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Baixar áudioO Brasil segue com alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fiocruz. A análise, referente à Semana Epidemiológica 24, mostra que, apesar de alguns estados apresentarem sinais de estabilização ou início de queda, a maior parte do país ainda registra níveis elevados de circulação de vírus respiratórios.
De acordo com o levantamento, a influenza A continua sendo o principal vírus associado aos casos de SRAG entre jovens, adultos e idosos. Já entre as crianças pequenas, o vírus sincicial respiratório (VSR) permanece como a principal causa de hospitalizações, embora alguns estados comecem a apresentar indícios de desaceleração dos casos nessa faixa etária.
O boletim destaca que 25 das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento ou manutenção desse cenário nas tendências de longo prazo. As exceções são Paraná e Santa Catarina, que não figuram nesses níveis de alerta na atual edição do InfoGripe. Entre os estados que demonstram interrupção do crescimento ou início de queda dos casos associados à influenza A estão Acre, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa InfoGripe, ressalta que, apesar desses sinais positivos em alguns estados, ainda é necessário manter os cuidados para reduzir a transmissão dos vírus respiratórios. A recomendação é que pessoas com sintomas de gripe evitem contato com outras pessoas, permaneçam em casa sempre que possível e utilizem máscaras de boa qualidade caso precisem sair ou buscar atendimento médico.
A Fiocruz também reforça a importância da vacinação contra a influenza para os grupos elegíveis. A imunização continua sendo a principal estratégia para prevenir casos graves, hospitalizações e mortes causadas pelo vírus.
Segundo o boletim, nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos positivos para vírus respiratórios, a influenza A respondeu pela maior parte das ocorrências e dos óbitos entre adolescentes, adultos e idosos, enquanto o VSR manteve predominância entre as crianças pequenas, reforçando a necessidade de vigilância contínua durante este período de maior circulação viral.
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Baixar áudioA campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado (28) nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. O Dia D de mobilização ocorre na mesma data, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal antes do período de maior contaminação do vírus, no inverno. Coordenada pelo Ministério da Saúde (MS), a ação segue até 30 de maio.
A vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra os principais vírus em circulação, incluindo influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B. A proteção costuma ser elevada nos primeiros meses após a aplicação e dura, em média, de seis a 12 meses, o que torna a imunização anual fundamental.
Para 2026, a pasta estabeleceu como meta imunizar ao menos 90% dos grupos prioritários. Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa abrange ainda uma parcela da população considerada de maior risco:
Dados do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontam aumento nos casos de influenza A no país. O levantamento indica um volume atípico de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) para esta época do ano. Tradicionalmente, o vírus apresenta maior circulação no outono e no inverno.
Devido às diferenças climáticas e epidemiológicas entre as regiões, o MS destaca que o vírus influenza circula ao longo de todo o ano. Especialistas apontam a vacinação como a forma mais eficaz de prevenir complicações da doença, reduzir a transmissão e evitar a sobrecarga do sistema de saúde.
Embora o início oficial esteja marcado para o dia 28, as unidades da federação (UFs) estão autorizadas a antecipar a imunização conforme o recebimento das doses. Segundo as secretarias de Saúde estaduais:
Desde 2025, o imunizante contra a gripe passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação para crianças de 6 meses a 6 anos, gestantes e idosos. Com a mudança, esses grupos podem se vacinar ao longo de todo o ano nos postos de saúde.
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Baixar áudioA vacinação é fundamental para prevenir contra as complicações da gripe, segundo as autoridades de saúde. E nos municípios brasileiros, a cobertura vacinal tem sido um indicador importante de saúde pública que orienta ações de gestores locais. Em várias cidades, estratégias de vacinação contra a doença têm ajudado a ampliar a taxa de pessoas imunizadas. A cidade de Curral de Cima – município paraibano com 5,2 mil habitantes – é um exemplo: a cobertura vacinal contra a gripe atingiu 97,5% do público-alvo, durante mobilização ocorrida neste ano. O dado é do painel de imunizações do Ministério da Saúde
Renata Ribeiro, secretária municipal de Saúde, explica o que o município fez para alcançar esse número.
“Fizemos uma programação extra nos finais de semana com a equipe e agentes de saúde para fazer a vacinação em domicílio, para aquelas pessoas que não têm como se deslocar para as unidades de saúde e pessoas que moram longe ou são muito idosas ou acamadas. E, sim, ainda há doses da vacina. Então, a gente ainda está com oferta aberta ao público de todas as idades, basta só a população procurar as unidades.”
A professora Lúcia Tereza da Costa, de 64 anos, moradora da zona rural Olho D’água, em Curral de Cima, está satisfeita por ter recebido a equipe de saúde em casa, que imunizou a mãe dela.
“A vacinação onde os idosos não precisam se deslocar de casa até o posto médico. Vem até os idosos. A minha mãe tem 94 anos e é assim que é atendida em casa.”
Por conta da disponibilidade de doses, o Ministério autorizou a ampliação da imunização para todas as pessoas acima dos seis meses de idade. Segundo o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, a medida busca garantir uma maior cobertura vacinal e, consequentemente, uma redução nas complicações e internações causadas pela gripe.
“Então, se há disponibilidade da vacina e o vírus da influenza – da gripe – está circulando, devemos ampliar o acesso das pessoas para que elas se vacinem, diminuam seu risco de adoecimento de formas graves da doença e diminuam a circulação do vírus na comunidade."
Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.
Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.
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Casos de SRAG registram aumento contínuo no Brasil; alerta Fiocruz
Brasil registra sinalização de queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
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Baixar áudioA Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe já contabiliza mais de 6,5 milhões de doses aplicadas em crianças maiores de seis meses e menores de 9 anos de idade, nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
Na Região Norte, a mobilização ocorreu entre novembro de 2023 e fevereiro de 2024, por conta do período de maior circulação e transmissão do vírus influenza. Nesses estados, foram registradas 704 mil doses aplicadas em crianças nessas faixas etárias.
O coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, explica que as crianças menores de 9 anos devem tomar duas doses da vacina contra a gripe.
“Em relação à vacina da gripe para crianças entre seis meses e oito anos de idade, [é preciso aplicar] duas doses na primeira vez em que forem vacinadas. É a chamada primovacinação, com intervalo de um mês [entre elas]. E a partir do ano seguinte, é uma dose única. A partir de nove anos, dose única anual.”
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de seis meses de idade podem se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza.
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Baixar áudioA Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe deste ano já contabilizou mais de 428 mil doses de vacina contra a gripe aplicadas nas gestantes das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Este número representa 42% desse grupo alvo.
Moradora de Águas Claras, no Distrito Federal, a dentista Lindaura Rebeca Ferreira, de 26 anos, é uma das milhares de gestantes que já se imunizaram contra a gripe neste ano:
“É muito importante se imunizar, até porque eu faço parte do grupo de risco, eu estou grávida. Foi bem tranquilo. Fui em um posto de saúde mesmo em Águas Claras, não peguei fila, foi bem ‘facinho’ mesmo.”
O coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, destaca a importância de vacinar as mulheres grávidas.
“Ao se vacinar, a mãe produz anticorpos contra o vírus da gripe, que são repassados ao recém-nascido. Portanto, é um dos alvos justamente de toda a campanha: vacinar as gestantes para garantir, durante os primeiros meses, anticorpos para o recém-nascido.”
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de seis meses de idade podem se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza.
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Baixar áudioO clima ameno do inverno brasileiro aumenta a circulação do vírus da gripe. Com as baixas temperaturas, as pessoas costumam ficar mais tempo aglomeradas em locais fechados e a baixa umidade do ar favorece o ressecamento das mucosas, facilitando a entrada de vírus pelas vias respiratórias.
De acordo com o Protocolo de Tratamento de Influenza, do Ministério da Saúde, o tratamento deve ser feito principalmente com o uso do antiviral Fosfato de Oseltamivir, conforme explica o coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro.
“O antiviral Fosfato de Oseltamivir está indicado para todas as pessoas com Síndrome Respiratória Aguda Grave e se você tiver uma síndrome gripal com condições ou fatores que podem levar a esse risco de complicação. O início do tratamento deve ocorrer preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.”
Segundo o Ministério da Saúde, os pacientes com as principais condições e fatores de risco para complicações – que têm indicação para tratamento com Fosfato de Oseltamivir – são grávidas, idosos, crianças menores de cinco anos, população indígena e pessoas com comorbidades.
A pasta ressalta que a vacinação contra a gripe é uma das ferramentas mais eficazes para evitar os casos graves e garantir a saúde da população durante as estações de outono e inverno.
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para a vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de seis meses de idade podem se vacinar.
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Baixar áudioA mobilização das unidades de saúde do SUS segue em todo o país para a vacinação contra a gripe. Todos com mais de seis meses de idade podem se vacinar. Para quem quer se proteger contra a influenza mas apresenta sintomas gripais, o coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, faz um alerta.
“A pessoa, se estiver com febre, um sintoma de uma doença infecciosa, não deve tomar a vacina da gripe. Tem que aguardar passar essa fase para tomar a vacina da gripe, que só começa, na realidade, a ter função após duas semanas do uso da vacina.”
A recomendação do infectologista é aguardar entre 48 e 72 horas até a melhora completa do quadro clínico e o desaparecimento dos sintomas para tomar a dose da vacina contra a gripe.
A vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
“A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Por isso é importante, acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.”
Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.
Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.
VSR: Fiocruz alerta para o aumento nas internações por infecções respiratórias
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Copiar o textoUnidades básicas de saúde do SUS continuam campanha de vacinação contra a gripe em todo o país
Baixar áudioUnidades básicas de saúde do SUS continuam campanha de vacinação contra a gripe em todo o país. Agora, todas as pessoas acima de seis meses de idade podem se vacinar. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção causada pelo vírus da influenza.
O coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, afirma que muitas pessoas ainda deixam de se imunizar por conta de notícias falsas sobre a vacinação.
“Infelizmente está acontecendo no mundo inteiro — não só em relação à vacina contra a Covid-19, contra a gripe e outras vacinas — fake news, em que as pessoas estão com medo de se vacinar e, infelizmente [por isso], contraindo algumas doenças imunopreveníveis e, dessa maneira, tendo complicações graves e até a morte. Portanto, a vacina foi uma das melhores coisas que tem sido, até hoje, descoberta pelos cientistas.”
O infectologista Julival Ribeiro esclarece que a vacina contra a gripe é feita com o vírus inativado e, portanto, é segura.
“A vacina da gripe é inativada, ela vai estimular o nosso sistema imunológico para prevenir a gente de adquirir a gripe e, uma vez se adquirindo a gripe, — com a vacinação — a gente pode ter menos complicações da doença.”
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Copiar o textoVacinação é essencial para evitar complicações pela doença
Baixar áudioO Brasil já registrou mais de 4.900 óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave em 2024. O dado é do mais recente boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz. Mais da metade testaram positivo para a presença de algum vírus respiratório; dentre eles 25% são por influenza A, o vírus da gripe.
O coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, explica que a grande maioria dos pacientes não apresenta complicações do quadro. No entanto, algumas pessoas do grupo de risco podem evoluir para um caso grave.
“Indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de dois anos podem ter quadros mais graves e ter algumas complicações mais comuns quando pegam gripe. Por exemplo, pode ter pneumonia bacteriana ou pneumonia viral, sinusite, otite. A pessoa pode ficar desidratada. Então, as pessoas têm que ficar atentas, sobretudo quem está no grupo de risco, porque pode ocorrer estas e outras complicações.”
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de seis meses de idade podem se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza.
Quem explica é o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
“A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Por isso é importante, acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.”
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Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.
VSR: Fiocruz alerta para o aumento nas internações por infecções respiratórias
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Copiar o textoVacinação contra a gripe é essencial para evitar os casos graves da doença
Baixar áudioO clima ameno do outono e inverno brasileiro aumenta a circulação do vírus da gripe. Com as baixas temperaturas, as pessoas costumam ficar mais tempo aglomeradas em locais fechados e a baixa umidade do ar favorece o ressecamento das mucosas, facilitando a entrada de vírus pelas vias respiratórias.
Por isso, o coordenador do Núcleo de Controle de Infecções do Hospital de Base do Distrito Federal, Julival Ribeiro, alerta para os principais sintomas da gripe.
“Os principais sintomas da gripe são febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo, dor de cabeça. Entretanto, você pode também apresentar outros sinais como, por exemplo, diarreia, vômitos, olhos avermelhados e lacrimejantes.”
O infectologista Julival Ribeiro explica que a grande maioria dos pacientes não apresenta complicações do quadro. No entanto, alguns podem evoluir para um caso grave.
“Indivíduos com doença crônica, idosos e crianças menores de dois anos podem ter quadros mais graves e ter algumas complicações mais comuns quando pegam gripe. Por exemplo, pode ter pneumonia bacteriana ou pneumonia viral, sinusite, otite. A pessoa pode ficar desidratada. Então, as pessoas têm que ficar atentas, sobretudo quem está no grupo de risco, porque pode ocorrer estas e outras complicações.”
As unidades de saúde do SUS continuam mobilizadas em todo o País para a vacinação contra a gripe. Agora, todas as pessoas com mais de seis meses de idade podem se vacinar. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina salva vidas e previne milhões de casos graves e óbitos pela infecção provocada pelo vírus da influenza.
Quem explica é o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
“A vacina é importante porque diminui o risco de infecção. A vacina também diminui significativamente o risco de formas graves da doença e de hospitalização. Por isso é importante, acaba resultando na diminuição do número de mortes pela doença.”
Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.
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