VoltarLevantamento da Fecomércio-SP estima prejuízo 14% maior este ano com 16 dias sem atividades
Baixar áudioFeriados em dias úteis com possíveis emendas com final de semana, Copa do Mundo e eleições. Essa é uma combinação que empolga o brasileiro para folgas prolongadas ao longo do ano, afinal, 9 dos 10 feriados nacionais de 2026 vão cair em dias da semana.
O setor turístico também acompanha com grande expectativa. Somente na alta temporada do verão, entre dezembro de 2025 a fevereiro, o segmento projeta faturar R$ 218,77 bilhões, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmado, o valor é 3,7% maior do que a receita do mesmo período do ano passado e uma nova máxima histórica.
Por outro lado, algumas atividades econômicas podem ter retração com essa quantidade de datas festivas. Em São Paulo, contando também com os feriados locais, o comércio deve deixar de faturar R$ 17 bilhões em função das pausas em dias comerciais, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Uma alta de 13,9% das perdas em relação a 2025. A previsão é de 16 dias sem atividade neste ano.
“As lojas localizadas nesses centros não costumam abrir. Até mesmo lojas de outros segmentos, que estejam localizadas no bairro, também não costumam abrir. Então isso já traz uma perda de faturamento nesses dias.”, explica Thiago Carvalho, assessor econômico da Fecomercio-SP e integrante da equipe responsável pelo levantamento.
A projeção considera que o faturamento do varejo em 2025 foi de aproximadamente R$ 1,5 trilhão. As perdas estimadas com os feriados representam 1,1% da receita anual do ramo. A Fecomércio-SP pontua que, apesar de ser relativamente pequeno, o impacto não é desprezível, principalmente para pequenos empreendedores.
Carvalho afirma que as atividades mais sensíveis são aquelas que contam com compras por impulso e gastos do cotidiano. “A pessoa vai trabalhar, ela na volta, eventualmente passa numa farmácia, compra um produto de perfumaria, passa numa loja de roupa, acaba comprando alguma coisa que ela tá precisando. E outras questões relacionadas também à atividade econômica de uma maneira geral. Então, se a pessoa não vai trabalhar, ela não vai consumir aquele combustível do veículo que leva ela até o trabalho”, exemplifica.
O especialista ainda destaca que as perdas são estimadas de uma maneira geral. Em algumas regiões ou cidades, a movimentação de pessoas e o consumo, de fato, aumentam durante feriados, mas se trata de um efeito concentrado. “As pessoas costumam frequentar mais bares, restaurantes, fazer viagens, setor de turismo, etc. Ou seja, acaba havendo uma transferência de renda para esse setor de serviços também, prejudicando aí as vendas do varejo”.
Para minimizar as perdas durante os feriados, a orientação para os empreendedores é compensar nos outros dias. Promoções, brindes e condições especiais de pagamento são formas de atrair mais clientes enquanto nos dias úteis.
Outra estratégia é investir no comércio online. Redes sociais, marketplaces e sites próprios se mostram como alternativas eficazes para fidelizar consumidores e manter as receitas do empreendimento.
Copiar o textoCalendário da Febraban também prevê dois dias com expediente diferenciado ao longo do ano
Baixar áudioO ano de 2026 terá 13 feriados nacionais em que não haverá expediente bancário, de acordo com calendário divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Um desses feriados, o Dia da Proclamação da República, cairá no domingo (15 de novembro), data em que já não há atendimento presencial ao público nas agências.
O cronograma segue as regras estabelecidas pela Resolução nº 4.880, de 23 de dezembro de 2020, do Conselho Monetário Nacional, que define que sábados, domingos e feriados nacionais não são considerados dias úteis para fins de operações bancárias. Com isso, nesses dias não há compensação bancária nem atendimento presencial nas unidades.
Entre os feriados bancários nacionais previstos para 2026 estão Carnaval (16 e 17 de fevereiro), Sexta-Feira da Paixão (3 de abril), Dia de Tiradentes (21 de abril), Dia do Trabalho (1º de maio), Corpus Christi (4 de junho), Independência do Brasil (7 de setembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Dia de Finados (2 de novembro), Dia da Consciência Negra (20 de novembro) e Natal (25 de dezembro).
Além dos feriados, o ano também terá dois dias com expediente diferenciado. Na Quarta-Feira de Cinzas (18 de fevereiro), o atendimento bancário ao público terá início a partir do meio-dia, respeitando o horário local de funcionamento das agências. Nas localidades em que o fechamento ocorre antes das 15h, o expediente será ajustado para garantir pelo menos três horas de atendimento presencial. Já no dia 31 de dezembro, último dia útil do ano, não haverá expediente ao público, sendo permitidas apenas operações entre instituições financeiras.
A Febraban orienta que os clientes utilizem preferencialmente os canais digitais, como aplicativos e internet banking, para realizar pagamentos, transferências e demais serviços bancários nos dias sem atendimento presencial. A entidade destaca que praticamente todas as operações podem ser feitas de forma remota, com segurança e comodidade.
Contas de consumo, como água, energia elétrica, telefone e boletos bancários, que tiverem vencimento em feriados ou no último dia útil do ano, poderão ser pagas sem acréscimo no próximo dia útil. Já os tributos costumam ter seus vencimentos ajustados previamente ao calendário oficial de feriados.
| Feriados bancários nacionais em 2026 | ||
|---|---|---|
| Data | Dia da semana | Feriado |
| 01 de janeiro | quinta-feira | Confraternização Universal |
| 16 de fevereiro | segunda-feira | Carnaval |
| 17 de fevereiro | terça-feira | Carnaval |
| 03 de abril | sexta-feira | Sexta-Feira da Paixão |
| 21 de abril | terça-feira | Dia de Tiradentes |
| 01 de maio | sexta-feira | Dia do Trabalho |
| 04 de junho | quinta-feira | Corpus Christi |
| 07 de setembro | segunda-feira | Independência do Brasil |
| 12 de outubro | segunda-feira | Nossa Senhora Aparecida |
| 02 de novembro | segunda-feira | Dia de Finados |
| 15 de novembro | domingo | Proclamação da República |
| 20 de novembro | sexta-feira | Dia da Consciência Negra |
| 25 de dezembro | sexta-feira | Natal |
Feriados 2026: confira calendário de folgas nacionais e pontos facultativos.
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Baixar áudioEm 2026, dos 10 feriados nacionais, apenas um cai no fim de semana. O calendário oficial de folgas nacionais e pontos facultativos foi publicado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), por meio da Portaria MGI º 11.460/2025. Para o MGI, a medida busca assegurar previsibilidade administrativa nos órgãos públicos sem comprometer as atividades públicas consideradas como serviços essenciais à sociedade.
A lista tem dez feriados nacionais e nove dias de ponto facultativo. O calendário abrange as datas tradicionais do calendário cívico e religioso brasileiro, além de períodos de organização do funcionamento administrativo, como o Carnaval e às vésperas de Natal e Ano Novo.
Pela Portaria, os feriados em comemoração à Data Magna do Estado – fixada em lei estadual – bem como os dias do início e do término do ano do centenário de fundação do município – declarados em lei municipal – devem ser observados pelas repartições da administração pública federal direta, autárquica e fundacional nas respectivas localidades.
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A Portaria também estabelece que não será permitido aos órgãos e entidades integrantes do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal antecipar ponto facultativo em discordância com o que dispõe a publicação. Também está vedado adotar ponto facultativo estabelecido pela legislação estadual, municipal ou distrital, ressalvados os feriados em comemoração à data magna do Estado.
Confira o calendário de feriados nacionais e pontos facultativos em 2026:
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Baixar áudioA semana do Ano Novo será marcada por extremos climáticos em todo o Brasil. Enquanto parte do país enfrenta uma onda de calor, sistemas atmosféricos favorecem a ocorrência de chuvas intensas, com risco de temporais e volumes elevados em diferentes regiões.
No Sul, a atuação de frentes frias e do jato de baixos níveis mantém o tempo instável, principalmente no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no leste do Paraná. Nessas áreas, os acumulados de chuva podem ultrapassar os 150 milímetros em sete dias, com episódios mais intensos previstos até a sexta-feira (2).
Na Região Norte, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical intensifica as instabilidades. Estados como Amapá, Amazonas, Rondônia, sul do Pará e Tocantins devem registrar volumes entre 80 e 100 milímetros ao longo da semana. Em pontos do norte do Pará e de Roraima, porém, a chuva será mais irregular, com períodos de tempo seco e queda nos índices de umidade do ar.
O Centro-Oeste também entra em alerta para chuva volumosa, especialmente no oeste do Mato Grosso e no norte de Goiás, onde os acumulados podem superar os 200 milímetros a partir do sábado (3). Já no Mato Grosso do Sul, o cenário é de tempo mais seco, com umidade relativa do ar em níveis baixos durante a semana.
No Sudeste, o início da semana será de tempo firme e temperaturas elevadas, devido à atuação de uma área de alta pressão que inibe a formação de nuvens de chuva. Minas Gerais e Rio de Janeiro podem registrar máximas próximas dos 39°C, caracterizando uma onda de calor. A partir da segunda metade da semana, a formação de um canal de umidade favorece o retorno das chuvas, reduzindo as temperaturas e aumentando a umidade.
No Nordeste, as chuvas se concentram no Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste da Bahia e sertão pernambucano, com pancadas isoladas e trovoadas. No Sertão, as temperaturas seguem elevadas, com máximas próximas dos 40 °C, enquanto o litoral deve ter predomínio de tempo firme na maior parte da semana.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO calor intenso que marcou o Natal não dá trégua e deve continuar dominando grande parte do Brasil ao longo do fim de semana. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) elevou o nível de atenção para o patamar máximo, emitindo um alerta vermelho de "grande perigo" para uma onda de calor que abrange oito estados e deve persistir, pelo menos, até a próxima segunda-feira (29).
O aviso de calor extremo concentra-se especialmente no centro-sul do país, onde o ar quente segue estagnado. As áreas mais afetadas incluem:
Nessas localidades, a persistência de temperaturas pelo menos 5°C acima da média histórica por mais de cinco dias configura tecnicamente a onda de calor, elevando drasticamente os riscos de hipertermia e desidratação.
A causa principal da manutenção desse cenário é um bloqueio atmosférico que dificulta a formação de nuvens de chuva e impede a chegada de frentes frias. Esse sistema mantém o ar abafado e o céu aberto, permitindo que a radiação solar aqueça a superfície de forma contínua desde as primeiras horas da manhã.
O padrão meteorológico deve começar a apresentar uma mudança gradual a partir da tarde de sábado. A combinação do calor acumulado com o avanço de umidade pelas bordas do sistema de alta pressão deve criar um cenário de forte instabilidade.
Embora o calor não diminua de forma significativa, a previsão indica um aumento no risco de temporais isolados entre a tarde e a noite de sábado e domingo.
Especialistas reforçam a necessidade de hidratação constante e atenção aos sinais de cansaço e tontura, sintomas comuns do estresse térmico provocado pela falta de resfriamento noturno nas cidades.
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Baixar áudioA primeira semana do verão brasileiro e as celebrações de natal serão marcadas por um calor extremo que coloca o país em alerta. Meteorologistas apontam que o Brasil pode registrar algumas das temperaturas mais altas do planeta neste período, com os termômetros superando facilmente os 35°C e podendo ultrapassar a marca dos 40°C em diversas localidades.
Um ponto de atenção destacado pelos especialistas é o aumento das temperaturas mínimas. As madrugadas e manhãs devem permanecer abafadas, o que reduz o alívio térmico noturno e aumenta o desconforto e o desgaste físico.
A onda de calor impacta de forma severa pelo menos oito estados, com destaque para o Centro-Sul e partes do Nordeste.
O que explica esse cenário de calor escaldante é uma combinação de fatores meteorológicos complexos. Entre eles, é possível destacar o bloqueio atmosférico que se estabeleceu sobre o Centro-Sul — um sistema de alta pressão que funciona como uma barreira que impede o avanço de frentes frias. Isso faz com que a massa de ar quente fique estagnada sobre essas regiões por vários dias seguidos.
No Nordeste e Brasil Central, a atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) contribui para a escassez de nuvens e chuva em seu centro. Com menos nebulosidade, a radiação solar incide diretamente sobre a superfície, elevando drasticamente as temperaturas.
Outro fator é a configuração das chuvas. Enquanto o centro-leste "ferve", a umidade fica restrita ao extremo-norte e ao Rio Grande do Sul, dificultando a formação de sistemas de chuva organizados que poderiam refrescar o restante do país.
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Baixar áudioA Frente Parlamentar de Comércio e Serviços promoveu, nesta quarta-feira (17), reunião para discutir duas pautas de interesse do setor produtivo: o PL 5552/23, de autoria do deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), que trata do trabalho aos domingos e feriados, e o PL 2766/21, de relatoria do deputado Luiz Gastão (PSD-CE), sobre a dosimetria das multas aplicadas a empresas.
Sobre a proposta do trabalho aos domingos e feriados, o deputado Domingos Sávio (PL-MG), que é um dos presidentes da Frente, comentou que é fundamental garantir a liberdade de escolha: “Não tem cabimento proibir as pessoas de trabalhar. Todos têm direito ao descanso, mas é necessário que aqueles que querem ou precisam trabalhar possam fazer isso também aos domingos e feriados, desde que sejam respeitados todos os direitos do trabalhador. As cidades turísticas, onde milhares de pessoas dependem desses trabalhadores, só funcionam porque o serviço está disponível”, afirmou.
O projeto de Joaquim Passarinho propõe alterar leis como a do Repouso Semanal Remunerado (Lei nº 605/49), a da Participação nos Lucros e a da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/19), para autorizar permanentemente o funcionamento do comércio aos domingos e feriados, sem necessidade de acordo ou convenção coletiva.
Segundo o parlamentar, a proposta busca encerrar de vez a insegurança jurídica provocada por sucessivas portarias do governo.
“Na reforma trabalhista, achávamos que tínhamos resolvido este problema e tiramos aquela dependência dos sindicatos terem que impor suas vontades contra outros sindicatos, e você acabar penalizando o povo, a sociedade e até mesmo os turistas de cidades turísticas. A relação era entre patrão e empregado, sem que isso retirasse direito trabalhista do empregado”, disse Passarinho.
O parlamentar destacou ainda que o objetivo é simplificar a regra e garantir estabilidade para o setor: “O queremos é apenas trabalhar, pagar imposto e melhorar este país. É um projeto que, definitivamente, independentemente de portaria, dá liberdade de trabalhar — lógico, havendo acordo entre patrões e empregados e respeitando a legislação atual.”
O segundo projeto discutido, de autoria do deputado Luiz Gastão, busca tornar mais equilibrada a atuação dos órgãos fiscalizadores. A proposta pretende evitar autuações múltiplas contra empresas, incentivar ações educativas com prazo para correções, substituir multas por reparações ao consumidor e definir a Secretaria Nacional do Consumidor como foro central para conflitos interestaduais.
A medida também altera dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, com o objetivo de coibir práticas abusivas e garantir mais segurança jurídica às empresas.
O diretor institucional da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), João Andrade, destacou a importância das propostas: “A CACB espera fortemente que esses projetos vão para frente e a gente está acompanhando de perto para que isso tudo aconteça da melhor forma.”
Segundo Andrade, tanto o PL 5552/23 quanto o PL 2766/21 são fundamentais para o sistema associativista e para a economia como um todo.
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Baixar áudioO Ministério do Trabalho e Emprego anunciou na última terça-feira (17) o quarto adiamento da entrada em vigor da Portaria nº 3.665/2023, que restringe o trabalho em feriados no setor do comércio. A nova data foi prorrogada para 1º de março de 2026, após negociações com lideranças políticas e pressão crescente de entidades do setor produtivo.
A medida — que exige convenção coletiva para autorizar o funcionamento do comércio nessas datas — é alvo de fortes críticas por parte de associações empresariais. Para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), os sucessivos adiamentos da norma geram insegurança jurídica e dificultam o planejamento de empresários e trabalhadores em todo o país.
A CACB, que representa mais de 2.300 associações comerciais, cobra a revogação imediata da portaria. Segundo o presidente da entidade, Alfredo Cotait, a regra interfere na autonomia dos trabalhadores, restringe o comércio em datas estratégicas e prejudica a geração de renda.
“É um retrocesso. Exatamente nos domingos e feriados que os nossos comerciantes, de várias atividades, têm os seus melhores dias para fazer as vendas. Estão todos necessitados de gerar mais renda e vender os seus produtos”, afirmou Cotait.
Além de ferir a liberdade econômica, a CACB sustenta que a portaria é inconstitucional, por limitar atividades essenciais sem respaldo legal adequado, como explica o vice-presidente jurídico da CACB, Anderson Trautman.
“Veja a quantidade de surpresas, de dificuldade que temos para uma estabilidade de normas do Brasil. Entendemos que a portaria tem, inclusive, vícios de legalidade e seria passível de questionamento judicial. Mais uma prorrogação não nos traz estabilidade, precisamos que seja revogada”, reafirmou Trautman.
A decisão representa mais um recuo do governo diante da pressão de empresários e parlamentares. Editada em novembro de 2023, a Portaria nº 3.665 determina que estabelecimentos como supermercados, farmácias, lojas e shoppings só poderão funcionar em feriados mediante autorização em convenção coletiva de trabalho — ou seja, com aval formal de sindicatos.
Ao anunciar o novo adiamento, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o governo busca dar mais tempo para a consolidação de um acordo.
"Mantendo o diálogo, e após conversar com o presidente da Câmara dos Deputados e com as lideranças, decidi prorrogar a portaria, garantindo um prazo técnico para consolidar as negociações", disse o ministro.
A nova data foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (18). Enquanto isso, o setor produtivo segue em alerta e reforça que, mais do que prorrogar, é preciso revogar a regra para restaurar a previsibilidade no ambiente de negócios.
Copiar o textoConfira dicas da PRF para quem vai pegar a estrada
Baixar áudioQuem não gosta de um feriado prolongado? Enquanto muitos aproveitam para descansar em casa, outros veem a oportunidade de sair da rotina e viajar. Como as viagens costumam ser mais curtas do que nas férias, os destinos mais acessíveis de carro se tornam os preferidos. E, com o aumento do fluxo de veículos nas rodovias, também cresce o risco de acidentes.
Segundo levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), nos últimos oito anos houve uma redução de 40,2% no número de acidentes causados por motoristas alcoolizados. Já a queda no número de mortes foi ainda mais significativa: 57,3%.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deu início, nesta quarta-feira (18), à Operação Corpus Christi e Festejos Juninos 2025. A ação segue até a próxima terça-feira (24) e tem como objetivo reforçar a segurança nas rodovias federais de todo o país, justamente no período em que é esperado grande movimento nas estradas, tanto por conta do feriado de Corpus Christi, celebrado na quinta-feira (19), quanto das festas juninas.
Neste ano, a operação também marca os 17 anos da Lei Seca. Por isso, as fiscalizações estão ainda mais rigorosas no combate à alcoolemia ao volante. A PRF reforça a mensagem: “Se beber, não dirija”, lembrando que, além de infração gravíssima, dirigir sob efeito de álcool é uma das principais causas de acidentes graves nas estradas brasileiras.
A policial federal Fernanda Souza destaca a importância da atuação da PRF. “O objetivo é reduzir o número de acidentes e também o número de mortos e feridos”.
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Baixar áudioNesta quinta-feira (19) é festejado o Corpus Christi, uma celebração litúrgica da Igreja Católica que celebra a presença de Jesus Cristo na Eucaristia. De acordo com o calendário do governo federal deste ano, a data católica é considerada ponto facultativo. No entanto, 17 capitais brasileiras decretaram o dia como feriado, já que os municípios podem considerar a festividade cristã dessa forma.
O feriado de Corpus Christi é celebrado 60 dias após o domingo de Páscoa.Conforme publicação do Diário Oficial da União no início de 2025, a data é facultativa, assim como o dia 20 de junho. Em alguns municípios, a data é oficialmente feriado, a depender do calendário e legislação locais.
Em algumas cidades, além da folga no meio da semana, há a possibilidade de feriado prolongado. É o caso de Maceió (AL), cuja prefeitura do município decretou que o retorno das atividades administrativas presenciais no executivo municipal será apenas na segunda-feira (23).
Nas localidades onde a data é estabelecida como feriado, por regra os trabalhadores são dispensados. Caso seja escalado para trabalhar, o empregado tem direito a receber o pagamento do dia em dobro ou a uma folga compensatória.
Para o segundo semestre deste ano restam seis feriados. Desses, dois podem ser prolongados, estendendo, assim, o período de descanso – já que serão em quintas-feiras. Confira:
Os outros quatro feriados serão aos finais de semana. Veja quais são eles:
Além das folgas nacionais, os municípios e estados também contam com feriados específicos. Confira datas em algumas capitais:
Salvador
Manaus
Porto Alegre
Belo Horizonte
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