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Baixar áudioA sexta-feira (6) em Campo Grande entra no padrão de instabilidade típico da primavera, estação em que o calor e a umidade elevada favorecem a formação de nuvens carregadas em diferentes momentos do dia. A tendência apontada pelo Inmet é de estabilidade tanto na temperatura máxima quanto na mínima em relação aos dias anteriores, enquanto a chance de chuva deve se manter até o fim de semana, quando os termômetros começam a recuar.
Para esta manhã, a previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Para a tarde, o cenário previsto é semelhante, com nebulosidade elevada, pancadas de chuva e trovoadas isoladas — período em que a temperatura deve se aproximar da máxima prevista, de 32°C. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e novas pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. A mínima prevista para o dia é de 23°C.
A umidade relativa do ar deve oscilar bastante ao longo do dia. A previsão indicava índice máximo de 90% na madrugada e, para esta tarde, a mínima prevista é de 50%. Os ventos devem se manter fracos, com direção predominante entre noroeste e nordeste.
O sol nasceu às 04h53 em Campo Grande e se põe às 17h50, com quase treze horas de claridade típicas da primavera. Como as pancadas de chuva previstas são isoladas e podem vir acompanhadas de trovoadas, a recomendação é manter o guarda-chuva por perto e redobrar a atenção em deslocamentos durante os períodos de precipitação mais intensa.
Nos próximos dias, a instabilidade continua. O sábado (7) deve ser de céu encoberto, com pancadas de chuva e trovoadas, mínima de 23°C e máxima de 32°C. No domingo (8), a previsão aponta muitas nuvens, pancadas de chuva e possível queda de granizo, com temperaturas entre 20°C e 27°C. Já a segunda-feira (9) deve ter muitas nuvens, mínima de 19°C e máxima de 26°C, indicando leve queda nas temperaturas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA instabilidade acompanha Campo Grande do começo ao fim desta quinta-feira (5), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As pancadas de chuva podem ocorrer em qualquer período, com trovoadas isoladas a partir da tarde, e o padrão térmico não deve mudar: tanto a temperatura mais alta quanto a mais baixa aparecem com tendência de estabilidade no boletim do instituto.
Para a manhã, que está em andamento, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, o Inmet aponta nebulosidade elevada, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas — período que deve concentrar as maiores temperaturas do dia. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
A umidade relativa do ar acompanha o cenário de instabilidade típico da primavera. A previsão indicava índice máximo de 90% durante a madrugada, já encerrada. Para esta tarde, o percentual mínimo previsto é de 50%.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com rajadas, em direção que varia de sul a noroeste ao longo do dia. Em situações de pancadas de chuva e trovoadas, rajadas são variações súbitas na velocidade do vento em curtos intervalos de tempo, o que pode exigir atenção em áreas abertas. O sol nasceu às 4h54 e se põe às 17h49 nesta quinta-feira em Campo Grande.
Nos próximos dias, o padrão instável continua. A sexta-feira (6) deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 34°C. No sábado (7), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, entre 25°C e 35°C. Já no domingo (8), o tempo segue com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, com queda nas temperaturas: mínima de 20°C e máxima de 27°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioOs termômetros em Campo Grande devem variar entre mínima de 24°C e máxima de 35°C nesta quarta-feira (04), com tendência de estabilidade para a máxima e de elevação para a mínima. O quadro de instabilidade não se limita a hoje: a chance de pancadas de chuva isoladas se mantém no horizonte de previsão até o fim de semana.
Para esta manhã, a previsão do Inmet indica céu com muitas nuvens, sem destaque para precipitação. Para esta tarde, o instituto prevê a mesma nebulosidade elevada, agora acompanhada de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, em um padrão típico da primavera.
A umidade relativa do ar prevista para a madrugada chegava a 80%, enquanto para esta tarde o índice mínimo previsto é de 40%. Os ventos devem soprar moderados, com rajadas, nas direções noroeste e norte.
O sol nasceu às 04h54 e se põe às 17h49, com cerca de treze horas de claridade. Em dias de pancadas de chuva e trovoadas isoladas, a recomendação é manter o guarda-chuva por perto e redobrar a atenção em deslocamentos durante os momentos de precipitação mais intensa, quando há queda de visibilidade e pistas escorregadias.
Para os próximos dias, o cenário de instabilidade continua. Na quinta-feira (05), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, entre 25°C e 34°C. Na sexta-feira (06), o tempo segue com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, com mínima de 23°C e máxima de 34°C. No sábado (07), a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, com temperaturas entre 23°C e 32°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém para Campo Grande um cenário de instabilidade nesta terça-feira (3), com nebulosidade elevada e pancadas de chuva de curta duração que podem aparecer em diferentes momentos do dia. As tendências apontam estabilidade tanto para a temperatura máxima quanto para a mínima, sem variação significativa nos extremos do período.
Para a manhã, a previsão indicava céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Para esta tarde, a expectativa é de nebulosidade elevada com pancadas de chuva isoladas, período em que devem ocorrer os maiores valores de temperatura, com máxima prevista de 34°C. À noite, o tempo deve seguir com muitas nuvens e chance de chuva isolada. A mínima prevista para o dia é de 20°C.
A umidade relativa do ar tem amplitude acentuada no município. A previsão indicava índice máximo de 100% durante a madrugada, enquanto para esta tarde a mínima prevista é de 30%, percentual que pede atenção com a hidratação. Os ventos devem soprar com intensidade moderada, com direção predominante entre noroeste e nordeste.
O sol nasceu às 4h55 nesta terça-feira e se põe às 17h48, o que dá à cidade pouco mais de doze horas e meia de claridade, dentro do padrão da primavera.
Nos próximos dias, a previsão indica tempo ainda quente em Campo Grande. A quarta-feira (4) deve ser de céu nublado, com mínima de 24°C e máxima de 37°C. Na quinta-feira (5), a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, entre 24°C e 34°C. Já a sexta-feira (6) deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, com mínima de 24°C e máxima de 35°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioEsta sexta-feira, 30 de outubro, abre uma sequência de dias instáveis em Campo Grande: a nebulosidade carregada e a chance de chuva acompanham todos os períodos e devem se estender pelo fim de semana, quando as pancadas tendem a ganhar força. Segundo o Inmet, a tendência é de temperatura máxima em elevação e mínima estável, em um cenário típico de primavera.
Para esta manhã, a previsão indica céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Para a tarde, o Inmet mantém a expectativa de nebulosidade elevada, agora com chuva isolada. À noite, o tempo deve seguir no mesmo padrão, com muitas nuvens e novas ocorrências isoladas de chuva. Os termômetros devem variar entre a mínima de 20°C e a máxima de 28°C.
A umidade relativa do ar prevista para a madrugada chegaria aos 95%, índice elevado e compatível com o céu carregado. Para a tarde, a previsão aponta queda até o mínimo de 55%, patamar considerado confortável, mas que ainda pede atenção à hidratação em quem passa muitas horas ao ar livre.
O vento deve soprar de fraco a moderado, com direção predominante entre sudoeste e oeste. O sol nasceu às 4h57 e se põe às 17h46, o que amplia o período de luz natural nesta época do ano.
Nos próximos dias, a instabilidade continua. O sábado, 31 de outubro, terá muitas nuvens com pancadas de chuva, mínima de 20°C e máxima de 29°C. No domingo, 1º de novembro, a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, entre 21°C e 31°C. Já na segunda-feira, 2 de novembro, o tempo segue com muitas nuvens e pancadas de chuva com trovoadas isoladas, com mínima de 22°C e máxima de 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioA quinta-feira (29) chega à reta final em Campo Grande com a instabilidade mantida na previsão até o fim do dia. A faixa térmica prevista pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é estreita, de 19°C a 24°C, com tendência de estabilidade tanto na mínima quanto na máxima — patamar inferior ao projetado para os dias seguintes, quando as máximas voltam a subir.
Para a manhã, a previsão indicava muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. Para esta tarde, a previsão indica a mesma nebulosidade elevada, agora com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. À noite, o tempo deve seguir no mesmo padrão, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em pontos da cidade.
No caso da umidade relativa do ar, a previsão indicava máxima de 92% na madrugada e, para esta tarde, a mínima prevista é de 70%. A previsão também indica vento fraco a moderado, com direção predominante de noroeste para norte.
O sol nasceu às 04h57 e se põe às 17h46, em mais um dia típico de primavera, estação marcada pela combinação de calor e instabilidade. Com chuva prevista para os períodos da tarde e da noite, convém manter o guarda-chuva por perto e redobrar a atenção no trânsito, já que a chuva reduz a visibilidade e deixa o piso escorregadio.
Nos próximos dias, a tendência é de temperaturas em elevação com a instabilidade mantida. A sexta-feira (30) deve ter muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas, mínima de 20°C e máxima de 28°C. No sábado (31), a previsão é de muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas, entre 20°C e 29°C. Já no domingo (1º), o Inmet prevê muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas, com mínima de 21°C e máxima de 31°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
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Baixar áudioCampo Grande receberá cerca de R$ 6,8 milhões no terceiro decêndio do mês, montante repassado integralmente como parcela, sem valor adicional de reserva. O recurso é transferido pelo Tesouro Nacional diretamente ao caixa municipal e pode ser aplicado conforme as prioridades definidas pela administração local, respeitados os percentuais constitucionais vinculados a áreas como saúde e educação.
No recorte de Mato Grosso do Sul, o município ocupa a 1ª posição entre os 79 municípios contemplados nesta distribuição, o que coloca Campo Grande entre os maiores repasses do estado no decêndio. A ordem reflete os coeficientes aplicados a cada cidade, e não decisões administrativas sobre o uso do dinheiro.
Com esse crédito, o FPM destinado a Campo Grande em outubro chega a aproximadamente R$ 17,4 milhões. Já nos últimos doze meses, considerando o período encerrado na data deste repasse, o fundo soma cerca de R$ 297 milhões para o município.
Na comparação anual, o acumulado de 2026 até 30 de outubro alcança cerca de R$ 239 milhões, ante aproximadamente R$ 218 milhões no mesmo intervalo de 2025. A diferença entre os dois períodos corresponde a uma variação de 9,70%.
O FPM é formado por parcelas do Imposto de Renda, o IR, e do Imposto sobre Produtos Industrializados, o IPI, arrecadados pela União. A divisão entre as cidades segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União, o TCU, com base em dados populacionais. Os valores são liberados em três decêndios a cada mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o último repasse de outubro.
Quando a data do crédito cai em fim de semana ou feriado, o depósito é antecipado para o dia útil anterior, o que pode alterar a data efetiva de entrada do recurso na conta do município.
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Baixar áudioCampo Grande recebeu cerca de R$ 3,1 milhões do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM, referentes ao segundo decêndio de outubro de 2026. O valor é transferido pela União às prefeituras e compõe a principal fonte de receita corrente de boa parte dos municípios brasileiros.
Na distribuição do fundo em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ocupa a 1ª posição entre os 79 municípios do estado, ou seja, recebeu o maior valor do FPM na comparação com as demais cidades sul-mato-grossenses neste decêndio.
Considerando todas as parcelas já creditadas em outubro, o município soma aproximadamente R$ 10,6 milhões em transferências do FPM no mês. Nos últimos doze meses, até a data deste crédito, o total repassado alcançou cerca de R$ 297 milhões.
No acumulado do ano, de 1º de janeiro até 20 de outubro de 2026, Campo Grande recebeu perto de R$ 232 milhões do fundo, ante aproximadamente R$ 211 milhões no mesmo período de 2025, variação de 9,94%.
Os recursos do FPM têm origem na arrecadação federal do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão segue coeficientes fixados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados com base na população de cada cidade. Os créditos são feitos em três decêndios por mês, por volta dos dias 10, 20 e 30 — este é o repasse referente ao segundo decêndio de outubro.
Quando a data prevista para o depósito cai em fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o dia útil imediatamente anterior.
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Baixar áudioO sinal 5G foi liberado em Campo Grande (MS) nesta segunda-feira (19) e a tecnologia promete mais velocidade de navegação ao usuário comum. Mas é no setor produtivo sul-mato-grossense que a nova tecnologia de internet móvel pode promover uma revolução. Com maior tráfego de dados, menor tempo de resposta entre envio e recebimento de comandos e a possibilidade de várias conexões em uma mesma rede, o setor produtivo do estado pode se automatizar, inserir novos maquinários e tecnologias, e otimizar os processos.
Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Produto Interno Bruto industrial de Campo Grande em 2019 foi de R$ 20,5 bilhões, o que equivale a mais de 21% de todo o PIB do estado, o 13º maior do país. O setor, que em 2020 chegou ao número de 5.840 empresas, também gera mais de 125 mil empregos, com destaque para construção, alimentos, papel e celulose, derivados de petróleo e serviços industriais de utilidade pública – que devem ter forte evolução graças ao processo de universalização do saneamento básico.
Com o 5G, a tendência é que vários processos automatizados levem a uma maior economia e organização. E isso só é possível porque estima-se que a nova internet suporte aproximadamente a conexão simultânea de um milhão de dispositivos por quilômetro quadrado, o que leva à evolução da Internet das Coisas (IoT), em que máquina “conversa” com máquina para produzir uma análise mais rápida de dados.
Considerado o pilar da indústria 4.0, o 5G permitirá também que a Inteligência Artificial faça ajustes de forma contínua, para que a produção se mantenha sempre de acordo com a demanda, ou ainda monitoramento 24 horas por dia e otimização de desempenho e segurança. Homero Salum, diretor de Engenharia da TIM Brasil, diz que a internet de quinta geração vai impactar não só a rotina do dia a dia, como também revolucionar diversos setores no estado.
“Com conexões melhores e mais rápidas, o 5G é capaz de conectar máquinas, objetos, coisas e pessoas. Por isso, é chamada a tecnologia do futuro. Essas características vão impactar o Brasil em inúmeros segmentos da indústria, do setor de serviços, do agronegócio e até mesmo as rotinas das pessoas dentro das casas”, aponta Salum. “Na indústria, que vai gerar máquinas e equipamentos para toda essa conectividade, o impacto será revolucionário.”
Luciano Stutz, presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), revela que o 5G vai impactar tanto as micro e pequenas empresas quanto as de maior porte. Para a grande indústria, a maior novidade será a possibilidade de criar redes privadas com a tecnologia, o que vai otimizar ainda mais os processos e ganhos. Ele ressalta, no entanto, que todo e qualquer produtor que tenha acesso vai começar a se beneficiar a partir de agora.
“O empresário que está incrustado dentro da cidade e que faz também o processo fabril, ou o pequeno agricultor que está na borda e pode se cobrir com esse 5G, ou um microempreendedor pode, sim, ter seus processos produtivos melhorados. Você vai ter uma indústria que vai trabalhar com 5G, esse já vai poder operar um equipamento à distância, seja um drone, um semeador, seja uma máquina agrícola, se ele já tiver acesso ao 5G. Aquelas indústrias que se prevalecem de meios mecânicos, automatizados para fazerem seu processo produtivo, se aproveitam do 5G na medida em que estão presentes”, destaca Stutz.
No Mato Grosso do Sul, as micro e pequenas empresas são responsáveis por 94,8% do total de indústrias. Somente em 2021, segundo a CNI, a indústria local exportou US$ 2,3 bilhões – o setor é responsável por mais de 34% de todas as exportações efetuadas pelo estado.
5G vai permitir que máquinas agrícolas “conversem entre si”
Tecnologia 5G pode agregar US$ 1,2 trilhão ao PIB até 2035
O 5G que está sendo instalado nas capitais está presente principalmente na área central. No caso de Campo Grande, segundo as regras do edital, as empresas Claro, Tim e Vivo devem ativar, pelo menos, 11 estações de 5G, mas as operadoras estão disponibilizando uma quantidade de estruturas maior do que a mínima exigida. A capital sul-mato-grossense tem hoje, pelo menos, 47 bairros atendidos com a nova tecnologia, entre eles Centro, Glória, Itanhangá, Chácara Cachoeira, Mecejana, Nossa Senhora Aparecida, São Francisco, Trinta e Um de Março, Cruzeiro, Veraneio, Maria Aparecida Pedrossian, Santo Amaro e Carlota.
Além de Campo Grande, outras 21 capitais já receberam o 5G: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), João Pessoa (PB), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Salvador (BA), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Palmas (TO), Vitória (ES), Florianópolis (SC), Recife (PE), Fortaleza (CE), Natal (RN), Aracaju (SE), Boavista (RR), Cuiabá (MT), Maceió (AL), São Luís (MA) e Teresina (PI).
O cronograma inicial de ativação do 5G no Brasil previa que o sinal inicial estivesse disponível em todo o país já no fim de setembro, mas a Anatel prorrogou o prazo por até dois meses, devido a um atraso na importação de equipamentos para a limpeza da faixa onde transita a tecnologia. Com isso, nas outras cinco capitais onde o serviço ainda não está disponível, as companhias terão até 27 de novembro para ligar as estações e passar a oferecer o sinal de quinta geração.
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Baixar áudioApesar de registrar queda em 20 anos, a taxa de mortalidade infantil em Mato Grosso do Sul chega perto da média nacional: 11,1 óbitos por mil nascidos vivos. A média nacional é de 13,3 mortes por mil nascidos vivos, segundo os dados mais recentes mensurados pelo Ministério da Saúde. Se por um lado a melhora no índice entre 2000 e 2019 é atribuída pelas autoridades públicas ao aprimoramento dos serviços de Atenção Primária à Saúde, como pré-natal e acompanhamento da criança no primeiro ano de vida, por outro o número de médicos especialistas precisa aumentar para atender a demanda da população do estado.
Dos 5.699 pediatras distribuídos pelo país que realizam o primeiro atendimento de atenção em saúde, considerado a principal porta de entrada do SUS, apenas 37 prestam assistência aos pequenos sul-mato-grossenses. Em São Paulo, por exemplo, são mais de 1,8 mil médicos na Atenção Primária à Saúde para dar suporte pediátrico. Os dados do Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde indicam outro problema: a distribuição desses profissionais está concentrada nas regiões Sul e Sudeste.
Como saída para modificar este quadro e garantir o cuidado das crianças dentro do SUS, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Cuida Mais Brasil, vai reforçar a presença de pediatras junto às equipes de Saúde da Família e de Atenção Primária. A ideia é que esse atendimento fique mais perto das Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, ao alcance do cidadão. Em 2022, serão investidos quase R$ 170 milhões.
“A gente planeja para este ano um repasse de recurso para todas as Regiões de Saúde do país (são mais de 400), com destaque para a região Norte. Inclusive, na rede especializada, a região Norte tem uma carência muito grande”, reconhece Renata Maria de Oliveira Costa, diretora do Departamento de Saúde da Família (DESF) do Ministério da Saúde. “O Cuida Mais Brasil tem esse olhar de equidade, de podermos ofertar recursos para que nessas áreas onde não existem esses profissionais, eles possam chegar”, acrescenta.
Segundo o Ministério da Saúde, a mortalidade infantil é um indicador de saúde e condições de vida de uma população. Com o cálculo da sua taxa, estima-se o risco de um nascido vivo morrer antes de chegar a um ano de vida. Quanto maior o valor, mais precárias são as condições de vida e saúde e menores são os níveis de desenvolvimento social e econômico.
Além de todos esses fatores que potencializam o risco de morte das crianças com até um ano de idade, a pandemia foi responsável por desestruturar serviços que antes eram essenciais à saúde materno e infantil e ajudavam a identificar e reverter mortes evitáveis.
“Com a pandemia, as fragilidades da rede de atenção foram expostas de Norte a Sul do país. Tanto barreiras de acesso ocasionaram demoras quanto a detecção precoce, diagnóstico e tratamento oportuno às gestantes e puérperas com Covid-19. Os óbitos maternos, por exemplo, se concentram nas regiões Norte e Nordeste, dadas as dificuldades acentuadas nos vazios assistenciais”, ressalta Lana de Lourdes Aguiar, ginecologista, obstetra e diretora do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas (DAPES).
Atualmente, 5,7 mil pediatras e 5,3 mil ginecologistas-obstetras estão vinculados diretamente a 1.311 e 1.364 equipes, respectivamente, sem incentivo financeiro do governo federal. Com o Cuida Mais Brasil, o número de equipes com médico pediatra pode chegar a mais de 8 mil e 7 mil com ginecologistas-obstetras em todo país, aumentando a capacidade de atendimento nas UBSs.
Cuida Mais Brasil é um programa do Ministério da Saúde que vai garantir investimentos para qualificar a assistência à saúde materna e infantil com a atuação de médicos pediatras e ginecologistas/obstetras na Atenção Primária à Saúde. A iniciativa tem como foco garantir a saúde integral da mulher desde a gravidez até o acompanhamento de crianças recém-nascidas e o cuidado com a infância. Por meio de ações complementares busca-se ampliar o número de profissionais junto às equipes de Saúde da Família e Atenção Primária à Saúde, além de aumentar a qualidade dos processos de trabalho e o olhar clínico voltado à saúde materno-infantil.
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