14/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.  

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Os 29 municípios da Macrorregional III de Saúde do Pará – entre eles Almeirim, Altamira, Itaituba, Oriximiná, Porto de Moz, Santarém e Vitória do Xingu – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas na macrorregião preocupam. Diversas vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Para enfrentar esse cenário, os municípios têm intensificado ações junto à comunidade. Em Porto de Moz, uma dessas ações aconteceu no bairro Cabanagem e permitiu que a moradora Maria Dalva Tavares, de 43 anos, levasse os cinco filhos para se vacinar. Para ela, a imunização é um gesto de amor e proteção.

“Vacinar é isso, é colocar amor em ação e proteger antes que o perigo apareça. É saber que mesmo quando não estiver por perto, algo dentro deles continua cuidando. Isso não tem preço para uma mãe.”

O exemplo de Maria Dalva reforça a importância da mobilização em todo o estado. A coordenadora estadual de Imunizações do Pará, Jaíra Ataíde, faz um chamado às famílias paraenses.

"Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver estão com a caderneta em dia, se o calendário vacinal está ok."
As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. Não deixe de se proteger e proteger aqueles que você ama!

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites, difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando os esquemas em atraso de suas vacinas. É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos. Não perca a oportunidade de mais essa proteção!

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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07/01/2026 10:00h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.  

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Os 34 municípios da Macrorregional II de saúde de Rondônia – entre eles Cacoal, Cerejeiras, Ji-Paraná, São Miguel do Guaporé e Vilhena – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que  protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. 

Em Cacoal, o esforço também passa pelas famílias. A moradora do bairro Viena, Laylla Rayanne, mãe de um menino, faz questão de manter a caderneta do filho sempre em dia.

“Gente, abram o olho de vocês e vacinem seus filhos, porque vocês só irão trazer segurança prevenindo o filho de vocês de muitas doenças futuras. Pelo bem-estar, por amor, vacinem!”

O apelo da Laylla reflete a mobilização na região. Segundo o coordenador estadual de Imunizações, Ivo Barbosa, esse trabalho já mostra resultados: Rondônia registra avanço na cobertura da maioria das vacinas infantis, revertendo a queda que vinha desde 2016. Ele destaca as prioridades para os próximos meses:

“As prioridades estabelecidas para os próximos meses concentram-se em dois eixos principais. Primeiro, consolidar os avanços já alcançados, garantir a manutenção dos índices de cobertura vacinal. Segundo, intensificar a busca ativa por crianças não vacinadas por meio da implementação de estratégias de microplanejamento ajustadas às especificidades de cada município e comunidade.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso  de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Rondônia! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

 

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

 

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07/01/2026 10:00h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.

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Os 62 municípios da Macrorregião Sul de saúde do Maranhão – entre eles Balsas, Barra do Corda, Estreito, Grajaú, Imperatriz e São Raimundo das Mangabeiras – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que  protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Em Imperatriz, quem reconhece a importância da proteção é a moradora Mayara Noleto, de 35 anos, da Vila Redenção. Ela faz questão de manter a caderneta do filho Mateus, de 9 anos, sempre atualizada.

“Na minha percepção, a vacinação é importante porque protege todos nós. Evita surtos, reduz mortes, também hospitalizações e ajuda a eliminar doenças da população. É uma forma segura e eficaz de prevenir problemas de saúde.”

A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Estado da Saúde, Halice Figueiredo, destaca as ações previstas para ampliar a proteção no estado.

“As prioridades nos próximos meses é manter e ampliar as coberturas vacinais. Intensificar a vacinação nas escolas. Orientar os municípios sobre a comunicação e ampliação dos pontos de vacinação. Fortalecer os comitês municipais de microplanejamento e reforçar a vigilância epidemiológica para evitar o retorno de doenças já controladas.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso  de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Maranhão! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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07/01/2026 10:00h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.

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Os 127 municípios da Macrorregião Norte de Saúde do Maranhão – entre eles Bacabal, Cururupu, Pinheiro, Rosário, Santa Inês e São Luís – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que  protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Para mudar esse cenário, os municípios reforçam ações junto às comunidades. Em Cururupu, equipes montam pontos estratégicos em áreas de grande circulação. Foi em uma delas, no bairro de Taguatinga, que a moradora Maria Francilene, de 56 anos, atualizou a caderneta de vacinação da neta Maria Helena, de 6 anos. 

“Como avó, tenho a preocupação de manter [a caderneta de vacinação da neta] atualizada. Devido a determinadas doenças que estão ‘sendo avançadas’.” 

A mobilização para aumentar as taxas vacinais segue no estado. A chefe do Departamento de Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Estado da Saúde, Halice Figueiredo, detalha.

“As prioridades nos próximos meses é manter e ampliar as coberturas vacinais. Intensificar a vacinação nas escolas. Orientar os municípios sobre a comunicação e ampliação dos pontos de vacinação. Fortalecer os comitês municipais de microplanejamento e reforçar a vigilância epidemiológica para evitar o retorno de doenças já controladas.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso  de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Maranhão! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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07/01/2026 10:00h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.

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Os 31 municípios da Macrorregional I de Saúde do Pará – entre eles Abaetetuba, Belém, Breves, Moju, Muaná, Portel e Tailândia – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que é contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que  protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. 

A Leila Martins, de 37 anos, de Belém, é mãe de duas meninas. Na rotina corrida, a dona de casa e moradora do bairro de Nazaré faz questão de manter a caderneta das filhas sempre em dia. E diz que esse hábito vem de família. “Fui vacinada direitinho [na infância]. Nunca deixei de vacinar minhas filhas, porque acredito sim na vacina. Temos várias pesquisas aí que mostram o quanto é importante o ato da vacinação, nas crianças, nos adolescentes.”

O cuidado de Leila com as filhas é um exemplo do que gestores de saúde recomendam. E quem reforça essa orientação é a Coordenadora Estadual de Imunizações, Jaíra Ataíde.

 "Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver se esta vacina está realmente em dia se o calendário vacinal está ok."

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso  de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia. Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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07/01/2026 10:00h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes.

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Os 21 municípios da macrorregião Centro Amazonense – entre eles Eirunepé, Maraã, Tabatinga e Tefé – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes.

As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que  protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. 

Em Tefé, a moradora Greite Coelho de Castro, de 33 anos, mantém a caderneta do filho de 2 anos sempre em dia e reforça a importância da proteção desde cedo. “A importância de vacinar é uma das formas mais importantes de proteger a saúde dele [do filho]. As vacinas previnem doenças que podem causar complicações sérias, internações e até risco de morte.”

A preocupação da Greite é a mesma dos gestores de saúde de todo o estado. E, segundo a diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Tatyana Amorim, o desafio na região é garantir que a vacina chegue com qualidade e segurança a cada comunidade.

“Hoje, entre as doenças imunopreveníveis, as maiores preocupações são febre amarela – o Amazonas por ser uma área endêmica, o alerta é permanente; o sarampo pela possibilidade de reintrodução do vírus caso haja queda nas coberturas; poliomielite que segue como alerta nacional e exige alta cobertura para evitar risco de retorno.”

O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.

Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso  de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!

“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Atenção pais e responsáveis do Amazonas! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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04/01/2026 04:00h

30% da terceira idade prefere esse tipo de turismo, ficando atrás apenas dos destinos de sol e praia

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Uma pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo, em parceria com a Nexus, revela que o turismo religioso e espiritual ocupa posição de destaque entre as preferências de viagem da população brasileira com 60 anos ou mais. De acordo com o levantamento, 30% dos entrevistados dessa faixa etária demonstram interesse por esse tipo de turismo.

Os dados apontam que, enquanto a média nacional de interesse por essa modalidade é de 20%, o índice entre brasileiros da terceira idade sobe para 30%, a maior taxa entre todas as faixas etárias analisadas. Esse tipo de turismo fica atrás apenas dos destinos de sol e praia, que lideram com 34% da preferência. Na sequência, surgem o turismo cultural e histórico, com 22%, e o turismo de bem-estar, com 14%.

O estudo também evidencia que o interesse por roteiros de fé cresce de forma proporcional à idade. Entre jovens de 18 a 24 anos, apenas 8% indicaram preferência por esse segmento. O percentual sobe para 16% entre pessoas de 25 a 40 anos, alcança 26% na faixa etária de 41 a 59 anos e atinge seu pico entre os brasileiros com 60 anos ou mais.

Apesar do alto interesse, os brasileiros com 60 anos ou mais são os que menos viajaram a turismo nos últimos anos quando comparados às faixas etárias mais jovens. Apenas 30% afirmaram ter feito viagens de férias pelo Brasil ou ao exterior desde 2023. Entre a população brasileira em geral, esse percentual chega a 42% no mesmo período.

Bahia lidera entre os destinos preferidos

Além de mapear motivações, a pesquisa identificou os destinos nacionais favoritos do público da terceira idade. A Bahia aparece na liderança, concentrando 22% da preferência dos viajantes 60+. Em seguida, figuram São Paulo, com 16%, e Santa Catarina, com 8%.

Segundo o levantamento, a posição de destaque da Bahia reflete a combinação de dois fatores valorizados por esse público: a tradição no turismo religioso e a ampla oferta de destinos de sol e praia. Este último segue como o tipo de turismo mais citado tanto entre os idosos quanto na média geral dos entrevistados, com 34% e 45% de preferência, respectivamente.

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04/01/2026 02:00h

Autoridades alertam para alta transmissibilidade e importância da vacinação


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O Brasil mantém o alerta para o risco de importação do sarampo, especialmente com o aumento do fluxo de viajantes na temporada 2025/2026. Após o país recuperar a certificação de área livre da doença, estados como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná reforçam a vigilância epidemiológica e as campanhas de imunização.

A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, é a principal ferramenta de prevenção. Autoridades de saúde recomendam que a dose seja aplicada com pelo menos 15 dias de antecedência de viagens ou participação em eventos de massa.

Alerta em São Paulo: temporada de cruzeiros

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo emitiu um alerta específico para a temporada de cruzeiros marítimos. O grande fluxo de passageiros no litoral paulista e a circulação internacional do vírus aumentam a vulnerabilidade.

Em 2025, o Brasil registrou 38 casos importados da doença, sendo dois confirmados em território paulista. A vigilância foi redobrada em portos e serviços de saúde para garantir resposta rápida a possíveis novos casos.

Mato Grosso do Sul: cobertura vacinal e "Dose Zero"

No Mato Grosso do Sul, a campanha "MS Vacina Mais: Sarampo" mobilizou os 79 municípios. O estado implementou a "dose zero" para crianças de 6 a 11 meses, oferecendo proteção extra ao público infantil.

Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) apontam os seguintes índices de cobertura até outubro de 2025:

  • Primeira dose (tríplice viral): 97,16% de cobertura;
  • Segunda dose: 83,65% de cobertura;
  • Cenário epidemiológico: 105 casos descartados e nenhum confirmado no estado em 2025.

Vigilância no Paraná

A Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) mantém o monitoramento contínuo, embora não haja registro de transmissão local. O foco paranaense está na orientação de profissionais de saúde e viajantes durante feriados prolongados.

O esquema de vacinação disponível no SUS segue os critérios:

  • Pessoas até 29 anos: Duas doses;
  • Adultos de 30 a 59 anos: Uma dose;
  • Trabalhadores da saúde: Duas doses independentemente da idade.

Sarampo: o que é como se prevenir

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil em todo o mundo. Segundo o Ministério da Saúde, apesar dos avanços significativos no controle e prevenção por meio da vacinação, a doença ainda representa um desafio para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.

A transmissão do vírus do sarampo ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. E pode ocorrer entre 6 dias antes e 4 dias após o aparecimento das manchas vermelhas pelo corpo. Uma pessoa infectada, por exemplo, pode transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. 

A principal forma de prevenção é a vacinação, disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Medidas complementares, como higienizar as mãos com frequência, cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e evitar contato próximo com pessoas doentes, também ajudam a reduzir o risco de transmissão.

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02/01/2026 16:09h

O reforço ocorreu no dia 31 de dezembro, após novos casos de intoxicação por metanol

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Após a confirmação de sete novos casos de intoxicação por metanol no interior da Bahia, o Ministério da Saúde reforçou o estoque de medicamentos com o envio de mais 100 unidades de fomepizol na última quarta-feira (31). Com a nova remessa, a rede estadual passa a contar com 318 ampolas de etanol e 206 unidades de fomepizol, antídotos utilizados no tratamento da intoxicação.

As regiões Extremo Sul, Sudoeste, Norte e Oeste do estado são consideradas estratégicas. A distribuição do fomepizol para esses locais está sendo realizada pelo governo estadual para garantir acesso rápido ao medicamento em casos de emergência. A previsão é de que as novas unidades cheguem ao estado ainda nesta semana.

Segundo o Ministério da Saúde, os pacientes já estão sendo tratados com os lotes enviados anteriormente. Em geral, o tratamento com fomepizol utiliza entre quatro e cinco unidades por paciente, podendo variar conforme o peso corporal. Já o protocolo com etanol demanda, em média, cerca de 30 ampolas de 10 ml por paciente.

Até o dia 8 de dezembro, a Bahia havia registrado sete notificações de intoxicação por metanol associadas ao consumo de bebidas alcoólicas. Do total, dois casos foram confirmados, quatro descartados e um permanecia em investigação. Em relação aos óbitos, o estado confirmou uma morte e descartou outra ocorrência.

Em âmbito nacional, o Ministério da Saúde informou que segue monitorando os registros de intoxicação por metanol em articulação com os estados, por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS). 

De acordo com a pasta, todos os estados estão abastecidos com insumos para o atendimento aos pacientes e contam com um estoque estratégico mantido pelo governo federal.

Sala de Situação

Em outubro, o Governo Federal instalou a Sala de Situação para acompanhar o aumento de casos de intoxicação por metanol após o consumo de bebidas alcoólicas. A estrutura foi desativada em dezembro, após a redução significativa de novos registros e de óbitos.

Entre 26 de setembro e 5 de dezembro de 2025, foram registradas 890 notificações relacionadas à intoxicação por metanol em todo o país. Desse total, 73 casos foram confirmados, 29 permaneciam em análise e 788 foram descartados por ausência de indícios da substância. Entre os casos confirmados, 22 evoluíram para óbito.

Após o encerramento da Sala de Situação, a assistência e o acompanhamento dos casos seguem sendo realizados por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e pelas equipes de vigilância de intoxicações exógenas nos estados.

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01/01/2026 22:00h

Recursos vão permitir a ampliação do atendimento especializado do SUS em 3,4 mil Santas Casas e hospitais filantrópicos

O Ministério da Saúde destinou R$ 1 bilhão para reforçar o atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de 3,4 mil hospitais filantrópicos e Santas Casas em todas as regiões do Brasil. A portaria GM/MS nº 9.760 foi publicada no dia 26 de dezembro de 2025, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). 

De acordo com a pasta, a medida busca reduzir o tempo de espera por consultas, exames e procedimentos de média e alta complexidade.

Do montante, R$ 800 milhões serão destinados ao custeio de procedimentos e R$ 200 milhões serão utilizados para incrementar o Teto de Média e Alta Complexidade (MAC) dos estados, segundo a publicação oficial. A mudança faz parte do programa Agora Tem Especialistas, que reorganiza o financiamento da atenção especializada, substituindo a antiga tabela de valores.

“O novo modelo de financiamento garante reajustes anuais para os filantrópicos em geral e valores que variam de duas a três vezes a antiga Tabela SUS para os combos de consultas, exames e cirurgias, estimulando a redução do tempo de espera nas filas e o atendimento completo às pessoas que precisam de atenção especializada no SUS”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

O Ministério da Saúde informa que o repasse será feito em parcela única, diretamente aos fundos estaduais e municipais de saúde, com execução prevista a partir de janeiro. O cálculo dos recursos considera a produção hospitalar registrada no ano anterior, adotando um percentual estimado de 4,4%, superior ao aplicado no ano anterior.

Veja abaixo os valores (R$) que serão repassados ao Distrito Federal e Estados (Fonte: Ministério da Saúde):

  • AC: 628.725,20
  • AL: 8.859.876,00
  • AM: 266.307,90
  • AP: 1.750.385,00
  • BA: 29.760.089,00
  • CE: 19.288.230,00
  • DF: 10.182.780,00
  • ES: 20.427.480,00
  • GO: 13.691.340,00
  • MA: 5.269.949,00
  • MG: 132.318.100,00
  • MS: 13.403.820,00
  • MT: 7.975.275,00
  • PA: 10.294.940,00
  • PB: 7.941.148,00
  • PE: 29.845.380,00
  • PI: 4.280.004,00
  • PR: 72.833.120,00
  • RJ: 30.854.310,00
  • RN: 7.167.859,00
  • RO: 2.433.208,00
  • RS: 72.535.620,00
  • SC: 57.816.520,00
  • SE: 5.805.868,00
  • SP: 232.861.000,00
  • TO: 1.508.654,00
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