). A diferença de quatro pontos percentuais indica uma vantagem numérica de Pazolini, mas os candidatos estão no limite do empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.O segundo turno das eleições está marcado para o próximo domingo, 25 de outubro.
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lorenzo Pazolini registra 46% das intenções de voto, enquanto Ricardo Ferraço aparece com 43%.
Outros 8% dos eleitores afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto. Os que não sabem ou preferem não responder representam 3%.
Já na pesquisa espontânea, quando os entrevistados dizem em quem pretendem votar sem receber uma lista de candidatos, Pazolini aparece com 45%, contra 42% de Ferraço. Nesse cenário, 8% declaram voto branco ou nulo e 5% não sabem ou não respondem.
Os votos válidos, utilizados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado das eleições, excluem os votos brancos e nulos.
A pesquisa revela diferenças no comportamento do eleitorado de acordo com o gênero e a faixa etária.
Entre os homens, Lorenzo Pazolini registra 50% das intenções de voto, contra 41% de Ricardo Ferraço. Entre as mulheres, o cenário se inverte: Ferraço aparece com 45%, enquanto Pazolini tem 42%.
As diferenças também são expressivas entre as faixas etárias.
Entre os eleitores de 16 a 34 anos, Pazolini alcança 51% das intenções de voto, contra 39% de Ferraço, uma vantagem de 12 pontos percentuais.
Na faixa de 35 a 59 anos, a disputa é mais equilibrada. Pazolini aparece com 46% e Ferraço, com 43%.
Já entre os eleitores com 60 anos ou mais, Ricardo Ferraço lidera numericamente, com 48%, contra 39% de Lorenzo Pazolini.
Os resultados indicam que Pazolini apresenta melhor desempenho entre os eleitores mais jovens, enquanto Ferraço encontra maior apoio entre os mais velhos.
O levantamento também mostra as diferenças nas intenções de voto de acordo com a renda familiar dos entrevistados.
Entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos, Ricardo Ferraço aparece à frente, com 50%, contra 42% de Lorenzo Pazolini.
O cenário se inverte entre os entrevistados com renda de dois a cinco salários mínimos. Nesse grupo, Pazolini alcança 52% das intenções de voto, enquanto Ferraço registra 38%. A vantagem é de 14 pontos percentuais, a maior observada entre as três faixas de renda analisadas.
Entre os eleitores com renda superior a cinco salários mínimos, Pazolini também lidera numericamente, com 46%, contra 39% de Ferraço.
Nesse último grupo, 12% dos entrevistados afirmam que pretendem votar em branco ou anular o voto, percentual superior ao registrado nas demais faixas de renda.
Apesar de aparecer à frente nas intenções de voto, Lorenzo Pazolini apresenta uma rejeição numericamente maior que a de Ricardo Ferraço.
Segundo a pesquisa, 25% dos entrevistados afirmam que não votariam em Pazolini, enquanto 22% dizem que não votariam em Ferraço.
Outros 16% rejeitam os dois candidatos. Já 37% afirmam não rejeitar nenhum deles.
A diferença de três pontos percentuais entre os índices de rejeição também está dentro da margem de erro da pesquisa.
Segundo o levantamento, 89% dos eleitores afirmam que já definiram em quem votarão no segundo turno. Outros 11% dizem que ainda podem mudar de opinião.
Entre os eleitores de Lorenzo Pazolini, 80% afirmam que não mudariam de candidato de maneira alguma. Outros 14% dizem que dificilmente mudariam, enquanto 6% admitem a possibilidade de votar em Ricardo Ferraço.
Entre os apoiadores de Ferraço, 77% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum. Outros 16% consideram difícil uma mudança, enquanto 7% admitem a possibilidade de votar em Pazolini.
Os números mostram um eleitorado com alto grau de definição às vésperas da votação, embora ainda exista uma parcela de eleitores que admite mudar de candidato.
A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Espírito Santo entre 15 e 19 de outubro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi divulgado em 20 de outubro e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número ES-06599/2026.
Copiar o textoA mesa-redonda “Aplicação sustentável de materiais secundários para revestimento primário em vias” debateu que o uso de agregados siderúrgicos na melhoria de estradas não pavimentadas pode representar uma alternativa para reduzir custos de manutenção, aumentar a durabilidade das vias e diminuir a necessidade de extração de recursos naturais. O debate ocorreu no primeiro dia da ABM Week 10, em São Paulo (SP), e foi promovido pela Comissão Técnica de Economia Circular e Sustentabilidade da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM).
O encontro reuniu experiências da indústria, do setor público e da pesquisa para discutir propriedades técnicas, desempenho, impactos ambientais e aspectos regulatórios relacionados ao uso de materiais secundários da mineração e da siderurgia em infraestrutura viária. A mesa foi moderada por Leila Kauffmann, diretora da Kauffmann Engenharia e Tecnologia Ambiental. Um dos destaques apresentados foi a experiência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) com a aplicação de agregado siderúrgico em uma rodovia não pavimentada no Espírito Santo. Segundo Luciana Michèlle Dellabianca Araújo, assessora técnica da Diretoria de Planejamento e Pesquisa do DNIT, o órgão realizou um trecho experimental na BR-259 para avaliar o potencial do material, em sua forma mais bruta, como promotor de melhoria da trafegabilidade. Para estabelecer a aplicação do agregado siderúrgico foram realizados levantamentos de campo e estudos em laboratório para determinar a melhor composição entre o solo local e o produto. A execução do serviço contou com uma recicladora, equipamento que permite acelerar a produção da camada de melhoramento.
Os resultados obtidos no acompanhamento da pista apontaram potencial de economia significativo. Em um comparativo realizado ao longo de três anos, a estimativa de manutenção de um trecho de 31 km mantido em solo natural chegou a quase R$ 9 milhões. Já no trecho incrementado com agregado siderúrgico, os serviços necessários para correção de defeitos somaram aproximadamente R$ 430 mil. A assessora técnica da DNIT ressalvou que boa parte dos problemas observados no trecho experimental esteve relacionada ao fato de a norma ainda estar em desenvolvimento. As lições obtidas com a primeira aplicação vêm sendo incorporadas aos ajustes da especificação, com o objetivo de aprimorar a qualidade do serviço.
De acordo com Luciana, estudos anteriores já haviam demonstrado o potencial do agregado siderúrgico para utilização em base e sub-base de rodovias de alto tráfego. O avanço seguinte é a aplicação em rodovias não pavimentadas, com a BR-259 entre as iniciativas previstas. Para Leila Kauffmann, a discussão realizada na ABM Week 10 representa uma etapa de aprofundamento de um tema trabalhado há mais de duas décadas: a utilização de agregados provenientes da mineração e da siderurgia. Segundo ela, o encontro reuniu o arcabouço técnico e ambiental necessário para ampliar a utilização desses materiais. A especialista destacou que o DNIT já desenvolveu normas para o uso de materiais alternativos em base e sub-base e avançou também na regulamentação para revestimento primário de vias. Na avaliação de Leila, a aplicação pode beneficiar especialmente comunidades e áreas rurais, onde as condições das estradas não pavimentadas exigem manutenção recorrente.
Para Leila, a utilização de materiais gerados pelos processos industriais pode reduzir a necessidade de extração de recursos naturais, ao mesmo tempo em que cria valor para materiais que anteriormente eram tratados como resíduos. “É um produto, não é mais um resíduo”, afirmou Leila, ao defender uma mudança de percepção sobre o agregado siderúrgico e seu potencial de aplicação. Segundo ela, estudos e dados técnicos já existentes também são importantes para enfrentar dúvidas relacionadas aos possíveis impactos ambientais do material. Outro desafio apontado é a harmonização dos procedimentos regulatórios entre diferentes estados. Leila destacou a necessidade de maior articulação entre setor privado e poder público para estabelecer condições que permitam a aplicação sustentável dos materiais. Entre os pontos discutidos está a utilização do Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR), cuja exigência pode variar conforme o órgão ambiental estadual.
Segundo Luciana, o solo natural é suscetível à erosão provocada pelas chuvas, o que exige recomposição periódica. O uso do agregado siderúrgico pode proporcionar maior resistência aos ciclos de chuva e ampliar o intervalo entre as intervenções de conservação, mantendo o padrão necessário para a circulação. “Há um grande número de diferenças entre manter um padrão só com solo ou manter com esse melhoramento”, afirmou a especialista, ao comparar os custos de manutenção das duas alternativas no estudo apresentado. Para Leila, o avanço da agenda depende agora da aproximação entre conhecimento técnico, experiências práticas e políticas públicas. A comissão deve continuar acompanhando projetos em desenvolvimento e identificando novas aplicações que possam contribuir para a preservação de ativos, redução de impactos ambientais e aproveitamento de materiais secundários. A perspectiva, segundo a moderadora, é ampliar a cooperação entre diferentes atores e consolidar soluções que já possuem respaldo técnico para que possam ser utilizadas de maneira mais ampla e sustentável.
Veja mais em Brasil Mineral.
Copiar o texto
Baixar áudioNão há cidade mais bem gerida no Brasil do que Vitória. A capital do Espírito Santo assumiu pela primeira vez o topo do Ranking de Competitividade dos Municípios do Centro de Liderança Pública (CLP), divulgado na última quinta-feira (27).
Em 2026, Vitória recebeu nota ponderada de 64,28 pontos e desbancou a sequência de três anos de Florianópolis, Santa Catarina, no primeiro lugar. No ano anterior, em 2025, a cidade ultrapassou São Paulo e já havia se tornado a 2ª cidade mais competitiva do Brasil.
No levantamento atual, a cidade se destacou especialmente nos quesitos “funcionamento da Máquina Pública” e “Sustentabilidade Fiscal”, nos quais alcançou o topo nacional; Capital Humano, em terceiro lugar do Brasil; e Acesso à Saúde, na quinta posição geral.
Confira os 20 municípios mais competitivos do Brasil em 2026:
Confira o Ranking de Competitividade dos Municípios completo neste link.
O eixo Sul-Sudeste monopoliza o ranking das cidades com melhor desempenho no ranking. Das 20 mais bem avaliadas, 19 estão nessas regiões, com exceção de Palmas (TO), que subiu 76 posições em relação ao levantamento do ano passado e obteve a melhor avaliação da história do Norte.
Ainda assim, o município com a melhora mais expressiva foi São Cristóvão (SE). Entre os 423 municípios analisados, a Cidade Mãe de Sergipe saltou da 233ª colocação, alcançada na edição de 2025, para a 75ª posição em 2026, avançando 158 colocações e passando a integrar o grupo dos 100 melhores municípios do país.
No lado oposto, Timóteo (MG) ocupa a posição de municípios que mais perderam posições: foram 157 colocações abaixo do que o resultado de 2025. Jandira (SP), com -145 posições, e Ourinhos (SP), com -140, aparecem na sequência.
A seleção avaliou 423 municípios com mais de 80 mil habitantes e mostrou quais cidades estão mais preparadas para oferecer boas condições de vida, serviços públicos eficientes e um ambiente favorável para moradores e empresas.
O ranking é composto por três dimensões principais e 13 pilares temáticos:
O CLP destaca que considerar uma cidade “mais competitiva” não significa necessariamente dizer que é a “melhor cidade para morar” em todos os aspectos. Segundo a organização, o levantamento é uma ferramenta para comparar o desempenho dos municípios em diferentes áreas e identificar onde cada um se destaca ou precisa melhorar.
Copiar o texto
Baixar áudioA ampliação do acesso à internet em Unidades Básicas de Saúde do Espírito Santo deve acelerar atendimentos, consultas e exames especializados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em municípios mais afastados dos grandes centros.
Até 52 UBS do estado poderão receber conexão de qualidade por meio de um edital lançado pelos ministérios das Comunicações e da Saúde com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).
No Espírito Santo, serão atendidos municípios como Alfredo Chaves, Cachoeiro de Itapemirim, Conceição da Barra, Ecoporanga, Fundão, Guarapari, Ibitirama, Ibiraçu, Iconha, Irupi, Itapemirim, Iúna, João Neiva, Nova Venécia, Pinheiros, Piúma, Presidente Kennedy, São Domingos do Norte, Serra, Viana e Vila Pavão.
Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a medida busca ampliar a telessaúde no SUS em regiões que enfrentam dificuldades de acesso a médicos especialistas e outros serviços de saúde.
“O Governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. A saúde pública necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento mais ágil. Esse edital vai priorizar as UBS para garantir que médicos, enfermeiros, equipes de saúde e pacientes tenham acesso a uma infraestrutura digital moderna”, destacou.
“A internet precisa estar onde a vida das pessoas acontece de verdade. Hoje, o governo do Brasil avança na conectividade em áreas essenciais para a população. De um lado, a saúde pública, que necessita de informações rápidas, prontuários integrados e atendimento digital. Do outro lado, a inclusão de uma condição fundamental para o acesso a direitos, serviços públicos e oportunidades de cidadania", complementou o ministro.
Agilidade nos atendimentos
A iniciativa faz parte do programa Agora Tem Especialistas, criado para acelerar diagnósticos, reduzir filas e ampliar os atendimentos especializados na rede pública. Segundo o Ministério da Saúde, a expansão da telessaúde pode reduzir em até 30% o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ampliação da conectividade nas unidades básicas deve melhorar a integração de dados entre equipes médicas, facilitar o acesso aos prontuários dos pacientes e ampliar o atendimento remoto em municípios com dificuldade para acesso a especialistas. Segundo ele, a parceria também vai garantir a estrutura tecnológica necessária para o funcionamento dos serviços de telessaúde nas UBS.
“Essa parceria com o Ministério das Comunicações vai garantir para as Unidades Básicas de Saúde não só a conexão com a internet, mas também toda a estrutura interna necessária para permitir a integração dos dados e a comunicação das equipes”, afirmou.
"Quero agradecer por todo o esforço feito pelo Ministério das Comunicações, por exemplo, para garantir internet para telecirurgia, que nós, cada vez mais, trouxemos para do SUS, e pelo trabalho e prioridade que está sendo dada para que essa conexão chegue também às Unidades Básicas de Saúde", enfatizou Padilha.
Além das teleconsultas e dos diagnósticos à distância, a conectividade também deve facilitar o agendamento de consultas, a troca de informações entre profissionais da saúde e a gestão de medicamentos nas unidades.
Com investimento de R$ 104 milhões, o edital do Fust prevê conectar até 3,8 mil UBS em todo o país. As propostas apresentadas por empresas e provedores deverão incluir conexão por fibra óptica ou satélite e a instalação de redes Wi-Fi internas nas unidades de saúde.
Copiar o texto