Voltar
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 2,25%, aos 176.219 pontos, acumulando queda de 0,81% na semana. O desempenho do índice foi influenciado pela elevação da aversão a risco dos investidores diante da escalada nas tensões do conflito no Irã, com rumores de um ataque militar terrestre dos EUA ao país persa, e pelo desempenho da Petrobras.
No final da tarde desta sexta-feira (20), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou estar “no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo. Pela manhã, a CBS News informou que autoridades do Pentágono teriam feito preparativos detalhados para uma possível mobilização de forças terrestres dos EUA no Irã. Os índices de Wall Street reagiram às declarações encerrando a sessão em forte queda, o que também influenciou o Ibovespa.
Segundo analistas do setor, o mercado voltou a focar nas incertezas em torno de um conflito de maior duração, principalmente após as notícias da possível incursão terrestre dos EUA no Irã. Eles destacam que essa movimentação elevou o risco de um choque adicional nos preços de energia, com o contrato futuro do Brent para maio tendo fechado a sessão em alta de 3,26% a US$112,19 por barril.
No cenário doméstico, a aversão a risco de investidores internacionais seguiu influenciando o mercado. Diante das medidas anunciadas pelo governo para atenuar os efeitos da disparada dos preços do petróleo e tentar conter uma possível greve dos caminhoneiros, o risco de ingerência na Petrobras concentrou as atenções de investidores durante a sessão. O Planalto afirmou que a estatal poderá recomprar a refinaria de Mataripe, na Bahia.
As ações da petroleira caíram mais de 2% durante a sessão, mesmo com a alta do Brent no mercado internacional, movimento que foi acentuado, segundo analistas do setor, pela publicação da Medida Provisória pelo governo federal que estabelece um subsídio ao diesel e prevê um imposto de 12% sobre a exportação.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): +28,93%
Bombril S.A.Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (BOBR4): +13,82%
Ações em queda no Ibovespa
Revee SA (RVEE3): -15,00%
Braskem S.A. Pfd A (BRKM5): -14,21%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 94.925.099.675, em meio a 4.443.414 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o texto
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 1,79% frente ao real, cotado a R$ 5,30, acumulando baixa de 0,13% na semana. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,33%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela elevação da aversão a risco dos investidores diante da escalada nas tensões do conflito no Irã, com rumores de um ataque militar terrestre dos EUA ao país persa, o que estimulou a busca pelo dólar como ativo de proteção.
No final da tarde desta sexta-feira (20), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou estar “no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo. Pela manhã, a CBS News informou que autoridades do Pentágono teriam feito preparativos detalhados para uma possível mobilização de forças terrestres dos EUA no Irã.
Segundo analistas do setor, o mercado voltou a focar nas incertezas em torno de um conflito de maior duração, principalmente após as notícias da possível incursão terrestre dos EUA no Irã. Eles destacam que essa movimentação elevou o risco de um choque adicional nos preços de energia, com o contrato futuro do Brent para maio tendo fechado a sessão em alta de 3,26% a US$112,19 por barril.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 1,61%, cotado a R$ 6,14.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1883 | 0,1626 | 0,1410 | 29,9800 | 0,1484 | 0,2584 | 0,2679 |
| USD | 5,3112 | 1 | 0,8642 | 0,7496 | 159,23 | 0,7880 | 1,3723 | 1,4247 |
| EUR | 6,1470 | 1,1571 | 1 | 0,8674 | 184,24 | 0,9119 | 1,5884 | 1,6485 |
| GBP | 7,0889 | 1,3341 | 1,1529 | 1 | 212,43 | 1,0513 | 1,8306 | 1,8998 |
| JPY | 0,0334 | 0,0063 | 0,0054 | 0,0047 | 1 | 0,4949 | 0,0086 | 0,0089 |
| CHF | 6,7402 | 1,2690 | 1,0967 | 0,9512 | 202,05 | 1 | 1,7416 | 1,8066 |
| CAD | 3,8703 | 0,7287 | 0,6297 | 0,5463 | 116,02 | 0,5742 | 1 | 1,0373 |
| AUD | 3,7324 | 0,7022 | 0,6066 | 0,5262 | 111,78 | 0,5534 | 0,9639 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o texto
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,59% frente ao real, cotado a R$ 5,21. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,85%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela queda nos preços do petróleo após Israel descartar novos ataques à infraestrutura energética do Irã, a pedido dos EUA. A redução da Selic para 14,75% ao ano e as decisões de política monetária na Europa repercutiram em segundo plano.
No final da tarde desta quinta-feira (19), o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que Israel evitará ataques à infraestrutura energética do Irã, a pedido do presidente estadunidense, Donald Trump. Netanyahu disse, ainda, que as defesas aéreas persas já não são mais úteis e que o país já não consegue mais enriquecer urânio ou fabricar mísseis balísticos.
O mercado seguiu repercutindo as decisões de política monetária da véspera, como a do Federal Reserve (Fed) de manter inalterada a taxa de juros dos EUA pela segunda vez seguida entre 3,50% e 3,75% ao ano. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) realizou o primeiro corte na Selic desde julho de 2025, diminuindo a taxa em 0,25% para o patamar de 14,75% ao ano.
Durante a sessão, outros Bancos Centrais seguiram repercutindo decisões de política monetária. Japão, Reino Unido, Canadá e Zona do Euro mantiveram suas taxas de juros inalteradas. O Banco Central da Inglaterra (BoE) ressaltou que o conflito no Oriente Médio pode causar um aumento na inflação no curto prazo, o que seria um novo choque na economia, com alguns membros do comitê britânico já tendo levantado a possibilidade de um futuro aumento nos juros.
No cenário doméstico, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos na manhã desta quinta, nos quais vendeu US$ 1 bilhão em moeda à vista e 20 mil contratos no valor de US$ 1 bilhão de swap cambial reverso — operação equivalente à compra de dólares no mercado futuro. A realização das operações em simultâneo é conhecida pelo mercado como “casadão” e tem efeito nulo na prática sobre as cotações do dólar, já que o BC vendeu US$1 bilhão em uma ponta e comprou US$1 bilhão em outra.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,15%, cotado a R$ 6,04.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1917 | 0,1655 | 0,1427 | 30,2250 | 0,1511 | 0,2634 | 0,2707 |
| USD | 5,2167 | 1 | 0,8633 | 0,7446 | 157,68 | 0,7883 | 1,3742 | 1,4116 |
| EUR | 6,0418 | 1,1582 | 1 | 0,8624 | 182,64 | 0,9130 | 1,5914 | 1,6351 |
| GBP | 7,0074 | 1,3430 | 1,1595 | 1 | 211,76 | 1,0586 | 1,8453 | 1,8958 |
| JPY | 3,30865 | 0,634216 | 0,54756 | 0,472244 | 1 | 0,5000 | 0,87154 | 0,89534 |
| CHF | 6,6177 | 1,2686 | 1,0953 | 0,9446 | 200,06 | 1 | 1,7430 | 1,7911 |
| CAD | 3,7962 | 0,7277 | 0,6283 | 0,5419 | 114,77 | 0,5737 | 1 | 1,0275 |
| AUD | 3,6958 | 0,7084 | 0,6116 | 0,5275 | 111,70 | 0,5584 | 0,9733 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o texto
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos, invertendo a queda de quase 2% da abertura. O desempenho do índice foi influenciado pelas questões políticas relacionadas à possível greve dos caminhoneiros e pela repercussão da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de iniciar a flexibilização da taxa de juros brasileira na reunião de quarta-feira (18).
No final da tarde desta quinta-feira (19), o governo publicou a Medida Provisória (MP) que endurece as regras para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas, visando evitar uma possível greve dos caminhoneiros. As medidas haviam sido anunciadas na véspera pelo ministro dos Transportes, Renan Filho.
Em segundo plano, o mercado repercutiu a decisão do Copom de realizar o primeiro corte na Selic desde julho de 2025, de 15,00% para 14,75% ao ano, em linha com o esperado pelo mercado. Segundo o comunicado emitido pelo comitê, o acirramento dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio aumentou a incerteza no ambiente externo, resultando em um cenário que exige cautela por parte dos países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities.
Acompanhando o alívio nos preços do petróleo no fim da sessão, após o anúncio do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de que não fará novos ataques à infraestrutura energética do Irã a pedido dos EUA, as ações da Petrobras fecharam em leve baixa, caindo 0,12% e 0,47%.
O desempenho do Ibovespa destoou das bolsas de Wall Street, que fecharam em queda após o mercado zerar as apostas para um novo corte na taxa de juros dos EUA pelo Federal Reserve (Fed) — o Banco Central do país — ainda em 2026.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Investimentos Bemge S.A. (FIGE3): +36,87%
Lupatech S.A. (LUPA3): +17,81%
Ações em queda no Ibovespa
Revee SA (RVEE3): -15,79%
Grupo Mateus SA (GMAT3): -14,43%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 38.113.040.726, em meio a 4.585.410 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o texto
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em baixa de 0,43%, aos 179.639 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pela piora do humor dos investidores no exterior após a decisão do Federal Reserve (Fed) — o Banco Central dos EUA — de manter inalterada a taxa de juros e pela espera do mercado da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o seguimento da taxa de juros brasileira.
Como já esperado pelo mercado, o Fed manteve inalterada a taxa de juros estadunidense e a previsão de um único corte na taxa durante o ano de 2026, ainda sem data prevista. No comunicado emitido, o Comitê ressaltou que as “implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas”. Os índices de Wall Street reagiram negativamente à decisão, fechando a sessão em forte queda, o que influenciou o Ibovespa.
No cenário doméstico, as atenções se dividiram entre a possível greve dos caminhoneiros e a espera pela decisão do Copom. O governo federal endureceu a fiscalização do cumprimento do frete mínimo nesta quarta-feira (18), além de investir contra estados para tentar reduzir o ICMS sobre combustíveis.
A decisão do Copom ficou para depois do fechamento dos pregões. A expectativa do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a taxa ao patamar de 14,75% ao ano.
Durante a sessão, marcada por forte aversão a risco, as ações cíclicas encabeçaram a ponta negativa do Ibovespa, com a abertura da curva de juros e novas intervenções do Tesouro Nacional no mercado de títulos públicos. Em destaque positivo, as ações da Petrobras acompanharam a valorização do petróleo e fecharam em tom positivo, com altas de 1,77% e 1,34%.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
MRS Logistica SA Pfd Shs A (MRSA5B): +23,99%
CIABRASF Cia Brasileira de Servicos Financeiros SA (ADMF3): +16,81%
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos SA (ONCO3): -21,91%
Revee SA (RVEE3): -19,49%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 92.383.620.151, em meio a 4.057.809 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o texto
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em alta de 0,90% frente ao real, cotado a R$ 5,24. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,58%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela decisão do Federal Reserve — o Banco Central dos Estados Unidos — de manter os juros inalterados pela segunda vez consecutiva e pela espera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o seguimento da taxa de juros no Brasil.
Como já esperado pelo mercado, o Fed manteve inalterada a taxa de juros estadunidense e manteve a previsão de um único corte na taxa durante o ano de 2026, ainda sem data prevista. No comunicado emitido, o Comitê ressaltou que as “implicações dos acontecimentos no Oriente Médio para a economia dos EUA são incertas”.
No cenário doméstico, as atenções se dividiram entre a possível greve dos caminhoneiros e a espera pela decisão do Copom. O governo federal endureceu a fiscalização do cumprimento do frete mínimo nesta quarta-feira (18), além de investir contra estados para tentar reduzir o ICMS sobre combustíveis.
A decisão do Copom ficou para depois do fechamento dos pregões. A expectativa do mercado é de um corte de 0,25 ponto percentual, o que levaria a taxa ao patamar de 14,75% ao ano.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em alta de 0,06%, cotado a R$ 6,03.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1901 | 0,1656 | 0,1430 | 30,3785 | 0,1508 | 0,2610 | 0,2700 |
| USD | 5,2608 | 1 | 0,8733 | 0,7543 | 159,86 | 0,7933 | 1,3734 | 1,4239 |
| EUR | 6,0326 | 1,1451 | 1 | 0,8640 | 183,09 | 0,9084 | 1,5726 | 1,6307 |
| GBP | 6,9839 | 1,3257 | 1,1576 | 1 | 211,94 | 1,0516 | 1,8204 | 1,8876 |
| JPY | 0,0329 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4963 | 0,0086 | 0,0089 |
| CHF | 6,6315 | 1,2606 | 1,1008 | 0,9509 | 201,55 | 1 | 1,7311 | 1,7949 |
| CAD | 3,8311 | 0,7282 | 0,6359 | 0,5493 | 116,43 | 0,5777 | 1 | 1,0369 |
| AUD | 3,7034 | 0,7023 | 0,6133 | 0,5298 | 112,31 | 0,5571 | 0,9645 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o texto
Baixar áudioA Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta terça-feira (17), que o Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) caiu 0,24% em março, após baixa de 0,46% em fevereiro. O resultado implica em retração acumulada de 0,36% no ano de 2026 e de 2,53% nos últimos 12 meses. Segundo economistas do FGV IBRE, a apuração de março mostrou continuidade da queda nas commodities de maior peso, especialmente o minério de ferro, soja e milho.
Os dados mostram uma situação de melhora econômica frente a março de 2025, quando o IGP-10 teve alta mensal de 0,04% e acumulou alta de 8,59% em 12 meses.
O indicador avalia a inflação entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Segundo a FGV, ele surgiu como uma forma de oferecer um indicador adicional, divulgado no início da segunda quinzena do mês, que permite um acompanhamento mais próximo das oscilações de preços em períodos intermediários ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) e ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).
O IGP-10 é calculado por meio de outros três subíndices, em média ponderada:
Em março, o IPA-10 caiu 0,39%, suavizando o comportamento observado em fevereiro, quando caiu 0,80%. O grupo de Bens Finais apresentou aceleração, passando de -0,05% em fevereiro para 0,59% em março, assim como o de Bens Finais (ex) — que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para o consumo —, que subiu de 0,06% em fevereiro para 0,16% em março. Já as taxas dos grupos de Bens Intermediários, Bens Intermediários (ex) — que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção — e Matérias-Primas Brutas tiveram quedas de 0,33%, 0,03% e 1,11%, respectivamente.
Segundo o economista do FGV IBRE André Braz, o IGP-10 de março segue registrando queda nas commodities de maior peso, especialmente minério de ferro, soja e milho. Ele reforça que o recuo do IPA não foi mais intenso devido à elevação dos preços dos produtos pecuários como bovinos, carne e leite.
Já o IPC-10 apresentou alta de 0,03% em março, inferior à de 0,50% observada em fevereiro. Entre as oito classes de despesas que compõem o índice, Educação, Leitura e Recreação (1,51% para -2,16%), Transportes (0,93% para 0,06%), Alimentação (0,44% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,24% para 0,18%) e Habitação (0,34% para 0,31%) tiveram recuo em suas taxas. Em contrapartida, os grupos Vestuário (-1,10% para 0,07%), Despesas Diversas (0,33% para 0,88%) e Comunicação (0,00% para 0,11%) apresentaram avanço em suas taxas de variação.
“No âmbito do consumidor, cuja taxa apresentou desaceleração expressiva, destacam-se os movimentos de cursos formais e passagens aéreas, ambos registrando retração em suas taxas de variação”, complementa o economista.
Por sua vez, o INCC-10 registrou alta de 0,29% em março, abaixo da taxa de 0,47% observada em fevereiro. Dentre os três grupos que constituem o índice, todos tiveram movimentações idênticas em suas taxas de variação entre fevereiro e março: o grupo Materiais e Equipamentos recuou de 0,32% para 0,28%; o grupo Serviços desacelerou de 0,53% para 0,25%; e o grupo Mão de Obra diminuiu de 0,66% para 0,31%.
“Já na construção civil, altas menos intensas nos custos de mão de obra contribuíram para a desaceleração da inflação nesse segmento”, finaliza André Braz.
As informações são do FGV IBRE.
Copiar o texto
Baixar áudioO dólar comercial encerrou o último pregão em baixa de 0,57% frente ao real, cotado a R$ 5,20. O câmbio acompanhou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando baixa de 0,12%.
O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18) — e pela atenção a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Nesta terça-feira (17), o presidente estadunidense, Donald Trump, afirmou que os EUA foram informados pela maioria dos seus aliados da Otan de que eles não querem se envolver no conflito militar no Irã. Trump taxou a medida de “erro muito tolo” e disse que os EUA não precisam da ajuda de ninguém.
Os investidores acompanharam o primeiro dia de decisões do Federal Reserve — o Banco Central do país —, pressionado pelo conflito no Irã. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.
No cenário doméstico, o mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.
Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.
Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.
O euro, por sua vez, encerrou a sessão em baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,99.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1925 | 0,1669 | 0,1442 | 30,6064 | 0,1511 | 0,2636 | 0,2711 |
| USD | 5,1945 | 1 | 0,8668 | 0,7486 | 158,97 | 0,7848 | 1,3693 | 1,4080 |
| EUR | 5,9909 | 1,1538 | 1 | 0,8638 | 183,40 | 0,9053 | 1,5794 | 1,6242 |
| GBP | 6,9358 | 1,3359 | 1,1576 | 1 | 212,35 | 1,0484 | 1,8291 | 1,8808 |
| JPY | 0,0327 | 0,0063 | 0,0055 | 0,0047 | 1 | 0,4936 | 0,0086 | 0,0089 |
| CHF | 6,6189 | 1,2743 | 1,1041 | 0,9538 | 202,66 | 1 | 1,7449 | 1,7943 |
| CAD | 3,7941 | 0,7304 | 0,6330 | 0,5467 | 116,12 | 0,5732 | 1 | 1,0284 |
| AUD | 3,6901 | 0,7104 | 0,6156 | 0,5318 | 112,92 | 0,5575 | 0,9724 | 1 |
Os dados são da Investing.com
Copiar o texto
Baixar áudioO Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,30%, aos 180.409 pontos. O desempenho do índice foi influenciado pelo desempenho da Petrobras e à espera da “Super Quarta” — em referência às decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, que deverão ser tomadas nesta quarta-feira (18).
O mercado acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), que havia sinalizado para a possibilidade do início do ciclo de cortes na Selic nesta ocasião. Com o prosseguimento do conflito no Oriente Médio e a disparada dos preços do petróleo, contudo, houve um aumento do receio de investidores com uma pressão dos preços de combustíveis e energia na inflação, o que tenderia a limitar o corte feito pelo Copom.
Segundo o Boletim Focus, os economistas ouvidos pelo Banco Central na segunda-feira (16) ajustaram as projeções para 2026 e subiram de 12,13% para 12,25% a mediana para a Selic no fim do ano.
Além disso, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) do FGV IBRE registrou queda de 0,24% em março, menos intensa do que a de 0,42% de fevereiro, e passou a acumular retração de 2,53% em 12 meses. A queda mensal foi levemente menor do que a esperada segundo pesquisa da Reuters, que era de 0,27%.
Dentre os principais desempenhos no Ibovespa, a Petrobras teve alta de 1,22% na ação ordinária e 1,76% na preferencial, devido à entrada de fluxo de capital estrangeiro e à alta do petróleo. O Brent teve alta de 3,20% durante a sessão, com o barril sendo cotado a US$103,42.
No exterior, os índices de Wall Street fecharam a segunda sessão seguida em alta, na expectativa da decisão do Federal Reserve — o Banco Central do país — sobre o seguimento da taxa de juros. A ferramenta FedWatch, do CME Group, que mede a expectativa para a taxa de juros no país, mostrava 99,1% de expectativas de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75% ao fim da sessão.
Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:
Ações em alta no Ibovespa
Raizen SA Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (RAIZ4): +22,00%
Natura Cosmeticos SA (NATU3): +8,46%
Ações em queda no Ibovespa
Bardella SA Industrias Mecanicas Pfd (BDLL4): -11,34%
Magazine Luiza S.A. (MGLU3): -8,13%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 27.134.000.085, em meio a 3.729.267 negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoMoeda norte-americana recua 1,62% no Brasil e acompanha movimento de baixa no exterior
Baixar áudioO dólar encerrou o último pregão em queda no mercado brasileiro. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,23, com recuo de 1,62%.
O movimento acompanhou a desvalorização do dólar frente a outras moedas de países emergentes. No acumulado do ano, a divisa dos Estados Unidos registra queda de 4,71% em relação ao real.
De acordo com especialistas, investidores seguem atentos ao cenário internacional, especialmente ao conflito no Oriente Médio e às decisões de política monetária de grandes bancos centrais, que podem influenciar inflação e crescimento global.
Já o euro encerrou o último pregão em baixa, cotado a R$6,02.
A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.
| Código | BRL | USD | EUR | GBP | JPY | CHF | CAD | AUD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| BRL | 1 | 0,1911 | 0,1661 | 0,1435 | 30,3994 | 0,1505 | 0,2615 | 0,2703 |
| USD | 5,2335 | 1 | 0,8692 | 0,7508 | 159,10 | 0,7875 | 1,3688 | 1,4142 |
| EUR | 6,0205 | 1,1506 | 1 | 0,8638 | 183,05 | 0,9063 | 1,5745 | 1,6269 |
| GBP | 6,9706 | 1,3320 | 1,1577 | 1 | 211,89 | 1,0493 | 1,8231 | 1,8833 |
| JPY | 3,28944 | 0,628556 | 0,54630 | 0,471943 | 1 | 0,4949 | 0,86034 | 0,88861 |
| CHF | 6,6457 | 1,2699 | 1,1036 | 0,9530 | 202,01 | 1 | 1,7377 | 1,7956 |
| CAD | 3,8234 | 0,7306 | 0,6351 | 0,5485 | 116,23 | 0,5755 | 1 | 1,0333 |
| AUD | 3,6982 | 0,7072 | 0,6146 | 0,5309 | 112,55 | 0,5571 | 0,9679 | 1 |
Os dados são da Investing.com.
Copiar o texto